terça-feira, 1 de julho de 2014

01.07.2014

Terça-feira, D 5

Madrugada: não foram muitas horas de sono, mas foi um sono bom. Acordei me sentindo bastante descansada.

Manhã em casa. As revistas do sobrinho foram todas encaixotadas (finalmente); haviam sobrado algumas no quarto do filho. Os livros que são para doação em escolas foram encaixotados também, agora só falta fazer contato com a escola. Mandei diversos e-mails para gráficas, para a Biblioteca Nacional porque meu ISBN ainda não chegou, para a diagramadora, porque meu ex-diagramador provou pela décima vez que não é de confiança e que adia tudo. As gráficas já responderam, a diagramadora também. Tudo ok. Falta só a Biblioteca Nacional.

De tarde, no posto, os pacientes vieram todos. A parte interessante ficou por conta da chefe, que estava fechando o ponto de junho e me chamou especificamente para me passar um sermão pelos atestados que não entreguei, dos dias em que não fui trabalhar. Pior que tenho certeza de que entreguei. Agora vou ter que providenciar segunda via. O pitoresco foi a parte do sermão por eu ter "ficado devendo" uma hora por dia, em dois dias diferentes. Aconteceu em duas segundas-feiras, quando meu horário é das oito às treze horas. Nesses dois dias criminosos, eu saí uma hora mais cedo, ou seja, ao meio-dia. Detalhe: tinha jogo da Copa nessas segundas, e o posto fechou ao meio-dia... Divertido isso de a chefe lembrar do "detalhe" quando fechou o ponto de todo mundo, inclusive o dela, mas de esquecer quando era o meu ponto! Na verdade, ela ficou brigando sozinha, e eu lá, olhando e achando muito louco...

De noite, em casa, fiquei feliz ao ver que a escrita está fluindo com naturalidade, como sempre acontece. Também conversei com a Thais, minha assessora em assuntos de internet, sobre o site da editora. As coisas estão progredindo!


Umas flores bonitas para hoje.
Queria ganhar um buquê assim, algum dia: 
só flores bem apertadas umas nas outras,
com cara de colhidas no jardim.






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