terça-feira, 26 de março de 2019

19 a 25.03.2019

Resumindo, dias em que a insônia se fez muito presente, o que bagunçou completamente os dias e acabou com atividades produtivas. Estive no modo de sobrevivência; na verdade, ainda estou um bocadinho. Há muitas tarefas acumuladas, a editora ficou de lado e não escrevi uma linha dos meus livros depois de uma semana de produção intensa.

Mas, enfim, vamos que vamos.

Pensamento do dia:

terça-feira, 19 de março de 2019

17 e 18.03.2019

Dia 17, domingo

O sono só chegou muito tarde, ontem. Duas e trinta da madrugada. Coloquei o relógio para as oito para não sair demais do horário e passei o dia meio que de folga. Ou seja, fiz domingo! Olhei TV, joguinhos no tablet, coisas do tipo.

A escada ficou assim.
O esquema de pendurar o espelho não funcionou. Voltemos ao básico.
Arrumei a escada, o que sempre me toma mais de hora.
Sem exercícios.



Dia 18, segunda

Pensou que ia dormir cedo? Vã ilusão. O sono só veio às três e acordei seis e meia para as tarefas da casa e estar no posto às oito. Tinha apenas um paciente no consultório de tarde, e dispensei. Descansei de tarde.
Não escrevi. Meu cérebro está precisando de folga depois da semana passada.
A limpeza foi no banheiro do andar dos quartos - esse para o qual a escada com vasos e pedras leva.
Desceram livros, que vão voltar para as prateleiras da biblioteca, e revistas, que vão para o posto. E uma caixa de conchas que estava no armário sob a pia. Tenho conchas enfeitando a bancada da pia e eventualmente troco, mas essas estavam esquecidas há mais de ano na caixa. vou ver o que fazer com elas.
Exercícios feitos. Como estou há muito tempo sem fazer, repeti os do primeiro dia de treino. Vou acelerar mais devagar do que eles recomendam.


sábado, 16 de março de 2019

10 a 16.03.2019

Quase uma semana.

Resumindo: trabalhei, escrevi, escrevi, escrevi. Quase um capítulo por dia do livro 5. Tarefas diversas na casa, mantendo em ordem.

Hoje, decidi dar início sério ao meu programa de exercícios abdominais, que se inicia com a faxina caprichada de uma peça da casa como aquecimento. O escolhido foi meu quarto. Incluiu uma peça não terminada, que deveria ser o banheiro da suíte e é só uma coisa fechada sem forro. Varri e aspirei o chão disso, tirei até morcego morto. Depois, faxina no capricho no quarto. A única coisa que ficou no lugar foi a cama. Closet entrou no pano e vassoura e, nesse, já tenho planos de arrumar os sapatos na próxima faxina.

Da peça abandonada, saíram os dois violões do ex, tapados de pó, esquecidos. Foram lá para a casa onde ele centrifuga mel, o meu QG dos "Cai Fora da Minha Casa". Do closet, vários pijaminhas foram para lavar, e acredito que não voltam para a prateleira. Vão para doação.

Beleza de limpeza é isso: sempre tem coisa que se manda.

Ah, e tive uma ótima ideia para dependurar o espelho grandão num gancho forte que está bem no lugar que preciso, mas, obviamente, não encaixa com os ganchos do espelho. Amanhã vou testar. Envolve arames e alicates.

Linda.

domingo, 10 de março de 2019

7 a 10.03.2019

Dia 7, quinta-feira
De manhã em casa, de tarde no posto. Pelo menos estava acordada.

Dia 8, sexta - escrevendo e ignorando o mundo

Dia 9, sábado - escrevendo e ignorando o mundo. A comida dos cachorros queimou no fundo da panela, nada grave. Esqueci de pedir para a agropecuária mandar mais ração para eles. Esqueci chaleira no fogo. Esqueci mil coisas.

Dia 10, domingo - vontade de continuar escrevendo, mas a cabeça manda ancorar os pés no mundo. A cozinha me ocupou uma hora e meia. Depois passei a segunda demão de verniz nos 8 vasos que estão no chão da sala faz uma semana. Arrumei 9 vasos de flores, inclusive um que vai de volta para o posto. Fiz postagem para o blog dos livros.
Só agora, no fim do dia, vou ver a parte "escrever" da vida. Não dá para se mudar tanto assim pra outro mundo.


Assunto do blog dos livros:
primeira versão do traje dos personagens


quinta-feira, 7 de março de 2019

03 a 06.03.2019

Dia 3, domingo de Carnaval - o que não faz a menor diferença, porque estou no time do Unidos do Qualquer-Coisa, menos Carnaval.

Como a memória para a rotina continua virada em Dori.com, tive que olhar no zap para lembrar do que fiz no domingo.
A Bea, a Lu e o namorado Jonatã vieram almoçar comigo (observação, quase toda a carne moída de frango de ontem já estava preparada e no frezzer. Lembro disso porque peguei a de gado para o nosso almoço), trazer algumas pedras que a Bea comprou em Soledade e levar uns extras para o novo apartamento da Lu, uma feliz aprovada em Psicologia na Católica. Comemos, bebemos (bastante vinho) e olhamos TV.
As pedras que vieram: selenita para ancorar a proteção da casa, alguns bastões de selenita muito estilosos em forma de estilete, 16 corações de cristal de rocha e quartzo rosa para ativar as áreas de relacionamento da casa.
O que a Lu levou: principalmente o liquidificador e a TV velha, mais umas coisas para a casa que estavam no estoque inativo, tipo taças antigas de espumante. Ela parece ter gostado bastante.
E é o que me lembro de domingo. Com ajuda.


Dia 4, segunda-feira de Carnaval. Me orgulho de dizer que não liguei TV nem noticiário para ver o que acontece nesse país absurdo que para por quase uma semana.

Zap ajudando nos acontecimentos de novo.
Passei o dia em casa, fazendo nem lembro o quê. Jantei no Outback com o Alex e a Aline. Comemos. Bebemos. Bebemos mais um pouco. Fiquei sóbria depois do terceiro canecão de cerveja, veja a loucura. E tomei mais um. Sobremesas épicas.


Dia 5, terça-feira de Carnaval, que continuo ignorando.
Zap me ajuda e informa que foi dia de maratona Lúcifer, envernizamento de vasos de barro, retomada de um velho ponto cruz e muito chimarrão.
Lúcifer: realmente, tinha episódios que eu não tinha visto. Acredito que vi os primeiros, pulei para o final e alguns do meio se perderam. É uma ótima série. Tomara que a quarta temporada venha logo.
Vasos: mais uma turma encontrada largada no pátio
Ponto cruz: o anjo do inverno, abandonado há muito tempo. A trama é menor, vai ficar menor do que seus irmãos.

E, depois do Lúcifer, dei uma espiada em Discovery, que não está nem perto do nível da Nova Geração, mas melhorou muito em relação à primeira temporada. Daí resolvi ir dormir depois da meia-noite. E encontrei uma turma de marimbondos se aninhando no forro do meu quarto. E a glicínia da entrada está morrendo mesmo, uma parte dela que estava brotando se encolheu e secou como o resto.
Tasquei inseticida nos marimbondos, acendi uma vela de limpeza e proteção, coloquei as selenitas para a proteção da casa (tirei para colocar na Lua cheia faz 2 semanas e não recoloquei no lugar), usei os pantáculos e incensos do último Círculo de Proteção e mais uma defumada com palo santo. Ô gente desocupada que não tem o que fazer além de perturbar a vida alheia.



Dia 6, quarta-feira de Cinzas. Acabou. Graças.
A noite foi péssima, agitada e mal-dormida. De manhã, posto de saúde, porque o prefeito cancelou o tradicional meio feriado da quarta de cinzas. Ainda bem que estava sem agenda, porque estava quase dormindo em pé.
Em casa, de tarde, descansei atirada no sofá, olhando Discovery. Fui até o último capítulo disponível. Tá melhorzinha mesmo, mas ainda tem capítulos que irritam. Dá pra olhar.
Depois, voltou o fôlego e fui fazer o que tinha me prometido ontem: limpar os cantos da casa onde ficam os cristais de proteção. Na lavanderia, estava um caos, porque é um canto atrás da secadora que não devia ser mexido há anos. Agora ficou limpíssimo. Me ocupei durante horas com isso.

Lindinhos!
Em tempo: minhas três gatas dormem dia e noite.
Certo que não são mais meninas, são respeitáveis senhoras,
mas não dormiam tanto assim.
Como gatos transmutam energia negativa enquanto dormem
é sinal que tem muito disso por aqui.
Toca a reforçar proteção.
Ainda mais na Quaresma, que o bicho corre solto.


sábado, 2 de março de 2019

02.03.2019

Sábado de Carnaval - o que só faz diferença para mim pelo feriado.

Acordei mais descansada, mas, se tento lembrar o que fiz pela manhã, aparece só um branco. Tenho que fazer as contas e repescar recordações.

O Valdemar esteve aqui num meio dia extra, para terminar de retirar a planta podada. Por aí, dá para perceber o tamanhão que ela estava. Tudo parece a fim de virar floresta amazônica, exceto a glicínia da área da frente, que está definitivamente morrendo. Uma planta de mais de dez anos secando sem motivo aparente. Não, nem é macumba que ela está segurando, imagina...

Troquei as plantas de dentro de casa, no rodízio que havia imaginado. Na escada, entraram as avencas em degraus alternados. Coloquei também algumas pedras, ficou bem bonito. Na mesa de centro, uma suculenta em um prato de vidro quadrado com pedras. Também ficou bem legal. A casa, no geral, está com uma cara mais leve com todas essas plantas. Vale a pena caprichar.

Terminei de revisar o livro da Lilian, quer dizer, revisão n. 1. Ainda teremos a 2 pelo menos. Mas ao menos o grosso saiu do caminho.

O Guto e a Aline estiveram aqui para almoçar. Adorei. Aliás, pedi ao filho para trazer 4 quilos de carne moída de frango e mais 4 de gado. Isso significa cozinhar um bocado e deixar tudo pronto, em porções, para ser usado nas próximas semanas. A carne de frango já está quase toda pronta. Amanhã tem mais trabalho nisso.


01.03.2019


Sexta-feira

Estou escrevendo no sábado de noite. O cansaço chega a um ponto em que ontem à tarde despenquei dormindo durante duas a três horas. Pensei que não conseguiria dormir à noite, mas, para minha surpresa, apaguei depois de três latinhas de cerveja (duas latinhas e um latão). Não sei nem a que horas dormi.

Felizmente, deixei anotado como rascunho as coisas do dia.

1. O Valdemar começou a mexer no caramanchão, retirando o chapéu-chinês que tinha tomado conta de tudo. Vai ser uma senhora limpa.

2. Arrumei o fogão a lenha e o armário de copos. Tirei pó, rearrumei os enfeites... É estranho como fica com uma cara mais limpa quando a gente é que limpa.

3. Achei mais vasos de barro para envernizar. Já lavei alguns, estão secando.

4. Quase terminei de revisar o livro da Lilian. Ao menos, a primeira revisão, que é a mais pesada.

Esse é o chapéu-chinês.
Vai continuar lá, mas sob controle.
Resultado de imagem para chapeu chines planta


sexta-feira, 1 de março de 2019

28.02.2019

Quinta-feira

A cabeça está cansada. Eu estou cansada.

Não tive consultório de manhã, o único paciente desmarcou. Fiquei em casa zanzando, e não me pergunte o que fiz. Não lembro, simples assim. Arrumando coisinhas diversas, suponho. Se eu lembrar, anoto mais adiante.

De tarde, posto. Antes da reunião, deu tempo de responder alguma coisa daquela caixa de e-mails da editora, que tem coisas sem fim no estoque e me incomoda, mesmo sabendo que posso simplesmente ignorar.

Na volta pra casa, arrumei um vaso grande, fiz uma floreira com um monte de mudas de moranguinhos que estavam fugindo do vaso original, varri, podei... Enfim, me ocupei mais d hora com as plantas.

Dentro de casa, fiz uma faxina caprichada num armarinho de míseras quatro gavetas. Uma gaveta acabou vazia. Um saco de seletivo se foi, e tem mais um saco de etecéteras para o posto: papeizinhos, canetas, lapiseiras.

A imagem de pintura com diamantes está quase pronta.

Não consegui escrever nem revisar uma linha. A encrenca com o ISBN do livro novo da Jess está no terceiro vai-e-volta por conta de míseros detalhes na folha de rosto.

De noite, fiz um escalda-pés com cebola, alho e sal grosso de acordo com as instruções da Isa e rodei o japamala.

Tomei remédio para dormir. Preciso afundar no sono para tirar esse cansaço de mim.





Esse cara foi a bola da vez. Estava tão tapado de mato que não se via a terra.

Ficaram só os pés originais de moranguinho. Substituí uma parte da terra. E plantei seis sementes de abobrinhas e algumas rúculas na parte vazia. Os vasinhos de planta e pauzinhos são para evitar que as gatas deitem em cima ou, pior, usem de banheiro.