Dia 3, domingo de Carnaval - o que não faz a menor diferença, porque estou no time do Unidos do Qualquer-Coisa, menos Carnaval.
Como a memória para a rotina continua virada em Dori.com, tive que olhar no zap para lembrar do que fiz no domingo.
A Bea, a Lu e o namorado Jonatã vieram almoçar comigo (observação, quase toda a carne moída de frango de ontem já estava preparada e no frezzer. Lembro disso porque peguei a de gado para o nosso almoço), trazer algumas pedras que a Bea comprou em Soledade e levar uns extras para o novo apartamento da Lu, uma feliz aprovada em Psicologia na Católica. Comemos, bebemos (bastante vinho) e olhamos TV.
As pedras que vieram: selenita para ancorar a proteção da casa, alguns bastões de selenita muito estilosos em forma de estilete, 16 corações de cristal de rocha e quartzo rosa para ativar as áreas de relacionamento da casa.
O que a Lu levou: principalmente o liquidificador e a TV velha, mais umas coisas para a casa que estavam no estoque inativo, tipo taças antigas de espumante. Ela parece ter gostado bastante.
E é o que me lembro de domingo. Com ajuda.
Dia 4, segunda-feira de Carnaval. Me orgulho de dizer que não liguei TV nem noticiário para ver o que acontece nesse país absurdo que para por quase uma semana.
Zap ajudando nos acontecimentos de novo.
Passei o dia em casa, fazendo nem lembro o quê. Jantei no Outback com o Alex e a Aline. Comemos. Bebemos. Bebemos mais um pouco. Fiquei sóbria depois do terceiro canecão de cerveja, veja a loucura. E tomei mais um. Sobremesas épicas.
Dia 5, terça-feira de Carnaval, que continuo ignorando.
Zap me ajuda e informa que foi dia de maratona Lúcifer, envernizamento de vasos de barro, retomada de um velho ponto cruz e muito chimarrão.
Lúcifer: realmente, tinha episódios que eu não tinha visto. Acredito que vi os primeiros, pulei para o final e alguns do meio se perderam. É uma ótima série. Tomara que a quarta temporada venha logo.
Vasos: mais uma turma encontrada largada no pátio
Ponto cruz: o anjo do inverno, abandonado há muito tempo. A trama é menor, vai ficar menor do que seus irmãos.
E, depois do Lúcifer, dei uma espiada em Discovery, que não está nem perto do nível da Nova Geração, mas melhorou muito em relação à primeira temporada. Daí resolvi ir dormir depois da meia-noite. E encontrei uma turma de marimbondos se aninhando no forro do meu quarto. E a glicínia da entrada está morrendo mesmo, uma parte dela que estava brotando se encolheu e secou como o resto.
Tasquei inseticida nos marimbondos, acendi uma vela de limpeza e proteção, coloquei as selenitas para a proteção da casa (tirei para colocar na Lua cheia faz 2 semanas e não recoloquei no lugar), usei os pantáculos e incensos do último Círculo de Proteção e mais uma defumada com palo santo. Ô gente desocupada que não tem o que fazer além de perturbar a vida alheia.
Dia 6, quarta-feira de Cinzas. Acabou. Graças.
A noite foi péssima, agitada e mal-dormida. De manhã, posto de saúde, porque o prefeito cancelou o tradicional meio feriado da quarta de cinzas. Ainda bem que estava sem agenda, porque estava quase dormindo em pé.
Em casa, de tarde, descansei atirada no sofá, olhando Discovery. Fui até o último capítulo disponível. Tá melhorzinha mesmo, mas ainda tem capítulos que irritam. Dá pra olhar.
Depois, voltou o fôlego e fui fazer o que tinha me prometido ontem: limpar os cantos da casa onde ficam os cristais de proteção. Na lavanderia, estava um caos, porque é um canto atrás da secadora que não devia ser mexido há anos. Agora ficou limpíssimo. Me ocupei durante horas com isso.
Lindinhos!
Em tempo: minhas três gatas dormem dia e noite.
Certo que não são mais meninas, são respeitáveis senhoras,
mas não dormiam tanto assim.
Como gatos transmutam energia negativa enquanto dormem
é sinal que tem muito disso por aqui.
Toca a reforçar proteção.
Ainda mais na Quaresma, que o bicho corre solto.