quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

25, 26... 28.12.2016

Não sei como é com as outras pessoas, mas, para mim, final de ano é uma época tensa. Tudo parece estranho, corrido, atropelado. Nem é tempo de colocar ordem na bagunça; é tempo de lutar para a bagunça não aumentar e tomar conta de tudo. É como se todas as coisas pela metade, todas as desorganizações - em resumo, toda a bagunça - resolvesse sair do seu canto quieto e se atravessar no meio do caminho, me fazendo tropeçar a todo minuto.

Claro que existe o tropeço metafórico, mas também é época de tropeços reais. Estou com o joelho esfolado como se tivesse me esborrachado de uma bicicleta no asfalto. Mas não foi isso, não. Foi a ponta do chinelo enganchando na ponta de um degrau quando eu voltava da prosaica tarefa de estender a roupa. Chinelo velho, degrau há anos no mesmo lugar... E, de repente, eis-me espatifada no chão. Além do joelho, que sofreu o maior impacto, sobraram ralados diversos em mãos e pernas e mais uma dor tirana nos ombros. Ah, sim, pra fazer companhia ao joelho ralado e duro, dois dentes resolveram doer também. Ao menos o remédio pra dor servia para a turma toda...

Estou me esforçando para colocar as coisas da editora em dia, mas não estou conseguindo. Estou me esforçando para escrever, não consigo também. As tarefas da casa atrapalham tudo, continuo sem faxineira. Carrie Fisher morreu aos 60 anos, como pode? E eis 2016 se despedindo...

E, pra completar, surge o inevitável balanço do ano, e este ano não foi fácil. Foi o tipo do ano em que vou evitar, até quando puder, essa coisa perigosa do "parar e pensar". Melhor NÃO pensar. Já passou. Já aprendi o que precisava aprender, espero. Se desse pra esquecer o motivo do aprendizado, seria ótimo...

Pra encerrar, hoje fiz mais um ritual para prosperidade em 2017. Que venha a prosperidade! Estou precisando!

E precisando me convencer dessa
verdade aí abaixo, também.


sábado, 24 de dezembro de 2016

24.12.2016


Daí eu decreto: como a correria está demais, nada de arrumação de Natal neste ano!
Daí vem o outro decreto: casa de vó PRECISA estar arrumada pra Natal!
Deu pra mim. Aos 49 minutos do segundo tempo, decoração de Natal pronta!

Sim, entre todas as demais atribuições, passei os últimos dias arrumando minha sala. Aí está a foto!

Feliz Natal!


terça-feira, 20 de dezembro de 2016

20.12.2016

Segunda que devia ser sexta

Manhã, posto de saúde. Tarde, centro da cidade com apenas um paciente marcado no consultório. Zerei minha lista de tarefas no centro, que incluía presentes de Natal (muito simplificados este ano), comida para peixes de aquário, brindes... É bom conseguir cumprir a lista toda! E, no fim, foram dois pacientes em vez de um, que progresso! Aumento de 100%, rsrs!

Meu planejamento era fazer muuuita coisa de noite, porque tem montanhas de coisas atrasadas (só pra variar). Acabei sentando com o bordado de casa caiada e olhando um filme velho na TV com o marido. Ou seja, tudo prorrogado mais vinte e quatro horas... Mas, bem, o bordado andou!

Só porque adoro gatos!



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

13, 14... de dezembro de 2016

Dia 13, terça-feira - correrias, calor, acabou o dia, ufa.
Dia 14, quarta-feira - idem anterior.
Dia 15, quinta-feira - hm. Parece ter acontecido em outra dimensão. Sei lá. Não lembro da quinta-feira.
Dia 16, sexta-feira - dia de folga no posto e consultório, costuma ser dia de muito trabalho em casa. Desse dia, lembro, porque me rebelei e, em vez de trabalhar, peguei um livro pra ler e terminei. To-di-nho. Muuuuito bom! A história continuou grudada no meu cérebro até domingo.

Este foi o livro.
Recomendadíssimo!
Mas é um volume 2. Comece pelo volume 1!

Dia 17, sábado - salão pra arrumar o cabelo, Mayã para maquiagem, e toca a viajar pra Soledade, para a formatura de segundo grau da sobrinha. Filha, genro e neto foram juntos, e o pequeno é um sossego no carro. Dorme quase o tempo todo. Sobre a formatura em si, por que todo esse povo dos discursos, diretores, professores homenageados, paraninfos, professor amigo da turma e tals, não se convencem que ninguém da plateia sabe do que diabos eles estão falando?! Seria muito mais legal dizerem tudo o que dizem em particular para os formandos, numa festinha só deles. E não cansar as famílias, o que inclui fartura de avós de cabelos brancos e bebês impacientes, com discursos que não terminam nunca! Um dos professores fez um vídeo, começando na QUINTA SÉRIE! Dá pra acreditar? E o vídeo tinha uns vinte minutos, ao menos! Aff, tem gente que nasceu sem noção!
O jantar estava ótimo e a turma jovem ficou pra festa. Os mais de quarenta se mandaram para as respectivas camas., assim como os menos de quarenta com crianças pequenas. Meu colar e minha pulseira se tornaram trens sobre a mesa para o neto brincar. Nos divertimos bastante enquanto aquele povo falava e falava e falava e falava e falava...
Dia 18, domingo - almoço - churrasco - na casa da irmã. Estava muito bom! Saímos de Soledade na metade da tarde, a viagem de volta foi tranquila, mas pareceu bem mais longa do que a ida.

Em resumo, hoje, segunda, devia ser sexta. Pra ter direito a um novo final de semana a partir de amanhã.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

12.12.2016

Segunda-feira

12.12, que data bonitinha!

Posto de saúde de manhã, cheio de entraves burocráticos atrapalhando ainda mais o serviço. Quase perdi a paciência, mas a culpa não era de ninguém que estava lá. Era de Brasília, de onde parece que nunca vem nada de bom. A pior ideia do mundo foi construir essa capital no meio de lugar algum, enfeitada por jardins tão enormes que 10.000 pessoas parecem estar fazendo um piquenique, não uma manifestação. Queria ver os senhores políticos fazerem a metade do que fazem se estivessem metidos no meio do Rio ou São Paulo, onde 10.000 pessoas fecham ruas e exigem explicações de verdade. Brasília é uma verdadeira torre de marfim, protegida não pela altura e pela falta de portas, mas pela distância a que aquela coisa fica de todo o resto.

Consultório de tarde, teve pacientes faltando, já é o esquema de final de ano. Mal adianta marcar. Eles não vêm. Chegaram livros que encomendei, e isso foi muito bom! Deu tempo de almoçar e correr um monte pra cumprir uma extensa lista de compras, cada uma num lugar diferente. Desde velas a açúcar mascava, passando por ba-guás para a entrada da casa.

De noite, em casa, tentei me concentrar em alguma coisa, mas não tive sucesso. Não limpei nada, não arrumei nada... Escrevi um pouquinho. Ou melhor, lapidei um texto que escrevi nos intervalos das consultas do posto de saúde.


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

11.12.2016



Domingo
De manhã, visitar a filha/neto. Brinquei montes de carrinho e com o Buzz Lighyear. O de pano, porque a brincadeira com ele é sempre meio bruta e o Buzz de plástico rígido não é uma boa ideia.

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E sabe a sala que eu queria faxinar o teto pra poder começar a arrumação de Natal? Não rolou. O que rolou foi a finalização da faxina na cozinha, porque muita coisa ficou no "entreposto" - ou seja, sobre o balcão ou o fogão a lenha, esperando seu destino final. Uma turma de canecas um pouco lascadas foi para uma sacola, rumo ao posto de saúde, amanhã. Outras coisas foram guardadas em locais mais adequados do que a cozinha. Um treco ou outro ainda foi parar no lixo seletivo. Aliás, ontem, saíram duas sacolonas de lixo seletivo da cozinha, cheias daquelas coisas que a gente vai guardando, guardando, guardando... Tipo assim remédio de cachorro vencido desde 2012. Não que eu não faxine a cozinha desde 2012, é claro. Mas esse tipo de coisa se esconde em cantos misteriosos e reaparece após o final da limpeza.

Também fiz o ritual do dia, "sequei" o Internacional que foi rebaixado para a segunda divisão do futebol... BEM FEITO! Quando nós (entenda-se gremistas) fomos rebaixados, eles encheram a boca pra dizer que time grande não cai pra segunda divisão. Peixe morre pela boca. Bem feito bem feito bem feito!

Depois, trabalho: atualizar as planilhas da editora e tentar escrever um pouco... Apesar dos esforços, desta vez não rolou uma escrita decente.



domingo, 11 de dezembro de 2016

09 e 10.12.2016

Dia 9, sexta. Dia de "folga", ou seja, de ficar em casa trabalhando feito doida... Estou escrevendo no sábado de noite; então, sinceramente, nem lembro o que fiz na sexta. Também, depois de dois dias indo dormir de madrugada, eu estava no controle remoto.

Dia 10, sábado, hoje. Sabe faxinão de fim de ano na cozinha, onde a gente arruma até dentro de armário? Pois é. Este foi o programa de hoje. Muuuuito legal esse jeito de passar folgas e finais de semana, sem dúvida. E amanhã tem mais. Preciso dar uma boa vassourada no forro da sala, o problema é o pé direito muito alto. Preciso limpar isso antes de começar a arrumação de Natal. E olha aí dezembro se sumindo rapidamente!

Nota de final de dia: consegui escrever um tanto do meu conto eternamente encalacrado que era pra estar pronto em setembro, na Bienal! UHU! Espero estar mesmo desencantando agora!





sábado, 10 de dezembro de 2016

07 e 08.12.2016


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Dia 7, quarta:
Correcorrecorrecorre o dia todo. De noite, Grêmio pentacampeão da Copa do Brasil, depois de 15 anos sem títulos! Cerveja, risos e pessoas acordadas até as duas da madrugada...





Resultado de imagem para oxumDia 8, quinta:
Correcorrecorrecorre o dia todo. Sem chance do menor cochilo! De noite, festa de uma amiga que é mãe de santo e faz aniversário justo no dia de Oxum, seu orixá. Nunca tinha ido num batuque. Estava cheio de pais de santo, muitos orixás incorporaram, recebi muito axé... Para uma estreante, eu gostei! Energia muito boa!

Dias bem fora do comum, na verdade. O corre-corre ficou por conta de trabalho, e-mails, tarefas da casa e companhia (i)limitada...


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

05 e 06.12.2016

Segunda e terça-feira

Segunda: posto de saúde, nada de almoço porque não deu tempo, banco, consultório, compras em alta velocidade, retorno ao consultório para pegar marcadores e livretos, ida para casa com uma tonelada de coisas. Ritual. Cair dura na cama.

Terça: faxina das oito até as onze e meia, telefonar para o táxi, tomar um banho em alta velocidade, improvisar um omelete de almoço e sair de casa meio-dia e dez para o posto de saúde. Odeio relógio-ponto. Deu pra "descansar" no serviço. Estou toda dolorida pela correria da manhã. Depois do posto, empacotar livros e levar para uma livraria aqui de Porto Alegre. Voltar para casa e fazer o ritual do dia. Entrar no site do banco e descobrir que não dá pra fazer mais nada a esta hora. Pia da cozinha atolada de coisas que vou já já lavar... Estão me dando nos nervos!

Cara, cadê os dias de 48 horas?!



domingo, 4 de dezembro de 2016

03 e 04.12.2016

Sábado e domingo

Dias tradicionalmente cheios de boas intenções, onde a gente pretende faxinar a casa, arrumar o jardim, colocar os e-mails em dia, escrever, resolver, bordar... E daí vem a tal da insônia insana (gostei disso, rsrs!), resultado: mais sobrevivi do que vivi no final de semana. Acrescentando-se a isso um aniversário de sobrinha-neta - graças à extensa família do marido, tenho mais de trinta disso, sou uma honrada tia-avó de muitos - que aliás estava maravilhoso, eis o fim de semana terminando sem uma faxina, um escrito, computador ignorado ontem e um pouquinho de bordado feito.

Menos mal que consegui manter os rituais em dia. Feito o de ontem, que saiu esquisito, e refeito o de ontem hoje de manhã. E feito o de hoje no final da tarde. Espero que sejam anúncio de um belo 2017, mesmo!

Organização da bagunça? Esqueça.
Editor: oi, quem é você, editora?
Escritora: ah, bom, essa é uma desconhecida mesmo.

Agora, neste restinho de domingo, vou me esforçar por colocar ao menos os e-mails em ordem.

E lá vamos nós pra mais uma semana!


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

02.12.2016

Sexta-feira, dia de "folga". Em dias em que "trabalho", canso menos!

Manhã até as 10:30h - ocupada com um pé de hortelã que pretendia dominar o mundo e afogar minha roseira amarela em chá. Podei o monstrinho. A parte mais de fora, onde os cães têm acesso (e marcam território), lavei e coloquei pra secar pra usar em defumações. Fica supercheiroso. A parte do miolo da moita, longe dos cães, lavei e deixei para secar - esses vão ser para chá. Deu uma trabalheira! Separei várias folhas lindas e coloquei na graspa, pra fazer um licor. Metade de um dia, e a graspa já está verdinha! Junto com a hortelã, coloquei anis estrelado. E já faz dois dias que estou fervendo, devagar e sem pressa, três bandejas de morango, porque o licor vai ser de morando, hortelã e anis. Só tem que ficar bom!

Encerrada a parte hortelã da manhã, toca a limpar, do teto ao chão, mais uma peça da casa. É o ex-quarto da filha, apelidado de quarto do Arthur, que é o neto. No faxinão, mexi até nos quadros das paredes, e adivinha? Um deles estava com a moldura comida de cupins. Acho que não vai dar pra salvar.

De tarde, assuntos da casa, do computador, dos e-mails... Nada muito incrível, pois uma insônia sem motivo me fez pegar no sono só após as três da madrugada. Com acordei às sete, até que considerei o dia bem bom! Pelo menos fiz coisas úteis, sem me arrastar o tempo todo.

Em tempo: de tarde, fiz o segundo ritual do Círculo de 2017 - Nossa Senhora Desatadora dos Nós, pra "desatar" o que 2016 deixou enrolado. Espero que ele seja mais fácil do que 2016.

Encerrando o dia: na caixona que esvaziei ontem, e que foi hoje para o lixo seletivo, encontrei meu alicate de bijuterias. Então, hoje de noite consertei quatro colares longamente estragados! Tem mais quatro para consertar, mas agora preciso encontrar argolinhas, presilhas e outras miudezas. Sei que comprei e estão em casa, mas vai achar!

Bom, aí está o resultado da poda do hortelã,
com a gata (Miranda) examinado.
Haja folha!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

01.12.2016

Quinta-feira

Consultório de manhã, homeopata de tarde... Ou seja, dia de "ir ao centro", uma vez que moro num bairro consideravelmente afastado. A lista passava por livros a serem colocados no Correio, cartuchos para a impressora e ingredientes para os Rituais de 2017 - velas, gliter, perfume, fitas, incensos, rosas brancas, etc. E acabei comprando um vestido lindíssimo, daqueles de usar todo o dia.

Chegando em casa, fiz o primeiro ritual seguindo a orientação do grupo. O primeiro é sempre de limpeza, com as rosas brancas. Muito bom!

Editora e escritora: nada

Organização: faxina em exames de laboratório e Rx antigos. Esvaziamento de uma mega caixa de papelão - mega mesmo, 100x50x40cm - cheia de tralhas variadas. Um saco de tralhas foi para o lixo, algumas coisas tinham destino certo, mas a maioria ficou espalhada no chão do quarto do filho, aguardando reorganização e decisão. A caixa vai para o lixo seletivo amanhã, para evitar novas tentações!

Observação: marido bem deprê, desencadeado pelo desastre de anteontem, com o time da Chapecoense. Tentei animar, mas está difícil... Ele está naquela do "vale a pena se esforçar tanto?". Desânimo total (nele).

E, bom... era isso!

Só porque é lindo!

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

30.11.2016

Quarta-feira

Ontem, chocada com o acidente que vitimou o time da Chapecoense.
Hoje, pasma ao compreender que o acidente foi causado por irresponsabilidade humana.

Resumidamente: ontem, dia de rotina. Na editora, os e-mails de sempre. Hoje, minha folga (consequência da reunião da semana passada). Foi um rodopio entre roupas, fazer almoço, atender assuntos da editora e fazer faxina de fim de ano, aquelas onde a gente lava até parede. Estou quebrada.

Deixo aqui o que postei no Face ontem:

Aos que se foram, luz.
Aos que ficaram, força.



terça-feira, 29 de novembro de 2016

28.11.2016

Segunda-feira

Noite de domingo pra segunda: temporal, falta de energia elétrica e internet, kit completo. Depois de um atrito com o marido sobre o tempo que ele passa com o nariz enfiado em WhatsApp, Face e similares no celular, o homem resolveu dormir na sala. Aí, no meio da madrugada, resolveu voltar ao quarto pra pegar - adivinhem! - o celular! Ligou a tranqueira às duas e meia da madrugada e, vejam só, tinha mensagem! Ele é engenheiro e está reformando um apartamento de cobertura. A velhinha do apartamento de baixo da cobertura estava reclamando que estava entrando água no apartamento dela. Moral da história: não vá bisbilhotar nas suas mensagens no meio da madrugada se não quiser sair no temporal, às duas e quarenta da madruga, pra descobrir que nem estava entrando tanta água assim no apê da velhinha com insônia... Bem feito, kkkk! Mas é claro que não consegui dormir enquanto o mala não voltou, mais de quatro da manhã.

Dia seguinte até menos no controle remoto do que eu esperava, considerando o pouco que dormi: manhã no posto, tarde no consultório onde, depois de várias semanas com dias de agenda vazia, atendi 6 pacientes. \o/

Desses 6 pacientes, duas manas, já mocinhas, são minhas pacientes desde bebês. Os pais delas têm algumas livrarias, que eu estava atendendo via distribuidora (que é do avô delas) de uma maneira muito capenga. Combinei com a mãe das meninas que o contato seria direto com as livrarias, pulando por cima do vovô que, apesar de ter uma distribuidora grande, está fazendo um péssimo trabalho. Azar. Chutando o balde. Ou seja, mix de notícia da editora com notícia de consultório. Cross-over de trabalho! Sobre a editora, hoje também vence uma parcela ($$) de livros mandados imprimir ainda para a Bienal, em setembro. Pela primeira, tenho dinheiro na conta da editora pra pagar em dia e sem sustos. Muito bom. Também terminei de ler o livro de uma candidata a autora. A história é boa, mas vai ser necessário encolher umas 100 páginas, tanto porque o enredo se arrasta demais no começo, quanto porque a protagonista pensa tanto que irrita. Vamos ver o que rola!

Escritora: cansada assim, nem pensar.

Trabalhos manuais: idem

A notícia do dia foi, definitivamente, ter conseguido terminar o livro da aspirante a autora. Além disso, o livro foi publicado pela Novo Século. Precisa ver como está a situação com eles, pois é o primeiro de uma trilogia e, para publicar o resto da série, temos que republicar o primeiro. Enfim...

Esse é o livro.



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

27.11.2016

Domingo

Dia atribulado. Visitamos o neto e tal, mas não foi um dia legal. 
Deixa pra lá.

Uma flor bonita pra desanuviar.
Nome mais corriqueiro: esponjinha

sábado, 26 de novembro de 2016

26.11.2016

Sábado

Assuntos da casa: varre, guarda, espana, lava, cozinha. Eita vidinha emocionante!

Editora: dá uma folga, ok?

Escritora: e eis que, espantosamente, saiu algum texto...! Tanta leitura de textos antigos parece ter funcionado! Não foi lá grandes coisas, só umas páginas, mas, gente, funcionou direitinho! Feliz demais aqui!

Trabalhos manuais: segue a casa caiada, tentando me focar nela e terminar uma coisa antes de começar outra. Mas a tentação está enorme!


Esta também é da casa

25.11.2016


Sexta-feira 

Quarto dia seguido de postagens. Bom. Escrever aqui me anima, me deixa com a convicção de que as tarefas pendentes estão se resolvendo. Sempre restam muitas mais, mas, afinal... Uma coisa por vez!

Sexta é o dia sem posto e sem consultório. Dia, portanto, de dar uma geral mais caprichada na casa. De colocar o lixo seletivo para fora, e de fazer alguma faxina rápida de última hora para o sacão de lixo ir sempre bem cheio. É impressionante a quantidade de coisas que saem da casa a cada semana, no dia do seletivo.
Na lista das coisas há-muito-por-fazer, ontem foi o ataque via inseticida às aranhinhas das venezianas da frente. Hoje, pedi ao Valdemar, jardineiro e encarregado dos serviços externos, para dar uma boa lavada com mangueira nelas, porque o inseticida ficou "lambuzado" na madeira. Ele acabou fazendo um faxinão excelente. O plano, agora, é um óleo de peroba geral, porque não estou a fim de esperar o tal "vamos correr uma lixa fina na madeira e depois passar um Osmocolor ou coisa do tipo". Isso sempre fica para, mais ou menos, o dia do São Nunca.
Com o Valdemar, também marquei o local de um novo canteiro para alojar duas novas mudas de roseira, que estão aguardando a vez na sacada.

Editora: a vida seria linda sem burocracia, mas estou me esforçando pra não deixar as coisas empilharem. Definitivamente, detesto responder e-mails. :P
Revisei o livro da amiga até a página 103 e mandei para ela. O combinado são blocos de 100. O livro tem 300 e qualquer coisa páginas.

Escritora: lendo ainda, e até tentei mexer em um texto. Funcionou bem pouquinho.

Trabalhos manuais: de novo o casa caiada. Não muito, fazendo companhia para o marido enquanto olhávamos um filme velho.

E foi isso... Amanhã é dia de lavar roupas de cama e de banho, e de pensar em uma faxinada mais convicta em algumas partes da casa. Ela é grande demais pra eu me estafar com a casa toda de uma vez só.

Esta é uma mini orquídea do jardim.
Lindinha!



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

24.11.2016

Quinta-feira

Folga inesperada pela manhã, o que significa sem pacientes no consultório... O movimento diminuiu bastante. Montes de gente está perdendo o emprego e o convênio junto, infelizmente. Ainda bem que a tal da crise é só propaganda da mídia. Imagina se não fosse!

Tarde: posto de saúde. Aproveitei qualquer minuto pra passar para os prontuários eletrônicos as informações da reunião da quarta. Melhor fazer logo antes de esquecer coisas importantes!

Editora: a rotina dos sempre presentes e-mails a serem respondidos. Parte boa: entrou um pagamento de livraria que estava atrasado. Terei caixa para os pagamentos do dia 29. Ufa!

Escritora: aproveitei a manhã para ler meus textos, partes que eu gosto. Quem sabe ajuda a desencantar!

Organização da bagunça: inseticida nas porcarias das aranhazinhas que se metem nas frestas das venezianas e enchem tudo de teias e bichinhos. A ecologia que me perdoe, mas era necessário.

Trabalhos manuais: um pouquinho de casa caiada. Pouquinho só!

De noite, o sagrado direito de jantar com calma, tomar uma cerveja e ir dormir, tentando não pensar em mais nada, e muito menos em tudo que está atrasado.




quinta-feira, 24 de novembro de 2016

23.11.2016

Quarta-feira

Manhã, trabalho normal na unidade de saúde. Tarde, reunião extra em outra unidade porque a chefa está de licença médica. Vai render um dia de folga na semana que vem. É reunião que não pode ser negligenciada, pois é a chance da unidade de saúde encaminhar pacientes que precisam de psiquiatria, psicologia, fonoaudiologia, nutricionista - especialidades difíceis de se obter vaga.
Noite: futebol na TV, torcendo pelo Grêmio que está na final da Copa Brasil. Ganhamos!

Editora: e-mails respondidos via iPad durante o dia, conforme a conexão permitia.

Escritora: oi? quem é essa?

Organização da bagunça: uma sacolona de coisas para doação na unidade de saúde, entre elas a colcha da qual desapeguei.

Leitura: seguindo a leitura do livro que mencionei ontem, nos intervalos de trabalho.

Trabalhos manuais: casa caiada, durante o jogo de futebol.

É. Até que, no geral, o dia rendeu. Estou procurando informações pra conseguir uma faxineira. Os vidros e o chão que precisa ser encerado exigem...

Sem necessidade de comentários.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

22.11.2016

Terça-feira

Nem vou comentar o tempo sumida. Muita coisa aconteceu, desaconteceu e/ou continua acontecendo. Com o tempo, vou mencionando aqui.

Uma das coisas que aconteceu foi o pedido de demissão da minha secretária doméstica, que estava comigo há mais de 15 anos. Isso faz mais de mês, e incluí as tarefas domésticas na minha já abarrotada agenda. É cansativo, mas também é bom. As coisas pararam de quebrar e sumir misteriosamente, a conta de energia elétrica diminuiu mais de metade (acho que, quando estava sozinha em casa, ela usava secadora de roupas até para secar pano de chão, e mantinha o split no máximo a vida toda), e a casa está mais com o meu jeito, minha energia. Tem umas sujeirinhas a mais, é claro, mas não me incomodam tanto quanto o sumiço das minhas coisas. Vou providenciar uma faxineira uma vez por quinzena, porque vidros de janelas, cera no chão e outras coisinhas estão definitivamente fora das minhas preferências e do meu tempo.

Editora: aos trancos e barrancos, sentindo na carne a queda do poder aquisitivo do povo. Mas sou teimosa. Estou revisando um livro para uma de minhas escritoras, que não vai ser publicado pela editora por enquanto (motivo - falta de $$$). Vai como favor pra amiga.

Escritora: bloqueada faz mais de dois meses. Isso sim, me incomoda montes. Vou tentar desencantar por aqui... Quem sabe funciona! O blog dos livros está abandonado faz mais de dois meses, desde o final da Bienal.

Organização da bagunça: arrumei o canto da roupa íntima e meias, que estava um caos. Eu não encontrava mais nada. Está tudo arrumadinho e o canto, como um todo, sofreu um faxinão.

Desapega: uma colcha que comprei achando bem bonita, mas se mostrou pouco prática. Agora descobri uma mega mancha nela que, apesar de não ser tão notável assim, puxa meus olhos como um imã cada vez que entro no quarto. Adeus, colcha. As duas capas de travesseiro terão utilidade e ficam.

Leitura: uma candidata a autora da editora. Boa leitura, revisão até bem feita (livro publicado por uma editora que não é conhecida por revisões bem feitas), história que as resenhas dizem ter final inesperado. Vamos ver.

Trabalhos manuais: hoje, nada de casa caiada. Foquei na leitura.


Sei lá.
Acho que nunca quis ser uma princesa.
Ao menos, uma princesa convencional.

sábado, 6 de agosto de 2016

04 e 05.08.2016

Dia 4, quinta, foi dia de trabalho intenso e praticamente exclusivo na parte da editora, revisando conteúdos e diagramações. Dia 4, noite, foi de uma insônia terrível - dormi apenas 3 horas. Na sexta, dia 5, fui ao médico que já estava marcado, cumpri algumas tarefas no centro da cidade e, no geral, fui um zumbi. Não há quem consiga raciocinar desse jeito. Raciocinei tão pouco que esqueci de pagar as contas que vencem dia 5. Lindo. Segunda, preciso correr atrás.


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

02 e 03.08.2016

Terça-feira

Casa:
1. Comecei a manta do filho caçula. Promessa é dívida.
3. Point anti-bagunça 1: a área. Corte de uma tremenda quantidade de folhas velhas e bagunças gerais. Mais outro meio saco de lixo.
4. Point anti-bagunça 2: o quarto. Não mexi nele hoje.

Editora:
Completei a revisão da diagramação de Magia, de Jéssica Macedo. Ela diagrama muito bem! Biblioteca Nacional: precisei telefonar para lá para descobrir como desencantar os ISBNs encravados. A menina foi muito gentil. Acho que agora vai! ISBN de Talismãs liberado, porque é série. Ainda faltam os de Magia e de A Profecia de Mídria.

Quarta-feira: correrias gerais da vida, sem tempo pra arrumação alguma. Mal deu tempo de ver os e-mails mais emergenciais da editora, que são sempre uma pilha imensa.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

01.08.2016

Segunda-feira

Casa:
1. Incensos. O ambiente está pesado. E incenso de limpeza, de cheiro bem forte. Vamos que vamos...
2. Mais uma toalha de mão com a bainha consertada.
3. Point anti-bagunça 1: a área. Varrição da maior parte da área das plantas e esvaziamento de vasos cujas plantas morreram. Deu mais de metade de um saco de ração de cachorros, daqueles grandões, de lixo. E mais de hora de serviço, também. O aspecto geral melhorou. E uma das minhas orquídeas mais antigas e queridas definitivamente se foi.
4. Point anti-bagunça 2: o quarto. Não mexi nele hoje.

Editora:
Arquivo revisado pela filha de O Segredo da Caveira de Cristal foi para a diagramadora, para pequenas modificações. Beco da Ilusão foi para a filha, para a revisão final de palavras perdidas. Seguem tratativas com a gráfica. Segue a indefinição da Biblioteca Nacional.

Escritora:
Trabalho online com a Thais. Conseguimos organizar o início da pré-venda de Talismãs, o livro 3 da série.


Eis aí o cara!

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

31.07.2016

Domingo.

Retornando depois de uma longa ausência. 

Casa: pequenas vitórias.
1. Objetivo de "um lixo fora por dia" de dois pontos da casa que estão caóticos: a área externa, com plantas, do meu quarto, e o ex-quarto da filha que deveria ser o escritório do marido e virou só um point de bagunça. Serão pontos atacados em todos os dias em que eu estiver em casa.
- da área: uma bandeja de pintura estropiada pelo clima que, se não fosse o frio, teria virado criatório de mosquitos. Estava pensando em jogar fora há meses, e isso não é exagero.
- no ex-quarto da filha: alguns papéis espalhados. Mais importante: algumas boas ideias do que fazer com tralhas maiores.
2. Toalha de mão com as bainhas laterais desfazendo; foi caprichosamente costurada à mão. Ficou novinha.

Editora:
1. Encerrada a revisão do título mais difícil, Beco da Ilusão. Vai para a filha ler e ver se faltam/sobram letras/palavras. Chega uma hora em que não enxergo mais nada.
2. Terminei o apêndice de Talismãs. Agradecimentos a 70%. Falta algo tipo "palavras da autora" no começo. Falta cabeça pra fazer, também.
3. E-mails avisando aos novos parceiros que seus livros estão a caminho. Haja paciência pra fazer isso.

Escritora:
1. Capítulo do Olho do Feiticeiro escrito e publicado. 3.000 palavras num dia. Nada mal.
2. Postagem no blog, depois de mais de dois meses de ausência. Não foi só daqui que sumi.


E acho que estou no "ensina a nadar",
porque esta tempestade não para.


quarta-feira, 9 de março de 2016

09.03.2016

Quarta-feira

Anteontem: um monte de sacolas de roupas para o posto de saúde, para serem distribuídas. Vieram da casa da filha.

Ontem: outro monte de sacolas de roupas que saíram daqui de casa, para o mesmo destino.

Hoje: primeira revisão do livro da Lilian terminada. Tentativa de contato com a Biblioteca Nacional dando em nada - problemas no site. Contatos feitos com diversas livrarias de Belo Horizonte. A vida segue!

Um dos futuros lançamentos!


quinta-feira, 3 de março de 2016

03.03.2016

Quinta-feira

Pequenas vitórias:
- arranjo da sala finalmente arrumado, depois de ficar jogado por quase um mês no meio do caminho
- enfeite de Natal terminado. Vai ser usado no Natal que vem.


Grandes vitórias:
- um monte de livretos de divulgação mandados para livrarias e distribuidoras;
- mais um pedido de livros de uma nova livraria;
- montes de coisas resolvidas na internet.

A tranqueira do dia:
- gastroenterite de volta...

quarta-feira, 2 de março de 2016

02.03.2016

Quarta-feira

Nem vou entrar no recall destes quase trinta dias sem uma postagenzinha. Foram dias de correria geral... Às vezes, parece que a correria nunca vai acabar.

Lista das pequenas vitórias do dia:

- alguns vasos de flores, destes de colocar sobre a mesa, com água, que vieram da casa da minha mãe no sábado (dividimos os objetos pessoais e os da casa) foram finalmente lavados e guardados;
- diversas plantas do jardim foram arrumadas. Nada que se enxergue quando está feito... Só aparece quando NÃO está feito.

Lista das vitórias maiores:

- a maldita transportadora finalmente veio buscar os livros para BH, depois de contratempos e adiamentos desde sexta;
- a capa do livro da Lilian está pronta;
- o Selo Jovem está pronto e colocado na capa;
- estou terminando de revisar o capítulo 9 do livro dela;
- os brindes para o pré-lançamento do livro da Keila estão se organizando e encaminhando.

E...

O filho do meio, que tinha brigado com a namorada e voltado para casa, foi morar no apê da minha mãe com um primo. Saiu mesmo de casa...

E, no momento, estou trabalhando, tomando um copo de vinho, enquanto o marido está no show dos Rolling Stones tomando chuva... Vai chegar feliz, molhado e gripado!


Só porque é uma graça!


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

29 de janeiro a 8 de fevereiro

A última postagem aqui foi justamente no dia 29, e comentei o quanto o dia estava quente. Pois bem, à noite, o céu desabou sobre Porto Alegre. Aqui na região extremo Sul da cidade (onde moro), foi muito vento, muita chuva e a pior tempestade elétrica que já vi. Dava medo até chegar perto das janelas, e eu não sou das assustadas com temporais. Faltou energia elétrica por algumas horas e retornou de madrugada.

Descobrimos que, aqui em casa, fomos afortunados.

Um verdadeiro ciclone ou tornado - não sei o que a meteorologia oficialmente diz; já disseram tantas coisas "oficiais" que não dou mais atenção - veio do nosso rio (lago) Guaíba, entrou pelo Parque Marinha do Brasil, derrubou ou quebrou cerca de 40% de suas árvores adultas, seguiu pelos bairros Menino Deus, Cidade Baixa e Santana e causou caos em outros bairros da cidade antes de se dissipar. Por que não dou atenção ao que a meteorologia diz que foi? Porque eu vi, e só vendo para acreditar no que o vento fez. Árvores enormes foram arrancadas pela raiz. Árvores de madeira muito dura foram giradas e desgalhadas, como se alguém tivesse puxado seus grossos galhos fora até não restar nenhum. O Cisne Branco, grande e tradicional barco de passeios pelo Guaíba, afundou. A cidade ficou sem energia elétrica por dias. Vidros explodiram nos shoppings e hospitais como se fosse cena de filmes. Há locais, no Marinha do Brasil e no Menino Deus, onde parece que explodiu uma bomba. São dez dias desde o "temporal" e apenas foram retiradas as árvores que estavam obstruindo as ruas - e ainda há ruas interditadas. Bairros centrais da cidade demoraram mais de dois dias a ter a energia restaurada, apesar das equipes trabalhando dia e noite. Abaixo seguem algumas fotos, mas nenhuma delas pode dar a correta impressão do que aconteceu aqui. Foram mais de 2.000 árvores derrubadas ou seriamente danificadas e 140.000 pessoas sem energia elétrica. Agora, dez dias depois, cidade continua tentando se recuperar.

Explicações oficiais:


"O Metroclima da Prefeitura de Porto Alegre classificou a tempestade como “macroburst”, um fenômeno meteorológico incomum, onde uma forte corrente descendente de vento se espalha de modo radial, a partir de um ponto central, sendo capaz de gerar rajadas tão fortes e destruidoras quanto as de um tornado intenso." (link)

"O evento pode até ser comparado a um furacão. Apesar de as origens serem diferentes, a meteorologia classifica como furacão de categoria 1 situações em que se registrem ventos de mais de 117km/h. Mas o que aconteceu em Porto Alegre não foi propriamente um furacão. Até agora, o provável é que tenha sido um fenômeno conhecido como microexplosão, tempestades de vento que se formam em nuvens do tipo cúmulo-nimbo em razão do encontro entre ar quente e frio." (link)
Sei não. Eu vi árvores que foram torcidas e arrancadas por um vento que girou, não se irradiou a partir de um ponto focal! Tudo bem, tinha as que pareciam derrubadas por uma explosão, mas tinham outras que explosão alguma justifica!


Do ponto de vista pessoal, foram dias de trabalho e muito cansaço. Mallerey mandou o Anjo Negro de volta para a segunda revisão (trabalho por etapas, sempre. Primeiro tiro o grosso do caminho, depois torno a revisar para ajustar as miudezas) e a primeira prova de Talismãs, o meu livro, veio da diagramadora. E sábado e domingo eu dormi quase o tempo todo. Estava exausta. Agora já estou só cansada. Melhorou.