sábado, 31 de janeiro de 2015

29 e 30.01.2015

Quinta, dia 29, D 216

A uruca continua lá, bem instalada na prateleira vazia. Vou deixar a coisa ali uns tempos enquanto penso como espantar de lá sem que ela se enfie em algum outro ponto da casa, onde vou ter que caçar de novo até encontrar.

Mexidas na casa provocam mexidas nos moradores da casa. Quase surtei de novo, sem nenhuma faxina urucal para servir de pretexto. De manhã, mantive a linha enquanto atendia o consultório. De tarde, tinha consulta com a homeopata, mas, antes da consulta, fui procurar uma psicanalista com quem fiz oito meses de acompanhamento há cerca de vinte e cinco anos. Graças a ela, voltei à faculdade e hoje estou formada em Medicina, e muito feliz com isso. Vou recomeçar o acompanhamento e descobrir o que há com minha vida confusa e com chiliques que podem ser eventuais, mas são muito intensos e perturbantes. Depois fui para a consulta com a homeopata, que sugeriu uma licença até eu reequilibrar. O bom da Pediatria é que a gente reequilibra mais trabalhando do que se metendo em casa...

Sexta, dia 30, D 217

As homeopatias novas funcionaram como mágica. Sinistro. Eu sou mais eu de novo. A primeira sessão com a psicanalista foi no final da manhã, em um horário encaixado. Acho que acabei com o almoço dela... Fez bem. Estou me sentindo mais inteira ainda. Terça eu volto lá.

Nesses dias, retomei um bordado perdido na tal prateleira da uruca, que está progredindo; mexi em meia dúzia dos vasos da área, que estavam um lixo. Tem mais diversos precisando da minha atenção. Alguns vasos foram eliminados com suas plantas passando para junto de outras - é o que preciso fazer. Menos vasos, mas cada um mais cuidado. Todas as vezes tento fazer isso. E cada vez os vasos aumentam de novo.

A faxina da prateleira da uruca continua rendendo coisas sendo lavadas e metidas em seus novos lugares. O propósito do momento é reunir todas as coisas de um mesmo tipo no mesmo lugar, tipo tecido com tecido, lã com lã, bordado com bordado e assim vai. Com uma coisa em cada canto da casa, é impossível ter qualquer esperança de organização. Mas está melhor do que já esteve.
Só porque é bonito


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

27 e 28.01.2015

Terça, dia 27, D 214

Pela manhã, conforme os planos, peguei o pêndulo e fui verificar o quarto. De acordo com o pêndulo, tudo ok no quarto, e umas urucas no closet. O pêndulo foi gentil o suficiente para indicar o foco da uruca na prateleira bem lá de cima, aquela que a gente nunca mexe. Bom, usei minha misturinha de limpeza num borrifador, no quarto todo e também no closet, mas sem faxinar nada. Depois, um tanto de proteção com uma vela e uma oração. Tudo em ordem, certo? Nada que tenha interferido fabulosamente em qualquer coisa. Nem pensei em tomar o regulamentar banho depois. Resultado... De tarde fui piorando, fui deprimindo, fui virando um caco. De noite, houve uma brigaçada deprimida com o marido (certo, temos motivos para brigar, mas o desencadeante da briga foi meu "pra baixo" geral). Nos entendemos no final - somos um casal persistente. 

Quarta, dia 28, D 215

Posto de manhã, já bem melhor, sem precisar interromper o serviço por crises de choro (sim, fiz isso ontem). Ao chegar em casa, fui conferenciar com o pêndulo. A uruca continuava na prateleira da bagunça. Aliás, ele balançou SIM como um alucinado quando perguntei se o motivo da minha deprê do dia anterior tinha sido a mexida no quarto. Bem feito pra mim. Nunca mais vou esquecer de me limpar depois de limpar o ambiente! Eita uruca bem pegada!
Enfim, esvaziei a tal prateleira. Tecidos, lãs, trabalhos manuais pela metade, chapéus fora de uso, um rádio de carro (!!!) novo e já antiquado, muito pó, diversas traças. TUDO foi retirado definitivamente lá de cima. Tecidos foram para junto dos outros tecidos, lãs com lãs, assim por diante. A ideia é colocar lá as malas, que estão atrapalhando no quarto do neto. Qual não foi minha surpresa ao checar com o pêndulo... E a uruca continuava lá! Uruca grudenta. Acendi uma vela preta básica, pedi ao que quer que fosse que se mandasse em paz pra algum outro lugar... Vamos ver o que acontece quando a vela terminar. A chama está bonita, bem reta e amarela.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

26.01.2015

Segunda, D 213

Manhã, posto. Tarde, consultório e manicure. O cansaço parece que não tem fim. Parece que faço uma mudança a cada noite, carregando caixas nas costas! Pela manhã, levei ao posto de saúde um livro sobre pequenos feitiços de proteção e limpeza do lar. Vou assumir meu lado bruxa, pronto. Escolhi dois bem simples, um de limpeza e um de proteção. Comprei as velinhas das cores certas no centro, hoje. E, quando cheguei em casa, chequei uns pontos mais carregados no quarto com meu pêndulo - sim, tenho um pêndulo, e ele funciona muito bem. Tenho trabalho mágico amanhã.



24 e 25.01.2015

Sábado, dia 24, D 211

Manhã, escrever. De tarde... Lá veio o neto bagunçar a casa! É uma correria pra levantar tudo que aqueles dedinhos leves pegam direto, tipo a água e a comida do gato. Organização? Nenhuma. Só farra.

Domingo, dia 25, D 212

Povo em casa o dia todo. Organização? SIM! Consegui fazer o marido, o filho e o genro enfiarem na camionete dois balcões que estavam há meses na garagem, e ainda esvaziei um móvel que ficava no closet, que também estava prometido para minha faz-tudo. Se deixasse pra esvaziar outra hora, seriam mais uns meses até ele ser levado para algum lugar! Tudo que estava dentro deste móvel foi para uma tremenda caixona. Agora o outro móvel, que está esperando sua demão de pintura, precisa ser terminado logo pra vir para o lugar.

Pintar bichinhos foi a brincadeira
dos menores anjinhos...

sábado, 24 de janeiro de 2015

23.01.2015

Sexta, D 210

Escrever, escrever, escrever. Pela primeira vez em muito tempo, fiquei com dor nos braços de tanto digitar.

Fiz algumas pequenas arrumações na casa, até para descansar do computador. Nada fabuloso, mas tudo muito útil.

Plêiades.
Lindas!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

22.01.2015

Quinta, D 209

É óbvio que esperei o marido chegar do show. Também é óbvio que fui dormir depois das duas da madrugada (ou foi depois das três? Não lembro. Estava afundada no computador, escrevendo). E acordei cedo porque era dia de recomeçar o consultório, parado desde a viagem para a Alemanha. Nem preciso dizer que os neurônios não estavam a fim de sair da cama.

Então, manhã, consultório: uma dúzia de correspondências atrasadas, veio o doc para o pagamento do Conselho de Medicina deste ano (quase 600 reais pra eles não fazerem nada!), tinha um panetone me esperando, presente de uma clínica de vacinas, e, dos seis pacientes agendados, só dois vieram. Que tal?

Tarde, posto: reunião curta e pacientes depois. Esses vieram todos! Leitura depois de terminar o serviço. Ontem, terminei de ler Livraria Limítrofe. Excelente para quem já leu muito e compreende as referências do livro! Hoje, engatei na leitura de um nacional, Os Dragões da Noite. É fantasia, a ideia é boa, mas o autor é inexperiente. A revisão até que está ok. 

Lido e aprovadíssimo!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

20 e 21.01.2015

Terça, dia 20, D 207

Trabalho no livro de manhã, posto de tarde, trabalho no livro de noite. Sem organizações. Não tive chance.

Quarta, dia 21, D 208

Posto de manhã, desisti de ficar lá de tarde para recuperar horas. O livro está andando bem demais e eu funciono melhor na frente do computador. De tarde, na hora do estou-morrendo-de-sono, tirei uma hora e meia para arrumar a bagunça de parafusos e pregos do marido. Cada coisa estava num potinho e, na hora de usar, não se achava nada. Agora coloquei um monte deles numa única caixa organizadora. É um caos para as mãos e as unhas mexer nessas tralhas, mas está feito.

Agora, de noite, o marido está no show dos Foo Fighters. Eu estou afundada no computador. O livro segue bem. No grupo, estou colocando quotes de cada capítulo. Hoje foi do segundo capítulo.

Bonitinho, né? Eu que fiz! :)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

19.01.2015

Segunda, D 206

Escrevendo no dia certo, hoje.

Posto de saúde pela manhã, e ainda estou avaliando que vida zen é esta em que não perdi a paciência com a chefe. Começa que já irrita a cara de "eu sou enfermeira, mas mando em você, médica". Não sei se ela sabe, mas ela tem bem essa cara, em certos momentos! É muito irritante. O problema: uma tranqueira de capacitação que vai ser feita para os cerca de trinta funcionários do posto ao mesmo tempo, ensinando como usar um software que a prefeitura implantou para tudo, até para as consultas. Já viu alguém aprender a mexer em software junto com mais trinta? Eu não. Isso se aprende um por um. Acaba sendo mais rápido do que tentar ensinar a todos juntos. Enfim, é desse jeito que vai ser, porque a prefeitura resolveu assim. E esse interessante evento vai ser dia 30 de tarde, uma sexta-feira. Eu não trabalho nas sextas, mas fui intimada a ir. Disse que, então, queria liberação de um outro horário, porque este seria um turno extra. O que ouvi? "Você está devendo horas e vai vir, sem nada de trocas de turno"! Legal. O negócio é que estou devendo horas, e não trabalho. Tenho que cumprir x horas por dia, e atender x pacientes. Sempre atendo todos os pacientes, mas nem sempre cumpro as horas. Ou seja, devo HORAS, não TRABALHO. Ok, se é assim, vou passar a ir para o posto em horários que não são meus, bater o ponto e simplesmente ficar sentada lá, sem mexer uma palha, até cumprir todas as tais horas que estou devendo. Daí acaba a festa da chefinha em sua pose de chefona...

No final do dia, reservei uma hora para as plantas, no jardim. Diversas coisas foram organizadas, e umas pragas de formiguinhas me morderam na perna. Está ardendo que é um raio!

O livro andou mais dois capítulos. Está cada vez mais perto do final.

Ah, sim. Li mais um livro no tempo antes, entre e depois das consultas, no posto. Tem sido quase um por dia. Depois a chefe não sabe por que perco a paciência e saio antes do horário! Se não tenho ocupação, o tempo simplesmente não passa. O livro do dia foi Eve e Adam, de Michael Grant e Katherine Applegate. Bom, mas não é livro de reler.

Só porque é bonito.

domingo, 18 de janeiro de 2015

17 e 18.01.2015

Final de semana, post único!

Sábado, dia 17, D 204.
O marido tinha trabalho e, pela manhã, fiquei sozinha em casa, trabalhando em assuntos de livro. Talismãs, o terceiro livro, está progredindo bem. À uma e meia da tarde, chegaram filha, genro e neto, e então se tratou de conviver em família.

Domingo, dia 18, D 205.
O marido trabalhou pela manhã, porque ontem não deu pra terminar tudo. A convivência em família seguiu pelo dia todo, com o neto já caminhando e cada vez mais lindo... E com a personalidade cada vez mais forte. Vai precisar de pulso bem firme, o garoto! A filha e eu determinamos o que vai para onde do que ainda tinha de decoração do aniversário de um ano do garoto (que foi em novembro, que tal?). A filha levou algumas coisas, outras vão para meu consultório e mais uma parte vai para a creche ao lado do posto de saúde, quando reabrir em fevereiro. Essa, claro, foi a organização do dia.
Depois que filha e família saíram, cedo porque tinham aniversário de criança para ir, o marido e eu vimos a terceira parte de O Hobbit. É um bom filme... Mas alguém me explique por que fizeram um filme tão longo, colocaram partes que não tinha no livro e cortaram diversas partes da história original. Ah, os diretores e suas manias!

Encerrando,
deixo a música que encerra o filme.
Belíssima!

sábado, 17 de janeiro de 2015

16.01.2015

Sexta, D 203

Pela primeira vez em muito tempo, em casa o dia inteiro... Mas num cansaço que não dá pra entender. Acho que carrego pedras enquanto durmo, só pode ser. Ninguém pode dormir a noite toda e acordar tão cansada assim de manhã!

O dia foi basicamente ocupado pelo computador, livros e escritos.

Organização do dia: diversas prateleiras do quarto do neto, que virou quarto da bagunça mais uma vez. Roupas da firma do marido, para o trabalho dos funcionários, foi toda para o quarto dos livros, junto com o que já estava lá. Saiu uma sacola de papelada velha. Mais coisas foram reorganizadas e arrumadas. É. Essa foi ordem na bagunça no sentido estrito da palavra. Claro que tem muito mais. Sempre tem.

Calor infernal nesta cidade!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

15.01.2015

Quinta, D 202

... escrito na sexta porque ontem não deu temporal, mas, quando lembrei de escrever aqui, já estava com a tolerância a computador esgotada pelo trabalho no Face, blog e livro.

Manhã: fora do comum. Dia de ficar com filha e filho pela manhã, almoçar todos juntos, comprar coisinhas para o neto, fazer o filho carregar compras pesadas de super... Valeu como organização do dia? Sim. Vivendo o presente, se evita complicações futuras!

Tarde: posto. Ainda bem que levei livro. A enfermagem teve duas horas de reunião com o posto fechado. Se não tivesse levado livro, teria enlouquecido no consultório ou na reunião de enfermagem, que não me diz respeito. Depois, mais uma hora de reunião geral na qual muito pouco era da minha conta. Parecia a continuação da reunião anterior, a da enfermagem e dos agentes de saúde. Aí, atendi cinco pacientes, que era tudo que cabia na agenda depois de tanta reunião. Acabei o livro: O Sangue do Olimpo, que encerra a saga Percy Jackson. Bom. Ele soube acabar bem sua história.

Noite: computador, computador, computador. Afe!!! Vamos que vamos...

Ainda bem que existem livros
pra nos salvar dos dias chatos!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

14.01.2015

Quarta, D 201 

... que está sendo escrito na quinta porque ontem houve um temporal DAQUELES de tarde, ficamos sem energia elétrica um tempão, depois que voltou a energia, não voltou a internet e, quando voltou tudo, eu já estava na cama, cansada, porque a noite anterior foi daquelas de sonhar tanto a ponto de arrancar lençol da cama.

Manhã de ontem, posto. Nos intervalos das consultas, mais um livro lido, agora do Augusto Cury. Gostei no começo, mas, da metade em diante, tomou meio ares de lição de vida... Livro de fantasia é livro de fantasia. Livro sobre posições de vida é outra coisa. Mesmo que eu concorde com todas as posições que ele expressou, não gosto delas sendo repetidas ad infinitum dentro do livro que estou lendo. Não entro na história, o que tira a graça da leitura. Mas, enfim...

Tarde: falta de luz em casa e eu miseravelmente cansada, lutando pra não dormir, porque, se eu dormisse, não dormiria de noite. E, como estava exausta, só vegetei bem quietinha...

Esse é o livro em questão.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

13.01.2015

Terça, D200

Uma notícia muito importante de ontem! A Lilo, pastora alemã que sumiu na noite de Ano Novo, voltou ontem! Estava dentro do pátio quando o marido veio em casa no meio da manhã, e não sabemos quem colocou para dentro. A cerca que ela arrombou já está consertada, e, no portão, temos mais sete cachorros atentos a tudo. Só gente conhecida abre nosso portão. Então... Não sabemos ainda como ela entrou.

Item canino seguinte: a gata incomodou meu marido durante a noite, mas houve uma hora em que acordei com os cães latindo furiosamente no fundo do pátio, a Lilo bem nítida entre eles. Ela sempre foi a vigilante da cerca do fundo, mas todos os cachorros estavam lá, bem irritados. Hoje de tarde, soubemos de uma casa aqui na rua que foi assaltada. Semana passada, foram duas casas na rua de cima. Os amigos do alheio andam nos rondando, e os cães são uma proteção barulhenta e boa. Que continue assim!

Manhã: em casa, em atribuições diversas, mas principalmente respondendo coisas de e-mail e Face. Uma vez que preciso manter isso rigorosamente em dia, porque os livros precisam ganhar visibilidade mais uma vez, vou considerar não ordem na bagunça, mas um processo preventivo de bagunça se instalando. 

De tarde, o posto de saúde. E, nos intervalos, li um livro inteirinho: A Escola do Bem e do Mal. Fantasia, bem bom! E livro único, que raridade. Começa e termina!

Lilo em casa!

12.01.2015

Segunda, D 199, ontem.

Manhã no posto, retomando o trabalho. Almoço corrido no centro da cidade. Livros colocados no Correio para parceiros retomarem as resenhas. Médico na metade da tarde, que sempre atrasa. Meu livro terminou bem antes da consulta começar. Motivo da consulta: possibilidade de uma pequena cirurgia plástica em face para recolocar no lugar o que os anos puxaram para baixo. Depois disso, centro espírita, aonde eu jamais havia ido antes na vida. Motivo: a namorada do filho caçula, que está na Alemanha com ele, fez contato bem aflita dizendo que minha mãe estava tentando se comunicar através dela. Isso foi no domingo à noite. Prometi que iria no centro espírita na segunda, e fui. Eles disseram que era muito cedo pra ela se manifestar e que iam colocar a mãe na corrente de orações deles. Era o que podia ser feito. Ficamos lá, ouvimos uma palestra e recebemos um passe. O marido e eu chegamos em casa passando das nove da noite, cansados depois de um dia de muita correria e calor. Caí cedo na cama, exausta. Vamos ver como vai ser o dia de hoje... Que já começou com o marido resmungando porque um dos gatos passou a noite miando na janela. Só que ele reclama também quando deixo o gato do lado de dentro (daí ele não mia). Eu, hein...



domingo, 11 de janeiro de 2015

11.01.2015

Domingo, D 198

Resumindo toda essa ausência... Viajamos para a Alemanha para visitar o filho, passamos 12 dias lá, voltamos. O país é lindo, não vimos neve. Correrias na volta para compensar horários no trabalho e colocar ordem na casa. Pela primeira vez em 40 e tantos anos, não arrumei árvore de Natal. O Natal foi na casa da filha, bem legal. O Ano Novo, na casa de um sobrinho (bem legal). No foguetório da meia-noite, nossa pastora alemã, Lilo, fugiu. Não a encontramos. Minha mãe faleceu dia 4 de janeiro, a missa de sétimo dia foi ontem, ainda estou amassada hoje. A semana passada foi de licença no posto de saúde, devido ao falecimento dela. Retorno ao trabalho amanhã.

Ordem em bagunças? Sim, algumas. Muitas mais me esperam. Hoje, ajudei o marido a limpar folhas e galhos do telhado (ele na escada e eu no chão) e preparei 4 livros para enviar a blogueiras amanhã.

Só porque é linda.