quarta-feira, 9 de julho de 2014

08.07.2014

Terça-feira, D 12

Com o jogo da semifinal Brasil x Alemanha, o posto fechou ao meio-dia e não trabalhei de tarde. A manhã ficou para as coisas da casa; a tarde, para escrever até a hora do jogo.

E, depois daquele jogo, deu um branco tão grande que nem escrevi aqui.

Não é que eu seja fanática por futebol; não sou. Não é que eu estivesse achando que o Brasil vencia essa Copa; não estava. Se vencesse, eu estaria entre a turma que diria que o resultado havia sido comprado, porque nosso time, apesar de ter bons jogadores, não era um time, era um aglomerado de bons jogadores. Time é outra coisa. Nem sei como chegamos tão longe. Pensei que íamos ficar pelo Chile, já.

Mas aquilo, ontem, foi... estupefaciente. De ficar olhando de boca aberta, sem saber como jogadores tão bons, mesmo que apenas individualmente, podiam de repente parecer um time de várzea jogando contra o campeão estadual. 

Enfim...

... Acabei de esquecendo de escrever aqui. E não estou com pena do Brasil, não. Com o time que tinha, ganhou o resultado que mereceu. Imagino a agonia dos Pelés, Ronaldos (não gosto de nenhum dos dois, mas sabem jogar bola) e de tantos mais por aí, olhando e desejando estar lá dentro, pra mostrar como se chuta uma bola.

Brasileiro é criativo, precisamos admitir.
E eu tenho dois pastores alemães no pátio.
Meu risco de uma gargalhada canina é muito maior!

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