domingo, 29 de janeiro de 2017

26 a 29.01.2016

Dia 26, quinta-feira
De manhã, consultório. De tarde, folga graças à reunião de ontem de tarde (posto de saúde). Trabalho: da editora, livro da Mallerey. Notas, nada de eu pegar. Livros entregues para o marido enviar pelo correio - dois de promoções de blogs parceiros e um vendido.

Dia 27, sexta-feira
Sem faxineira. Dei uma varrida básica. O filho do meio, que está de férias do trabalho, veio passar o dia. Foi muito bom! Trabalho, necas. Mas ele me mostrou como fazer tanto o iPad quanto o iPhone apitarem via computador, quando perco pela casa. Valeu o dia, porque vivo perdendo tudo por aí! Queria colocar um bipe neles. Bom, pelo jeito, vem de fábrica. Eu é que não sabia usar!

Dia 28, sábado
Pegamos o neto, sem a filha e o genro, para passar o dia conosco. Foi a primeira vez que ficou sozinho com a gente, e se comportou superbem. A criança está bem desmamada, a mãe é que não está. Já avisou que não deixa o pirralho de três anos dormir fora de casa!
Claro que o dia todo foi para o neto. Trabalho, de novo = nada!
Quando fomos entregar o rapazinho em casa, olhamos Mohana na TV. Animação muito linda! E trabalho gráfico de cair o queixo.

Dia 29, domingo
De manhã, passar uma vassoura mais caprichada na casa, tirar pó, guardar coisas. O almoço foi churrasco pra dois e um marimbondo fez o favor de ferroar o dorso do meu pé esquerdo. Está inchado e doendo um monte.
De tarde, depois do descanso, faltou luz. E agora há pouco faltou luz de novo. Um saco! Pra completar, nobreake que só apita, não aguenta dois segundos! 
Trabalho: vamos ver se ainda sai alguma coisa...

Não viu?
Vá ver!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

25.01.2017

Quarta-feira

E eis que, surpreendentemente, já é dia 25!

Desta vez, o sumiço de 10 dias significou muito e muito e muito e muito e muito trabalho e muitos e muitos e muitos neurônios torrados. Motivo: a revisão do texto em inglês de Cisne, com suas módicas 250.000 palavras - são um pouquinho mais, na verdade, mas não sei o número de cor.

Os arquivos que foram e voltaram para a revisora, expondo dúvidas que tive durante a leitura, me mostraram que sim, até que entendo bastante bem o idioma escrito! Pra ouvir é que não funciona, definitivamente. A maior parte das dúvidas era procedente; muitas outras, tratava-se de expressões que, afinal, não se traduzem ao pé da letra.

Ontem à noite, remeti o último arquivo com as dúvidas. O texto está finalmente REVISADO! Depois de tanto trabalho, mal acredito! Ainda falta o acabamento fino, isto é, caçar com o localizador as palavras que mais frequentemente encontrei em contexto errado para checar se nenhuma me escapou; palavras que devem ser em maiúscula e escapam em minúscula, porque são nomes próprios criados para o livro. Exemplo: House, Fight, Summoning, e por aí vai. Mas tudo isso é trabalho braçal, não cerebral-de-torrar-neurônios.

Completada esta parte, ainda preciso fazer a preparação para o formato digital, que é cheia de detalhes, mas tenho um bom guia passo a passo. Ou seja, mais trabalho braçal.

Estou me sentindo leve hoje. Como se tivesse tirado um peso enorme das costas!

Só pra atualizar os outros assuntos: 
Trabalhos manuais - bordado de casa caiada / arraiolo segue devagar, porque todo o tempo disponível era para o trabalho em inglês

Editora
1. Parte burocrática toda atrasada, inclusive o fechamento desde novembro. Espero que agora o cérebro concorde em trabalhar nisso. Essas notas desorganizadas estão me dando nos nervos.
2. Livro da Mallerey - 1/3 revisado. Ela mudou um monte de coisas em relação ao texto original e é uma beleza quando os personagens argumentam se baseando em acontecimentos que foram cortados fora. Esta é a Mallerey escrevendo! Mas o resultado final é sempre ótimo.
3. Autora nova - test-drive de texto aprovado, nos entendemos, o contrato já está assinado, uhu!
4. Parcerias abertas, e já tem mais de 250 inscritos. Viva a fama e socorro para a seleção desse povo todo. Tem só 12 vagas!

Casa - meio bagunçada, né? Mas sobrevivendo. Sem faxineira na sexta passada, preciso arrumar uma pra esta. 

Resumo da vida: PRECISO DE CLONES!!!!!

Capa da edição em português.
Preciso que a filha faça a em inglês!


domingo, 15 de janeiro de 2017

11 a 14.01.2017

É fácil!

Dia 11, quarta - posto de saúde de manhã e trabalho feito doida em Swan todo o restante do dia, até quase ver palavras em inglês dançando na frente.

Dia 12, quinta - trabalho feito doida em Swan quase todo o dia, até quase ver palavras em inglês dançando na frente.

Dia 13, sexta - trabalho feito doida em Swan quase todo o dia, até quase ver palavras em inglês dançando na frente. Veio a nova faxineira. É uma lenta. Essa, vai ser só hoje. A de sexta passada dá de dez nela, vou ter que conseguir esta mulher de volta, nem que seja nos finais de semana. Ah. Iniciei a revisão do novo livro da Mallerey - este é da editora mesmo, não é tempo perdido.

Bom, em um desses dias aí acima, o marido colocou cupinicida nos pontos cupinizados do escritório onde trabalho. O cheiro é forte, mas não me incomoda pra trabalhar. A bagunça nas minhas costas, sim. Os móveis continuam arredados para o meio do caminho (onde foram colocados para acessar os cupins). Quero dar uma limpada geral antes de colocar tudo no lugar, mas não deu tempo e mantive a faxineira lenta fora do escritório. Motivos de não ter tempo pra limpeza, vide acima...

Dia 14, sábado - desmontando a arrumação de Natal com atraso, também pelos motivos descritos acima. É um dia inteiro pra limpar, organizar e guardar tudo. Anotação: "casa de vó precisa estar arrumada para o Natal", é? Pra quê? Uma filha, dois filhos, um genro, uma namorada de filho, um neto. Vieram todos juntos aqui UM dia enquanto tudo estava arrumado. Foram dois, três dias até arrumar tudo. Mais um dia inteirinho pra colocar tudo de volta no lugar. Meu espírito natalino está revoltado e, se o novo Natal fosse na semana que vem, o primeiro que me falasse em arrumações seria corrido a vassourada.

Ah, e na hora de guardar os etecéteras do pinheiro, descobri que o armário está cheio de cupins também. Viva... O marido tascou veneno neles no final de tarde, o armário está aberto e tudo está espalhado no meio do caminho. Hip, hip... hurra :P  :P  :P

Nem liguei computador. Por isso o post está saindo no domingo. Também não revisei os primeiros capítulos do livro da possível autora nova (test-drive de como nos entendemos nas revisões antes de assinar o contrato) e não revi as drogas de notas da editora que estão dando erro, e nem organizei as notas de novembro e dezembro pra mandar pra contadora. Af.

Uma imagem que eu gosto
só pra não ficar apenas reclamações aqui...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

09 e 10.01.2017

Dia 9, segunda-feira
De manhã no posto de saúde, sem computador nem balança porque a energia elétrica de todas as tomadas de uma das paredes do consultório foi-se. Ninguém descobriu como religar a coisa. Toca a escrever as evoluções nos prontuários de papel que depois, conforme a rotina, sumirão.
De tarde, reencontro com uma excelente amiga que veio há meses de mudança do Rio de Janeiro, e até agora não tínhamos nos encontrado. Almoço no shopping e conversa, café no shopping e mais conversa, fomos para o apartamento dela e a conversa se estendeu até quase de noite. Excelente!

Dia 10, terça-feira
De manhã, trabalho na revisão do livro em inglês. Está progredindo bem. 
A amiga para quem revisei o livro (e critiquei as cenas que ficaram desajustadas) e que normalmente responde em menos de 24 horas ainda não se manifestou.
De tarde, posto de saúde, ainda sem computador.
De noite, toca a trabalhar no inglês novamente. Quem manda escrever livros tão grandes?!

Uma observação: calorão infernal nesta cidade, normalmente acompanhada por um temporal de arrancar árvores. Todos os dias! Recebi um texto ótimo que transcrevo aqui, porque essa é nossa vida, ultimamente!

7:00 - clima ameno
8:00 - esquentando
9:00 - quente
10:00 - calor ardente
11:00 - calor infernal
12:00 - o demônio te abraça
13:00 - abraça mais apertado
14:00 - ele não te solta
15:00 - chove pra você achar que vai melhorar
16:00 - a chuva só serva pra abafar mais
17:00 - o vapor sobe e o sol volta cheio de tesão
18:00 - o tempo fecha, céu preto
19:00 - dilúvio. Cai a luz, a internet e a Sky fica procurando sinal
20:00 - o dilúvio continua e a Sky continua procurando sinal...
21:00 - acaba a chuva, a Sky acha o sinal e você acha que vai economizar a grana da luz sem ligar o ar condicionado pois a brisa tá gostosa
22:00 - se lascou, começou a esquentar de novo. Boa noite. Feliz verão em Porto Alegre!

E não é exagero. Aqui, o caos climático é bem esse.
 Foto abaixo pra provar que,
 ultimamente,
 os tempoais tem cara de Independece Day.
 Só falta a nave saindo de trás da nuvem...


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

05, 06, 07 e 08.01. 2017

Dia 5, quinta-feira
De manhã, toca para o centro da cidade para tentar desbloquear o computador que, do nada, ficou impedido de movimentações no site da Caixa Federal. Sempre fiz tudo no computador. Do nada, a autorização de uso sumiu. E fui com paciência, porque já conheço a encrenca... Resultado, duas horas e meia dentro do banco com o rapaz vindo me dizer de meia e meia hora que eles estavam se esforçando pra liberar o computador. O computador dos outros é liberado com um comando. O meu vira uma novela mexicana. Pode ser mania de perseguição, mas parece que é só comigo que isso acontece! Teoricamente, computador liberado para o uso. De noite, quando tentei acessar, não estava autorizado ainda.
De tarde, posto de saúde. De noite, toca a trabalhar no inglês.

Dia 6, sexta-feira
Nada de computador, toda a minha atenção ficou, o dia todo, com a faxineira nova. Primeiro dia é complicado. Ela é caprichosa e trabalha bem. Eu já disse que a casa é grande? Pois é. Mesmo ficando só na faxina geral, ela não deu conta da casa toda. Pedi para voltar no sábado.
Foi esquisito nem ligar o computador.

Dia 7, sábado
Faxineira de volta de manhã, para completar a limpeza da parte de baixo da casa: garagem que jamais foi usada como garagem, quarto de depósito de livros, banheiro e lavanderia.
Ordem na bagunça: sim, finalmente teve uma!!! Uma das prateleiras de tralhas do marido, que fica na garagem, foi esvaziada, selecionada, organizada, limpa e as coisas recolocadas no lugar. Estava com um cheiro de mofo tirano, apesar de ser uma prateleira aberta (sinal seguro de que ninguém mexe nela, incluindo-se o dono da prateleira). A reorganização da prateleira permitiu incluir nela muitas outras bagunças que ele estava distribuindo em outros pontos da garagem. Ficou muito bom.
Editora: me agoniando de novo com excesso de coisas pra fazer. Notas, mapas de venda e faturamento, etc. Larguei tudo de mão e tratei de tocar a revisão do livro da Lilian (não é livro da editora, é cortesia para a amiga) para terminar de uma vez. Definitivamente, eu gostava mais da primeira versão do livro. Ela incluiu coisas que o estenderam desnecessariamente, assim como cenas do casal protagonista. Resultado, parece que tem dois casais diferentes, porque o modo de se comportarem nas cenas incluídas não bate com o modo como se comportam nas cenas originais. Avisei a ela. Vamos ver o que dá. Inserir coisas é complicado.

Dia 8, domingo
Filhos todos lá em casa para um churrasco que incluiu uma daquelas costelas grandes que assam durante horas. Realmente, o treco fica bom!
MARAVILHA DO DIA: o filho do meio determinou que o problema crônico da minha internet é a conexão do trequinho que deveria permitir ao computador acessar a internet. Sinceramente, sei lá o nome do coiso. Modem é o da sala, esse eu sei. O conector de internet, vai ver que se chama assim. Os filhos já trocaram uns três ou quatro desses trecos e nunca funcionou direito. Então, ele puxou o modem para o meio da sala e puxou um fio do modem até o computador. Tem fio espalhado por todo o lado, no chão, mas a internet finalmente funciona! Pretendo dar um jeito no fio, é claro, mas, se é do fio que preciso, viva o fio no meio do caminho!

E o fio no meio do caminho também!






quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

02, 03 e 04.01.2017

Dia 2, segunda-feira.
Acho lindo demais quando os dias do mês e os dias da semana combinam! Segunda é dia 2, terça é dia 3, quarta é dia 4...
Bom, nessa segunda, dia 2, iniciaram as férias no consultório, que na verdade se traduzem como férias da secretária do consultório. Como os pacientes costumam desaparecer também nessa época, não vale a pena contratar substituta. Então, toca lá férias coletivas. Assim, a manhã foi no posto de saúde, e a tarde foi em casa. Fiz uma arrumação geral rápida e me joguei em Swan, a versão em inglês de Cisne. Claro que a doida aqui não fala inglês, mas se mete a revisar a revisão feita por uma revisora formada em tradução. E, como o livro é enorme, claro que meu inglês, mesmo perneta, descobre erros. Definitivamente, o gado cresce com o olho do dono... E o livro sai correto com o olho da escritora, mesmo em uma língua que domino parcialmente. Vantagens de se escrever de forma simples. A versão também fica simples - quase sempre.
Outra notícia do dia: faxineira combinada para sexta-feira. Uhu! Tomara que me entenda bem com ela.

Dia 3, terça-feira
De manhã em casa, trabalhando no inglês. De tarde, posto de saúde. De noite, fomos ver Rogue One. Sou fã de Star Wars desde sempre. Vi o primeiro filme logo depois da estreia no cinema, como deve ser. E sou perita na história também.
Não fui com muita expectativa para o filme, que é um tapa-buraco. Se tivesse número, seria 3.5. Foi bem feito, a história é legal... Mas me pareceu muito mais um filme de guerra do que um legítimo Star Wars. Provavelmente colocaram um semi-jedi lá no meio só pra não perder completamente o ambiente. Tudo bem, sei que Star Wars é uma Guerra, mas... tem qualquer coisa de Star Wars nas guerras de Star Wars. O filme é bom, mas não é do tipo de se ver de novo. Diferente de Toy Story, por exemplo, que já vi vezes sem conta! Não foi ver Rogue One? Vá. É legal. Mas... Bom, pelo menos não apareceram midiclorianas por lá. O kyber, material de que é feito o coração dos sabres-de-luz jedis, ficou interessante e no contexto.

Dia 4, quarta-feira
Manhã, posto de saúde. De tarde em casa, e ainda bem! Estava previsto temporal, mas veio um TEMPORAL! Na metade da tarde, ficou noite de repente. Fechei toda a parte superior da casa e a chuva começou, com um ventão louco. Voou coisa pra todo lado, algumas telhas se soltaram e foram se espatifar no meio do pátio, a vidraça da janela do meu escritório virou farelos de vidro. Ainda bem que eu não estava perto. Foi tenso.



terça-feira, 3 de janeiro de 2017

01.01.2016

Este texto faz parte de Cisne, o primeiro livro da série. Foi escrito num daqueles momentos em que nem pensei, só escrevi. E adoro. Todo dia primeiro, faz parte de minhas leituras obrigatórias.

– Felip, os primeiros minutos de um ano determinam como ele vai ser, até o fim!
– Mas de novo, mãe?! Até quando vai repetir a mesma coisa em cada Ano Bom?!
– Até você, um dia, se convencer!
– Isso não é nada científico!
– Nem tudo que acontece é científico, rapazinho.
– Mas claro que não. Os desígnios de Ano Bom são determinados pelo Sol, pela Lua, pelas estrelas e constelações! E pelos duendes, claro, quando eles têm uma folga.
– Não. Eles são determinados pelas pessoas, por todas as pessoas deste mundo que discordam sobre tantas coisas, mas concordam sobre esta: neste exato dia, entre os trezentos e sessenta e cinco dias do ano, se começa a contar um novo ano. No mundo todo, a mesma data. E, na mesma noite, todas as pessoas pensam no que querem para si e para os outros no ano que está iniciando. É como uma onda de pensamentos, convicções e desejos correndo por todo este mundo. E isso tem força. Muito mais força do que sua Champ-Bleux pode explicar.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

29, 30, 31.12.2016

Dia 29 - começando o faxinão geral.
Dia 30 - continuando o faxinão geral, e gostando de faxinar. Muuuuita coisa na síndrome do desapega. Um sacão enorme de lixo seletivo.
Dia 31 - o que sobrou, sobrou. Uns detalhes aqui, outros ali. O marido e eu decidimos ficar em casa mesmo, porque os filhos debandaram um pra cada lado e nenhum de nós estava a fim de Ano Novo na casa de familiares. Foi uma virada de ano esquisita, diferente, mas boa.

E estou entre os que se alegraram pela chegada de 2017, sim.
Mas me alegrei muito mais com a despedida desse 2016
 que não vai deixar saudades!