Dia 13, domingo, D 17 - escrevendo e olhando a final da Copa com o rabo dos olhos. Que jogaço! A prorrogação, esta eu sentei e olhei toda.
Dia 14, segunda-feira, D 18 - posto de manhã, anotando ideias num papelzinho. Consultório de tarde, conversando com a colega pediatra pra cabeça descansar. Almoço, nem deu tempo. Em casa, de noite, escrever.
Dia 15, terça-feira, D 19 - e eu estou escrevendo aqui de manhã, primeira coisa do dia.
Resumindo esses dois dias, o mundo parou e, em cada instante disponível, eu escrevo. Desde o último comentário sobre noites e insônia, têm sido cerca de quatro horas de sono agitado por noite. Na noite de sábado para domingo, surgiu o toque final no final programado para o livro. Algo faltava, no final. Agora, não falta mais. Está perfeito. A gráfica leva de 10 a 20 dias para entregar o livro, depois que eu entregar os arquivos - que ainda não estão prontos, é claro. O início está com a revisora. O povo do grupo está indo bem nas sugestões.
E, nesta última noite, tomei remédio para dormir, fui para a cama meia-noite e meia, e DORMI. Acordei após sete horas de sono, me sentindo nova. Já vou voltar à escrita.
Não tem arrumações, não tem preocupação com arrumações, não tem outro foco que não terminar o livro.
E as carruíras lá fora estão enlouquecidas, como se fosse primavera,
chamando o parceiro e procurando lugar pra ninho.
Esse mês de julho mais quente está enganando todas elas.
Isso é uma carruíra.
Um passarinho bem pequeno que faz ninho em qualquer casinha ou toca.

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