quarta-feira, 30 de novembro de 2016

30.11.2016

Quarta-feira

Ontem, chocada com o acidente que vitimou o time da Chapecoense.
Hoje, pasma ao compreender que o acidente foi causado por irresponsabilidade humana.

Resumidamente: ontem, dia de rotina. Na editora, os e-mails de sempre. Hoje, minha folga (consequência da reunião da semana passada). Foi um rodopio entre roupas, fazer almoço, atender assuntos da editora e fazer faxina de fim de ano, aquelas onde a gente lava até parede. Estou quebrada.

Deixo aqui o que postei no Face ontem:

Aos que se foram, luz.
Aos que ficaram, força.



terça-feira, 29 de novembro de 2016

28.11.2016

Segunda-feira

Noite de domingo pra segunda: temporal, falta de energia elétrica e internet, kit completo. Depois de um atrito com o marido sobre o tempo que ele passa com o nariz enfiado em WhatsApp, Face e similares no celular, o homem resolveu dormir na sala. Aí, no meio da madrugada, resolveu voltar ao quarto pra pegar - adivinhem! - o celular! Ligou a tranqueira às duas e meia da madrugada e, vejam só, tinha mensagem! Ele é engenheiro e está reformando um apartamento de cobertura. A velhinha do apartamento de baixo da cobertura estava reclamando que estava entrando água no apartamento dela. Moral da história: não vá bisbilhotar nas suas mensagens no meio da madrugada se não quiser sair no temporal, às duas e quarenta da madruga, pra descobrir que nem estava entrando tanta água assim no apê da velhinha com insônia... Bem feito, kkkk! Mas é claro que não consegui dormir enquanto o mala não voltou, mais de quatro da manhã.

Dia seguinte até menos no controle remoto do que eu esperava, considerando o pouco que dormi: manhã no posto, tarde no consultório onde, depois de várias semanas com dias de agenda vazia, atendi 6 pacientes. \o/

Desses 6 pacientes, duas manas, já mocinhas, são minhas pacientes desde bebês. Os pais delas têm algumas livrarias, que eu estava atendendo via distribuidora (que é do avô delas) de uma maneira muito capenga. Combinei com a mãe das meninas que o contato seria direto com as livrarias, pulando por cima do vovô que, apesar de ter uma distribuidora grande, está fazendo um péssimo trabalho. Azar. Chutando o balde. Ou seja, mix de notícia da editora com notícia de consultório. Cross-over de trabalho! Sobre a editora, hoje também vence uma parcela ($$) de livros mandados imprimir ainda para a Bienal, em setembro. Pela primeira, tenho dinheiro na conta da editora pra pagar em dia e sem sustos. Muito bom. Também terminei de ler o livro de uma candidata a autora. A história é boa, mas vai ser necessário encolher umas 100 páginas, tanto porque o enredo se arrasta demais no começo, quanto porque a protagonista pensa tanto que irrita. Vamos ver o que rola!

Escritora: cansada assim, nem pensar.

Trabalhos manuais: idem

A notícia do dia foi, definitivamente, ter conseguido terminar o livro da aspirante a autora. Além disso, o livro foi publicado pela Novo Século. Precisa ver como está a situação com eles, pois é o primeiro de uma trilogia e, para publicar o resto da série, temos que republicar o primeiro. Enfim...

Esse é o livro.



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

27.11.2016

Domingo

Dia atribulado. Visitamos o neto e tal, mas não foi um dia legal. 
Deixa pra lá.

Uma flor bonita pra desanuviar.
Nome mais corriqueiro: esponjinha

sábado, 26 de novembro de 2016

26.11.2016

Sábado

Assuntos da casa: varre, guarda, espana, lava, cozinha. Eita vidinha emocionante!

Editora: dá uma folga, ok?

Escritora: e eis que, espantosamente, saiu algum texto...! Tanta leitura de textos antigos parece ter funcionado! Não foi lá grandes coisas, só umas páginas, mas, gente, funcionou direitinho! Feliz demais aqui!

Trabalhos manuais: segue a casa caiada, tentando me focar nela e terminar uma coisa antes de começar outra. Mas a tentação está enorme!


Esta também é da casa

25.11.2016


Sexta-feira 

Quarto dia seguido de postagens. Bom. Escrever aqui me anima, me deixa com a convicção de que as tarefas pendentes estão se resolvendo. Sempre restam muitas mais, mas, afinal... Uma coisa por vez!

Sexta é o dia sem posto e sem consultório. Dia, portanto, de dar uma geral mais caprichada na casa. De colocar o lixo seletivo para fora, e de fazer alguma faxina rápida de última hora para o sacão de lixo ir sempre bem cheio. É impressionante a quantidade de coisas que saem da casa a cada semana, no dia do seletivo.
Na lista das coisas há-muito-por-fazer, ontem foi o ataque via inseticida às aranhinhas das venezianas da frente. Hoje, pedi ao Valdemar, jardineiro e encarregado dos serviços externos, para dar uma boa lavada com mangueira nelas, porque o inseticida ficou "lambuzado" na madeira. Ele acabou fazendo um faxinão excelente. O plano, agora, é um óleo de peroba geral, porque não estou a fim de esperar o tal "vamos correr uma lixa fina na madeira e depois passar um Osmocolor ou coisa do tipo". Isso sempre fica para, mais ou menos, o dia do São Nunca.
Com o Valdemar, também marquei o local de um novo canteiro para alojar duas novas mudas de roseira, que estão aguardando a vez na sacada.

Editora: a vida seria linda sem burocracia, mas estou me esforçando pra não deixar as coisas empilharem. Definitivamente, detesto responder e-mails. :P
Revisei o livro da amiga até a página 103 e mandei para ela. O combinado são blocos de 100. O livro tem 300 e qualquer coisa páginas.

Escritora: lendo ainda, e até tentei mexer em um texto. Funcionou bem pouquinho.

Trabalhos manuais: de novo o casa caiada. Não muito, fazendo companhia para o marido enquanto olhávamos um filme velho.

E foi isso... Amanhã é dia de lavar roupas de cama e de banho, e de pensar em uma faxinada mais convicta em algumas partes da casa. Ela é grande demais pra eu me estafar com a casa toda de uma vez só.

Esta é uma mini orquídea do jardim.
Lindinha!



sexta-feira, 25 de novembro de 2016

24.11.2016

Quinta-feira

Folga inesperada pela manhã, o que significa sem pacientes no consultório... O movimento diminuiu bastante. Montes de gente está perdendo o emprego e o convênio junto, infelizmente. Ainda bem que a tal da crise é só propaganda da mídia. Imagina se não fosse!

Tarde: posto de saúde. Aproveitei qualquer minuto pra passar para os prontuários eletrônicos as informações da reunião da quarta. Melhor fazer logo antes de esquecer coisas importantes!

Editora: a rotina dos sempre presentes e-mails a serem respondidos. Parte boa: entrou um pagamento de livraria que estava atrasado. Terei caixa para os pagamentos do dia 29. Ufa!

Escritora: aproveitei a manhã para ler meus textos, partes que eu gosto. Quem sabe ajuda a desencantar!

Organização da bagunça: inseticida nas porcarias das aranhazinhas que se metem nas frestas das venezianas e enchem tudo de teias e bichinhos. A ecologia que me perdoe, mas era necessário.

Trabalhos manuais: um pouquinho de casa caiada. Pouquinho só!

De noite, o sagrado direito de jantar com calma, tomar uma cerveja e ir dormir, tentando não pensar em mais nada, e muito menos em tudo que está atrasado.




quinta-feira, 24 de novembro de 2016

23.11.2016

Quarta-feira

Manhã, trabalho normal na unidade de saúde. Tarde, reunião extra em outra unidade porque a chefa está de licença médica. Vai render um dia de folga na semana que vem. É reunião que não pode ser negligenciada, pois é a chance da unidade de saúde encaminhar pacientes que precisam de psiquiatria, psicologia, fonoaudiologia, nutricionista - especialidades difíceis de se obter vaga.
Noite: futebol na TV, torcendo pelo Grêmio que está na final da Copa Brasil. Ganhamos!

Editora: e-mails respondidos via iPad durante o dia, conforme a conexão permitia.

Escritora: oi? quem é essa?

Organização da bagunça: uma sacolona de coisas para doação na unidade de saúde, entre elas a colcha da qual desapeguei.

Leitura: seguindo a leitura do livro que mencionei ontem, nos intervalos de trabalho.

Trabalhos manuais: casa caiada, durante o jogo de futebol.

É. Até que, no geral, o dia rendeu. Estou procurando informações pra conseguir uma faxineira. Os vidros e o chão que precisa ser encerado exigem...

Sem necessidade de comentários.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

22.11.2016

Terça-feira

Nem vou comentar o tempo sumida. Muita coisa aconteceu, desaconteceu e/ou continua acontecendo. Com o tempo, vou mencionando aqui.

Uma das coisas que aconteceu foi o pedido de demissão da minha secretária doméstica, que estava comigo há mais de 15 anos. Isso faz mais de mês, e incluí as tarefas domésticas na minha já abarrotada agenda. É cansativo, mas também é bom. As coisas pararam de quebrar e sumir misteriosamente, a conta de energia elétrica diminuiu mais de metade (acho que, quando estava sozinha em casa, ela usava secadora de roupas até para secar pano de chão, e mantinha o split no máximo a vida toda), e a casa está mais com o meu jeito, minha energia. Tem umas sujeirinhas a mais, é claro, mas não me incomodam tanto quanto o sumiço das minhas coisas. Vou providenciar uma faxineira uma vez por quinzena, porque vidros de janelas, cera no chão e outras coisinhas estão definitivamente fora das minhas preferências e do meu tempo.

Editora: aos trancos e barrancos, sentindo na carne a queda do poder aquisitivo do povo. Mas sou teimosa. Estou revisando um livro para uma de minhas escritoras, que não vai ser publicado pela editora por enquanto (motivo - falta de $$$). Vai como favor pra amiga.

Escritora: bloqueada faz mais de dois meses. Isso sim, me incomoda montes. Vou tentar desencantar por aqui... Quem sabe funciona! O blog dos livros está abandonado faz mais de dois meses, desde o final da Bienal.

Organização da bagunça: arrumei o canto da roupa íntima e meias, que estava um caos. Eu não encontrava mais nada. Está tudo arrumadinho e o canto, como um todo, sofreu um faxinão.

Desapega: uma colcha que comprei achando bem bonita, mas se mostrou pouco prática. Agora descobri uma mega mancha nela que, apesar de não ser tão notável assim, puxa meus olhos como um imã cada vez que entro no quarto. Adeus, colcha. As duas capas de travesseiro terão utilidade e ficam.

Leitura: uma candidata a autora da editora. Boa leitura, revisão até bem feita (livro publicado por uma editora que não é conhecida por revisões bem feitas), história que as resenhas dizem ter final inesperado. Vamos ver.

Trabalhos manuais: hoje, nada de casa caiada. Foquei na leitura.


Sei lá.
Acho que nunca quis ser uma princesa.
Ao menos, uma princesa convencional.