sexta-feira, 31 de outubro de 2014

30.10.2014

Quinta, D 126

Não é atraso. É que ontem não deu pra postar mesmo! :)

Manhã: manicure primeiro e consultório depois. Tarde: posto de saúde, iniciando o expediente com uma chatíssima reunião de uma hora. Depois do posto, o show do Bee Gees cover, que foi realmente muito bom! Comemos uma torrada básica antes de sair de casa, por via das dúvidas, mas a UNIMED sempre capricha nos eventos. Havia entradas maravilhosas e refrigerante; o inevitável discurso antes do show; o show; excelentes pratos quentes depois, aí sim, com direito a vinho e espumante! Encontrei alguns colegas que há muito tempo não via, e chegamos em casa uma e tanto da manhã. 

Observação: toda essa comemoração encaixou no dia certinho. Era a data de nossos 32 anos de casamento...

Esse era o povo do cover

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

29.10.2014

Quarta, D125

Posto de saúde de manhã e de tarde, para compensar a folga de quinta-feira passada (por causa da reunião da qual fui dispensada).

Boas notícias do dia:
- Parece que o antibiótico está fazendo efeito. Estou me sentindo bem melhor.
- Nos intervalos do posto, o bordado que estou fazendo para mim mesma está progredindo.
- Consegui ingressos grátis para Bee Gees cover amanhã de noite, para o marido e para mim, pelo Dia do Médico.
- Se a diagramadora não mandou Cisne pra gráfica hoje, ele vai amanhã! FINALMENTE!

Má notícia do dia:
- O marido bateu o carro ontem, de leve, na traseira de outro. E hoje descobriu que a franquia do seguro é mais de R$5.000,00! Orçamento estourado de novo.

Organização do dia: as notas fiscais que vão para o livro caixa. Eram uma pilha enorme para ir para o arquivo, mas nem eu pensei que estava deixando empilhar desde março! Agora foram todas para o lugar.

Absolutamente lindo.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

24 a 28.10.2014

Esse diário vai me processar por abandono...! Vamos ver o que me lembro, e não é muito, com certeza. Cada dia, era mais cansaço. Noites corretamente dormidas, e, de manhã - exaustão. Como se nem tivesse dormido de noite! Até que, ontem, finalmente a ficha caiu... Era a tal "gripe" de novo, que de gripe não tem nada. É uma simpática pneumonia me sabotando.

Dia 24, sexta, D 120 - fiquei em casa e trabalhei no livro. Fiz mais algumas coisas, mas não lembro o quê.

Dia 25, sábado, D 121 - aniversário de uma sobrinha, que estava muito bom. 

Dia 26, domingo, D 122 - dia de votar, o povo todo almoçou aqui em casa, tomamos cerveja aos montes... De noite, me arranquei os cabelos com a reeleição da Dilma. Afe povo dos infernos que tem esse infeliz Brasil!

Dia 27, segunda, D 123 - manhã, posto de saúde, me arrastando. De tarde, consultório, me arrastando também. De manhã é que percebi qual era minha encrenca, porque tomei um analgésico para dor no corpo e desatei a suar, indicando que a tonta aqui estava com febre. Não achei o raio do remédio em farmácia alguma, pode isso?! Só tinha uns genéricos de pouca confiança.

Dia 28, terça, D 124 - o remédio encomendado numa farmácia próxima ontem chegou esta manhã. Espero estar melhor amanhã! Tenho tentado trabalhar nos livros, mas, como o cérebro não está colaborando, vou na tradução do inglês mesmo. É trabalho braçal. Consigo fazer!

A minha está bugada!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

23.10.2014

Quinta-feira, D 119

Manhã: agenda cheia. 1. Enviar livros via Correio para uma blogueira e um projeto de leitura. 2. Consultório. 3. Motoboy para levar para Canoas (Grande Porto Alegre) alguns itens para a mãe de um amigo do filho, que vai para a Alemanha visitar o filhote dela nos próximos dias. 4. Convênio da minha mãe, solicitar ressarcimento parcial de algumas das muitas despesas que temos... A anta aqui esqueceu o recibo mais importante em casa. Em vez de levar o recibo da ambulância, levei um recibo quase igual de um restaurante! Dã.

Tarde: em casa, me esforçando para escrever e continuar tocando O Olho do Feiticeiro. Seis páginas hoje. Está progredindo! Segue também o trabalho sem pausas em Swan, ou seja, Cisne, versão em inglês. Hoje soube, pela mãe de um paciente do consultório que é professora de segundo grau, que a turma do segundo grau também não precisa mais estudar, vai passando na moleza, com conceitos de disciplinas em bloco. Por exemplo, se a criatura não souber nada de Português e Literatura, passa de ano porque é bom em Artes e Educação Física, que fazem parte do mesmo bloco! Desisto de escrever para um povo que está sendo deliberadamente emburrecido. Vou tentar a sorte lá fora que é melhor.

Organização do dia: plantas do jardim versão rapidinha.

Capa e orelha de Cisne, segunda edição.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

22.10.2014

Quarta-feira, D 118

Manhã em casa, e até que consegui escrever três páginas muito satisfatórias do pobre spin-off que estava parado há semanas. O pobre Olho do Feiticeiro já estava míope de tanto abandono. De tarde, posto de saúde. Amanhã seria dia de uma chatíssima reunião de equipe de QUATRO HORAS - fala sério, quem é que aguenta isso? Viriam os srs. psiquiatras, psicólogos e afins nos explicar, por todas essas maçantes horas, como funcionariam os encaminhamentos para eles quando tudo estivesse organizado. Por experiências anteriores, quando terminarem de se organizar, toda a dinâmica já vai ter mudado. Isso, claro, se algum dia conseguirem se organizar. Tradução, uma tarde de tempo perdido! Mas os lindos não vão poder vir, a reunião vai se tornar burocrática e fui novamente transferida para a quarta de manhã. Motivo? Se vou na reunião, atendo cinco pacientes no final do expediente, porque todo o resto do tempo foi tomado por papagaiada inútil. Se sou dispensada da reunião e vou em outro dia, atento a agenda cheia (15 pacientes). Olha, atender 15 é muito menos cansativo do que ficar sentada uma tarde toda, perdendo tempo! Então, amanhã de tarde, estou de folga! :)

Organização do dia: pela manhã, limpeza no filtro do aquário e em algumas pedras tomadas de algas. Falta limpar todo o resto. Acho que vou criar algas, não peixes. Meu sucesso seria absoluto. De noite, livros empacotados para o Correio amanhã, notas organizadas para levar no convênio da mãe, e quase que esqueço dos remédios que é pra mandar para a Alemanha, pela mãe de não sei quem que vai pra lá. Meu filhote n. 3 ia se magoar mortalmente se eu esquecesse...

Fotos: basket star, uma estranhíssima estrela do mar
Fiz até um post sobre ela no blog dos livros (link)




terça-feira, 21 de outubro de 2014

21.10.2014

Terça-feira, D 117

Manhã em casa, milagrosamente conseguindo escrever alguma coisa... De tarde no posto, em horas que pareciam não acabar jamais. O marido foi me buscar com uma simpática lata de cerveja bem geladinha, que tomei com prazer. A cerveja deu sono. E eu fiz o que sei que não devo: deitei no sofá da sala e tirei uma soneca de uns vinte minutos, acho. Agora é uma e tanto da madrugada, o marido está trabalhando nuns esquemas que precisam ser feitos de noite e daqui a pouco volta cansado feito zumbi, e eu estou com o maior olhão arregalado e sem o menor sono. 

Organização do dia: muita papelada arrumada/colocada fora pela manhã. Quando acordei da soneca, a filha e eu acertamos os últimos detalhes da capa da segunda edição de Cisne. Está prontinha. A única coisa que falta para finalizar o livro é a revisão ortográfica do prefácio, que está com a revisora.

Abaixo, a capa, finalmente!
Eu achei linda. Perfeita. Sensacional!


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

20.10.2014

Segunda, D 116

Observação a respeito da noite sábado/domingo: entrou o horário de verão, o que significa vida zumbi por uma semana, até o organismo se adaptar. Não adianta não pensar em horário novo ou velho; o corpo não se engana. Hoje de manhã o trabalho era no posto e meu cérebro estava, definitivamente, dormindo. De tarde, cancelei o consultório por causa do pé, que precisava de descanso. Pretendia trabalhar no computador. O cérebro não ajudou e, quando os neurônios estavam pensando em iniciar os trabalhos, faltou energia elétrica, para se somar à água que ainda não voltou. Como faz o povo que não tem poço?

O tradutor já respondeu, mandou modificações no primeiro capítulo. Ficaram ótimas! Já mandei o retorno a ele também. Um por um, terminaremos todos os capítulos!

Eu, neste exato momento.
Saco.

19.10.2014

Domingo, D 115

Era pra ser churrasco no almoço, mas a chuva fez virar carne assada no forno. Nas torneiras, só a água do poço. O povo passou o domingo todo aqui, foi ótimo. De noite, retomei a tradução de Cisne para inglês, que está pronta, esperando ser finalizada. Mandei o primeiro capítulo para o tradutor, para algumas opiniões finais.

É o que eu espero.
Minha horta bem que está precisando.

18.10.2014

Sábado, D 114

Basicamente, aniversário de um sobrinho. O neto estreou na piscina de bolinhas! Foi um dia família, com filha, genro, neto, filho e namorada dormindo aqui em casa. Fazia tempo que não tinha a casa cheia!

Claro que, como Murphy não falha jamais, faltou água (!!!!) apesar do aguaceiro que despenca há dias sobre esta cidade! Vai entender! O poço escavado velho de guerra voltou à ativa e quebrou o galho do povo.

Olha só a cara de felicidade do guri!

17.10.2014 - ok, atrasado de novo!

Sexta-feira, D 113

Basicamente, dia de capengar e cuidar do neto como possível, com a ajuda do filho, que fez o trabalho pesado, ou seja, carregar o afilhado dele. O que me complicou a vida de verdade foi o monte de escadas para chegar ao apartamento da filha... Mas, enfim, deu tudo certo. O rapazinho está cada vez mais moleque! Daqui a exatamente um mês, ele faz um ano. O tempo voou...

Sei lá. Só gostei. Parecem balas...


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

16.10.2014

Quinta, D 112

Estou bem melhor hoje, provavelmente graças ao antibiótico que comecei a tomar ontem. E, na noite passada, deu a maior chuva de granizo aqui! A barulheira foi impressionante, e não sei nem se não quebrou alguma telha. Espero que não, porque vai continuar chovendo mais uns dois dias. Hoje não apareceram goteiras, o que já é uma boa notícia.

De manhã, fui para o consultório e aproveitei para torcer o pé mais uma vez. Está inchado, dolorido, e eu estou mancando por todo o lado. Pode crer, é fácil demais andar capengando naquele centro escorregadio, cheio de gente atropelando os outros com sombrinhas, e a chuva mandando ver! Como carros não podem entrar na rua em que trabalho, foi uma epopeia chegar até o carro do marido. Mas consegui! De tarde, não fui ao posto, e acabei passeando de carro com o marido até a metade da tarde, pra lá e pra cá, nos assuntos de serviço dele, até podermos enfim vir para casa. Em casa, fiquei com o pé para cima, bem comportada. Agora, continuo com o pé para cima, comportada... Amanhã é que vai dar pra ver a extensão do estrago, porque daí o primeiro inchaço já cedeu. Cruzando os dedos pra não ter havido nenhum estrago mais sério.

Abaixo, fotos das reportagens de hoje:

Granizo, versão civilizada
Granizo, versão faz-de-conta-que-sou-neve
Isso aí é o granizo que caiu no centro da cidade,
bem perto de onde trabalho. Sério!
A camada de gelo chegou a 15 cm.
Situação das ruas de Porto Alegre cada vez que dá chuvarada.
Canoas e carros anfíbios são bem-vindos.



quarta-feira, 15 de outubro de 2014

15.10.2014

Quarta, D 111

Uma insônia sem sentido me fez dormir apenas às quatro da madrugada, e hoje foi dia de posto de manhã e de tarde, para compensar a folga da quinta-feira da semana passada... Fui pra lá sabendo o que me esperava: um dia que parecia nunca ter fim!

Agora, não sei se estou cansada, ou se estou pegando o gripão do marido (que hoje atirou a toalha e começou a tomar antibiótico). Sei é que meus neurônios não funcionam nem pra decidir se estão doentes ou cansados!

Simplicidade.
Tudo que a vida da gente NÃO é.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

11 a 14.10.2014

Sábado, dia 11, D 107 - tarefas da casa de manhã; de tarde, hospital. Minha mãe finalmente saiu daquele hospital irritante. Foi para Soledade, para a casa das minhas irmãs. Por que ela não foi para a clínica? Porque, depois de módicos 60 dias no hospital, a equipe de neurologia não conseguiu fazer a mãe dormir de noite! Desde o começo, avisamos que o remédio não estava funcionando. Resposta deles: vai funcionar! Sabe médico que leu a bula, foi no congresso e resolveu que sabe como o remédio vai funcionar? E, se não funcionar, o paciente é que está errado? Pois desses! Desejo do fundo do meu coração que um dia sejam atendidos por médicos tão obtusos quanto eles. Em Soledade, a mãe será acompanhada por um psiquiatra, que vai tentar ajustar a medicação para algo que funcione. Depois, ela vai para a clínica. Ah, sim... Essa última semana dela no hospital foi aguardando uma avaliação do oftalmo. Depois de uma semana, ele se dignou a dizer que não tinha nada a fazer, ela podia ir pra casa e ser reavaliada em três meses! Que tal?!

Domingo, dia 12, D 108 - manhã em casa, arrumando plantas e prateleiras. Está na hora de guardar as roupas de inverno e colocar na ativa as de verão, que precisam ser todas lavadas. Detesto roupa com cheio de armário! O sobrinho arqueólogo veio almoçar conosco, e daqui foi para Soledade. Levou todas as roupas e pertences da mãe que já estavam aqui em casa há dois meses. Depois, de tarde, fomos para a casa da filha, conviver com o neto em seu primeiro Dia da Criança. De noite, em casa, me agarrei na revisão da diagramação até terminar e mandei para a revisora. Está pronto. Finalmente!

Segunda, dia 13, D 109 - manhã no posto, exausta por ter ido dormir tarde e também pela própria revisão, que parece ter sugado meu ânimo até o fim. Credo. Que ressaca! O cérebro se recusa a funcionar. Não conseguia nem fazer contas para calcular a idade dos meus pacientes. Ridículo! De tarde, consultório e chuva. Depois do consultório, mercado público comprar frutas secas para o picadinho de colocar no iogurte. No retorno para casa, comecei a ler no iPad o livro "Não Pare", muito bem cotado entre as amigas. Interessante. Diferente. Terminei de ler de noite, em casa.

Terça, dia 14, D 110 - manhã em casa, com o cérebro ainda em bug. A diagramadora já mandou o original corrigido, mas não deu pra fazer os últimos ajustes. Os neurônios se recusam. Só deu pra revisar Talismãs, e devagarinho! Estou em marcha lenta. Posto de saúde de tarde, dei graças quando acabou. Trouxe uma montanha de caixas de papelão bem fortes para casa. Vão servir para organizar uma papelada rebelde.

Observação: o desumidificador continua retirando quatro litros de água a cada 24h do quarto dos livros! Imagina se tudo isso ficasse lá!

Lindo, não?
Umas gotinhas de orvalho, em vez dos meus quatro litros...

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

6 a 10.10.2014

Conforme as previsões (e nem precisei de bola de cristal pra isso), a tecnologia venceu. Pelo iPad, não consigo acessar este blog; o sistema redireciona SEMPRE para o blog literário. Então, paciência...

Vamos aos dias faltantes.

Rosa da Praça da Liberdade
Segunda, D 102 - manhã no posto; de tarde, batendo pernas pelo centro da cidade em tarefas diversas; final de tarde, voo para Belo Horizonte (BH). Revisei Cisne em cada minuto possível, no aeroporto e no voo. Vamos combinar, o aeroporto de Confins chama Confins porque fica mesmo nos confins do mundo. Com o ônibus executivo, é quase uma hora até BH. O Ibis Liberdade (hotel) é bem legal, mas tomei banho frio. Deixei o banho como a última das últimas coisas, e o raio do chuveiro não esquentou. No dia seguinte, descobri que o danado tinha o controle de esquentar no lado que deveria ser da água fria. Dã.

Terça, D 103 - manhã, revisando Cisne.
almoço delícia
Almoço num buffet bem legal que 
encontrei perto do hotel. Foto dos chafarizes da Praça da Liberdade, show.
Obviamente, são chafarizes
 De tarde, o carro que deveria nos pegar para levar até Congonhas, a cidade vizinha onde é o evento, ficou nos esperando meia hora de um lado da esquina combinada enquanto nós estávamos na outra rua da esquina. Dã novamente. A Mallerey Cálgara, uma amiga escritora de BH, nos acompanhou. Deu pra colocar o papo em dia! Pegamos dois congestionamentos terríveis na BR, mas, no evento, deu tudo certo. Sobre o evento + fotos: link. Retornamos a BH após o evento, programei todos os horários de acordar, pegar ônibus e chegar ao aeroporto e tentei dormir. Uma insônia insana me atacou. Dormi menos de três horas durante a noite porque quatro e meia já era hora de acordar.

Quarta, D 104 - acordei exausta, levantei na hora, peguei o táxi na hora, peguei o ônibus na hora e cheguei a Confins no que pensei que era uma hora antes do meu voo. Apenas acontece que o voo era uma hora antes do horário que eu tinha metido na cabeça e precisei sair correndo feito doida pra pegar o voo. Peguei. Cheguei em Porto Alegre na metade da manhã, o marido me pegou no aeroporto, almoçamos juntos e fui para o posto de saúde, trabalhar. Em casa, de noite, despenquei como um saco na cama, mas não consegui dormir. O marido gripado roncou a noite toda. 

Quinta, D 105 - exausta de novo, que beleza... De manhã cedo no hospital, organizando as coisas com a irmã que está lá agora (não é a louca n. 4. Esta é a n. 3). Depois, consultório. Depois, almoço e folga de tarde, porque a chefe trocou meu horário de quinta de tarde pra quarta de manhã. Motivo: a tarde toda seria tomada por uma reunião burocrática nada a ver comigo. Me preferem atendendo. De tarde, cansada e sem ânimo de revisar lhufas, aproveitei pra passar para o computador todas as correções feitas na diagramação impressa. O marido não roncou de noite.

Sexta, D 106 - manhã em casa, trabalhando, e mais uma corrida no convênio da minha mãe, acertar valores de reembolso das despesas que teremos com ambulância. Ela vai pra Soledade amanhã. De tarde com o neto, me ocupando. E lá se foi mais uma semana...



domingo, 5 de outubro de 2014

05.10.2014

Domingo, D 101

Dia de votar, dia de estar com filha, genro e neto ainda em casa, sendo que o neto está cada vez mais esperto e bagunceiro. Dia de ter a impressão de que passei o tempo todo na frente da pia... Sei que não passei, mas tenho a impressão!

E agora, de noite, dia de organizar as coisas para um evento na terça-feira, em Congonhas - MG. É sair com tudo preparado para serviço amanhã de manhã, assuntos diversos amanhã de tarde, voo amanhã de noite, evento na terça e retorno na quarta de manhã bem cedo, direto para o trabalho...

Torcendo pra toda a organização dar certo!

Obs: nas outras vezes em que viajei, não consegui postar aqui.
Então, talvez até quarta...
Meu iPad não gosta do blogger!
Vou tentar ao menos postar no blog dos livros,
é o que está configurado (às vezes até funciona)

Imagem abaixo:
EU  X  TECNOLOGIA
A tecnologia costuma vencer...

03 e 04.10.2014 - atrasado, mas não muito

Sexta-feira, D 99, e sábado, D 100

Sexta pela manhã, usei o pouco tempo que tinha para atualizar o Face (sempre lembrando que, para mim, Face é profissional, por causa dos livros) e então fui para o centro. A programação era passar no consultório, comprar uma extensão para o desumidificador, comprar almoço para mim e para a filha na temakeria e ir para a casa dela. Ao chegar ao centro, uma joalheria exatamente à frente da porta do nosso prédio havia sido assaltada bem cedo, voou bala e matou uma pessoa que estava passando e não tinha nada a ver. A secretária perdeu as balas voando por questão de minutos... estava muito assustada, e com razão. Meu consultório é numa das principais ruas do centro da cidade. Isso não tem cabimento, não tem limites, não tem mais nada.

De tarde, a filha não tinha aula, trabalhamos nas capas dos livros. Cisne ficou quase pronta e O Olho do Feiticeiro ganhou ideias novas. Quando cheguei em casa, à noite, nem liguei o computador pela primeira vez em muito tempo.

Sábado foi um dia todo para a casa. Arrumei um arquivo há anos não mexido no quarto dos livros e coloquei muita velharia fora, tipo manual de videocassete... Isso dá uma ideia do tempo que aquilo não era arrumado? O desumidificador segue retirando cerca de quatro litros de água de lá a cada 24 horas. Depois, troquei armário de copos da sala para a garagem, para acomodar a nova mesa enorme (retirar copos, mudar armário, recolocar copos). Minha garagem fica a um lance de escadas da sala; então, tudo bem.

O marido chegou com uma mudança de aipins quando eu a recém tinha terminado as coisas da casa, no meio da tarde. Foram algumas horas descascando aipim, lavando, secando, separando em sacos para freezer. Filha, genro e neto chegaram quando ainda estávamos na função dos aipins, a noite foi ótima, sem tempo pra computador.

O Olho do Feiticeiro
Se não for isso, vai ser quase isso



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

02.10.2014

Quinta-feira, D 98

Ceeeerto! Então, depois de um debate com a irmã n.2 (Soledade), excluindo a irmã surtada n. 4 (hospital, a que bateu o telefone na minha cara), decidimos que a mãe voltará para Soledade por um tempo intermediário, quando tentaremos encontrar um médico psiquiatra que saiba fazer velhinhas dormirem de noite. Os neurologistas do hospital definitivamente não sabem. Então, hoje de manhã, antes do consultório, fui ao convênio principal dos três que minha mãe tem para combinar com eles como faremos esse semi-home care. Foram bem atenciosos, acho que vamos conseguir resolver bem essa parte. 

(Acho que a irmã n. 2 - Soledade - vai surtar depois de poucas noites em claro com a mãe, mas tudo bem. Perguntei se era isso mesmo que ela queria fazer, e a resposta foi sim. Não quer a mãe contida durante as noites, em uma clínica. Vamos ver como isso fica...)

E, depois de todo o surto e toda a pressa, a irmã surtada n. 4 (hospital), que queria sair do hospital ontem, agora diz que temos que esperar até quarta, para a avaliação de um oftalmologista especializado... Estou dizendo. A criatura não bate bem das ideias!

Irmã n. 3 (Soledade - concursada do Tribunal Eleitoral, enlouquecida com a época das eleições) - nem se mete. Invejo.

De tarde, posto de saúde. Depois, em casa, com cérebro meio em bug e se recusando a trabalhar. Estou deixando de férias e até dei um pouco de cerveja pra ele. Ele se sente feliz por não revisar, corrigir ou escrever. Eu acho que estou também. Folga faz bem.

Organização do dia: o tal desumidificador está tirando uma inundação de dentro daquele quarto. Foram cerca de seis litros de água no reservatório em 36 horas de funcionamento! Amo desumidificadores.

Cisne e seus papelotes adesivos marcando os pontos de revisão.
Revisar no meu idioma: ler tudo de novo, 
conferir até vírgulas...
Preciso desapegar do Português.


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

01.10.2014 - em dia

Quarta-feira, D 97

Outro dia inteiro no posto, revisando Cisne nos intervalos. E, nos intervalos dos intervalos, falando com a irmã totalmente surtada no hospital e a outra surtada por conta do surto da primeira em Soledade. A irmã do hospital cometeu a besteira de bater o telefone quando estávamos falando. Arrumou sarna pra se coçar...

GRANDE ORGANIZAÇÃO DO DIA: o desumidificador finalmente está na ativa, uhu! Problemas mil com uma tomada 220V que não funcionava, e agora está ok. Em cinco horas, ele já sugou um monte de umidade do quarto dos livros!

Em tempo: ontem, houve um arrastar geral de móveis na sala, com o reposicionamento da mesa enorme que chegou na semana passada. A sala ainda está esquisita, mas já melhorou. Ainda tem muito serviço até encontrar a melhor disposição para os móveis. 

E meu cérebro, definitivamente, está um pastel. Esqueço tudo! Por exemplo, esqueço que fui dormir quase às 3h da madrugada, ontem, trabalhando no computador. Hoje, vou cedo para a cama.

Foto: só porque é linda.
Post de ontem no blog, depois de dias e dias de ausência,
externando minha opinião sobre setembro
http://www.eleonorhertzog.com.br/2014/09/e-la-se-foi-setembro.html

30.09.2014 - bem pouco atrasado

Terça-feira, D 96

Posto de saúde de manhã e de tarde. Preciso adiantar horários para me liberar na semana que vem, quando tenho um evento em plena terça-feira, do outro lado do país. 

Comecei a revisão da última versão de Cisne, a impressa. É um trabalho lento que deve ser feito com muita calma. E significa reler todo um livro que, de pequeno, não tem nada.

Não fui ao hospital no final do expediente. Irmã já surtando no hospital. 14 dias? Tá bom...

Só porque é bonito.

29.09.2014 - menos atrasado

Segunda-feira, D 95

Então, vamos ver o que lembro... Afinal, foi anteontem, o que, dado o cansaço, chega a parecer outra encarnação.

De manhã, posto de saúde. De tarde, consultório. E, depois do consultório, fui ao hospital fazer um pouco de companhia à minha irmã que veio novamente de Santa Vitória do Palmar para ficar duas semanas com a mãe.

Foi um dia no geral cansativo e deprimente. Daqueles dias em que a gente não se sente bem.

Mais ou menos feito isso.
Mas eu estava mais triste do que só não ter nada legal na geladeira.

28.09.2014 - e mais uma vez atrasado...

Domingo, D 94

Dormiram aqui em casa: filha, genro e neto: outro filho; filha emprestada. No domingo de manhã, a casa estava cheia! O programa foi churrasco, continuando as festividades de aniversário. E o neto deu show à parte, engatinhando do gramado de um lado da casa até o carro do outro lado da casa, sem ligar para cachorros nem nada! A cachorrada ficou em volta dele, conferindo e cheirando, e ele, nem pelota! Levantou agarrado nas cercas dos canteiros, tentou comer pitangas que tinham caído no chão, lambeu cascalhos, tentou comer folhas de grama... Acho que comeu algumas! Participou de tudo, desde o churrasco até o bolo, que foi a sobremesa. Teoricamente, o lindo bolo era para 30 pessoas, mas 13 pessoas o devoraram completamente. Não sobrou uma flor, uma fruta, um farelo! Sucesso total!

Ainda em homenagem ao bolo! :)