quinta-feira, 31 de julho de 2014

30 e 31.07.2014

Dia 30, quarta-feira - D 34

Viagem a Soledade, 240 km para ir e outro tanto para voltar, para ver minha mãe. Filha e neto, e o filho, foram também. Retornamos perto da meia-noite e o marido e eu fomos dormir apenas às três da madrugada, conversando. 

É muito complicado ver alguém chegando ao fim da vida. Talvez, afinal, de algum modo estranho, a viagem tenha servido para colocar um tanto de ordem na bagunça de sentimentos que tenho em relação à minha mãe. Ela está acamada, não come sozinha, precisa de ajuda em todos os cuidados. Às vezes está lúcida, no momento seguinte não está mais. É complicado. Muito complicado.

Dia 31, quinta-feira - D 35

Consultório de manhã, posto de tarde, num cansaço infernal. Não consigo nem juntar duas ideias para tocar o livro em frente. Vou tratar de dormir cedo hoje.


terça-feira, 29 de julho de 2014

24 a 29.07.2014

De 24, quinta-feira, D 28 até hoje, dia 29, terçã-feira, D 33

Pelos últimos posts, creio que ficou bem claro que eu estava obcecada com a ideia de terminar o livro para a Bienal. Cada instante disponível era para ele, o que é uma boa receita para pirar. Houve um dia em que fiquei até as quatro e meia da madrugada escrevendo, mesmo precisando trabalhar no dia seguinte.

E daí chega a hora em que a gente se convence que não vai dar mesmo, o cérebro volta pra dentro da cabeça... Estou escrevendo ainda, quero terminar logo. O grupo de amigos que está fazendo a pré-leitura é bem entusiasmado, as ideias estão bem claras e vai ser fácil terminar. O problema é tempo. Tempo, e as palavras colaborarem.

Enfim, continua o livro mas parou a correria. Hoje foi dia de posto de saúde e amanhã será dia de viajar a Soledade para visitar minha mãe, que não está nada bem. Vai ser um "passeio" bem pesado.


quarta-feira, 23 de julho de 2014

23.07.2014

Quarta-feira, D 27

Manhã, escrever. Tarde, posto de saúde. De noite, escrever.

Acabar, acabar, acabar, acabar! E amanhã, com o consultório junto, vou ter menos tempo ainda!

Umas flores pra aliviar meus olhos cansados de tanto monitor e letras...

terça-feira, 22 de julho de 2014

22.07.2014

Terça-feira, D 26

Em casa de manhã, a escrita rendeu um pouco. Posto de tarde. De noite, o mau humor começou a ceder, e a escrita rendeu melhor. Preciso terminar isso de uma vez, a Bienal está atrás da porta!

Ah, sim, o mau humor de ontem era tanto que nem mencionei que telefonei para o pessoal do ISBN e finalmente o tal do número saiu! Mas só depois do telefonema. E-mail, ignoraram bonitinho!


segunda-feira, 21 de julho de 2014

20 e 21.07.2014

Domingo, D 24 - compromissos de família que só servem para desconcentrar do que se precisa realmente fazer. Fui dormir muito cedo para não ter um ataque histério de fúria ou qualquer coisa semelhante. Utilidade do dia? NULA. Por causa da sacrossanta família, não pude fazer NADA.

Segunda, D 25 - posto de saúde, consultório e um mau humor terrível por conta de ontem. Sábado, escrevi que foi uma maravilha. Terminaria o livro em dois dias, naquele ritmo. Graças ao "maravilhoso" domingo, mal consigo enfileirar duas palavras que me agradem. 


sábado, 19 de julho de 2014

19.07.2014

Sábado, D 23

Escrevendo, escrevendo, escrevendo. Escrevendo tanto que não sobra cabeça nem braço para escrever aqui...

Boa noite!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

18.07.2014

Sexta-feira, D 22

Outro dia de gripe. O cérebro está lento, o livro precisa ser terminado. A Biblioteca Nacional está mais lenta do que o meu cérebro e não deu notícias ainda. Se não der até segunda de manhã, vou telefonar, porque e-mails não adiantam.

Abaixo, a foto dos livros que foram ontem para o Correio. É de praxe tirar a foto para colocar no Face, faz parte do show. Empilhei os livros bem direitinho e Miranda, a gata da foto, achou todo aquele papel muito lindo, se empoleirou em cima e ainda ficou encarando feio outro gato que estava no chão, pensando em subir também.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

17.07.2014

Quinta-feira, D 21

É gripe mesmo. Pereba das boas! Desmarquei o consultório e avisei ao posto que não tenho condições de trabalhar hoje. 

Fiquei em casa bem sossegada, a escrita foi devagar (micróbios comendo o cérebro e as ideias), mas empacotei alguns livros para os ganhadores de promoções e sorteios de quatro blogs parceiros. Como o marido estava em casa de tarde, ganhei uma carona até o Correio, ida e volta. Pelo menos deu pra resolver isso. 

Meu cérebro está virado num pastel. Espero que melhore até amanhã.

Gostaria de estar num lugar lindo assim.
Ou em qualquer um sem vírus de gripe.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

16.07.2014

Quarta-feira, D 20.

Fiquei em casa de manhã, tentando escrever e progredindo pouco. De tarde, no posto de saúde, o motivo apareceu quando minha voz começou a sumir e a garganta a doer. Estou pegando a primeira grande gripe do ano, e isso não é nada bom, principalmente agora, com o livro por terminar.

A Biblioteca Nacional ainda não deu notícias, mandei um e-mail de novo hoje. Também mandei um e-mail para o e-mail errado onde meus documentos foram parar. Quem sabe a pessoa por lá responde e ainda tem os dados pra me enviar? Seria muito bom. Cruzando os dedos aqui.

E o tal livro, que era para ter umas 30 páginas de Word, está em 120 e crescendo. Preciso acabar logo esse monstro, antes que ele cresça ainda mais.




terça-feira, 15 de julho de 2014

12 a 15.07.2014

Dia 13, domingo, D 17 - escrevendo e olhando a final da Copa com o rabo dos olhos. Que jogaço! A prorrogação, esta eu sentei e olhei toda.

Dia 14, segunda-feira, D 18 - posto de manhã, anotando ideias num papelzinho. Consultório de tarde, conversando com a colega pediatra pra cabeça descansar. Almoço, nem deu tempo. Em casa, de noite, escrever.

Dia 15, terça-feira, D 19 - e eu estou escrevendo aqui de manhã, primeira coisa do dia.

Resumindo esses dois dias, o mundo parou e, em cada instante disponível, eu escrevo. Desde o último comentário sobre noites e insônia, têm sido cerca de quatro horas de sono agitado por noite. Na noite de sábado para domingo, surgiu o toque final no final programado para o livro. Algo faltava, no final. Agora, não falta mais. Está perfeito. A gráfica leva de 10 a 20 dias para entregar o livro, depois que eu entregar os arquivos - que ainda não estão prontos, é claro. O início está com a revisora. O povo do grupo está indo bem nas sugestões. 

E, nesta última noite, tomei remédio para dormir, fui para a cama meia-noite e meia, e DORMI. Acordei após sete horas de sono, me sentindo nova. Já vou voltar à escrita.

Não tem arrumações, não tem preocupação com arrumações, não tem outro foco que não terminar o livro.

E as carruíras lá fora estão enlouquecidas, como se fosse primavera,
chamando o parceiro e procurando lugar pra ninho.
Esse mês de julho mais quente está enganando todas elas.
Isso é uma carruíra.
Um passarinho bem pequeno que faz ninho em qualquer casinha ou toca.

sábado, 12 de julho de 2014

12.07.2014

Sábado, D 16 

Escrever, escrever, escrever. Essa coisa só cresce! Já são 47.500 palavras. Meus olhos doem e minha cabeça dói também, mas preciso terminar.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

11.07.2014

Sexta-feira, D 15 - uma sexta-feira com cara nem sei de quê, porque estou completamente fora do ar, em modo escritora total. Sabia que ia estar de folga hoje, deixei a energia de escrever se acumular, prontinha para ser usada. Não é sempre que funciona, mas, dessa vez, funcionou. Resultado: dormi apenas quatro horas nas últimas vinte e quatro, e o dia se resumiu a escrever, escrever, escrever. O ritmo é mais lento do que ontem, é claro, mas segue firme. Se não me perdi nas contas, foram cerca de oito mil palavras, e ainda não encerrei por hoje. Dei apenas umas passeadas pelo Face e iniciei um grupo fechado, reunindo apenas alguns familiares, amigos e blogueiros que se propuseram ler o texto nos próximos dias, a fim de me ajudar a definir título, capa, sinopse, esses "detalhes" nos quais não consigo me concentrar agora e que logo serão necessários. Resolvi liberar o início do texto antes de terminar de escrever, para não sobrecarregar o pessoal com todo o livro de uma vez só. Hoje foram 15 páginas de Word, cerca de 8.500 palavras. Amanhã libero outro tanto, e domingo, mais outro lote. Até lá, espero estar com a história quase finalizada.

E, para minha grande satisfação, já apareceram algumas boas ideias de título e capa.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

09 e 10.07.2014

Dia 9, quarta-feira, D 13

Manhã em casa, escrevendo e tocando esse livro que precisa ficar pronto. De tarde no posto, bordando nos intervalos das consultas porque o neto também merece suas coisas bem bonitinhas. A ideia, de noite, era me afundar no texto, mas acabou se tornando falta luz, desliga o computador, usa o celular de lanterna. Volta a luz, liga o computador, apaga o celular. Falta luz, desliga o computador, usa o celular de lanterna. Volta a luz, liga o computador, apaga o celular. Falta luz, desliga o computador, usa o celular de lanterna. Volta a luz, liga o computador, apaga o celular. Foi umas dez vezes disso. Quebrou toda a concentração e não deu pra fazer nada de útil, além de considerar o celular como a melhor lanterna já inventada. E claro que, com esse vai e vem de computador e internet, nem lembrei do post aqui.


Dia 10, quinta-feira, D 14

O texto rendeu de manhã. De tarde, tinha reunião no posto de saúde, depois festa de São João (tradução, a maior comilança) e atendimento depois. Fui para lá atender uma agenda de apenas nove; desses nove, vieram só seis. Depois reclamam que não tem fichas para as consultas!
Agora estou no computador, escrevendo. Da hora em que cheguei até agora, foram 2.000 palavras. Vou acabar esse livro de qualquer jeito, e vai ser logo!

E vamos que vamos!



quarta-feira, 9 de julho de 2014

08.07.2014

Terça-feira, D 12

Com o jogo da semifinal Brasil x Alemanha, o posto fechou ao meio-dia e não trabalhei de tarde. A manhã ficou para as coisas da casa; a tarde, para escrever até a hora do jogo.

E, depois daquele jogo, deu um branco tão grande que nem escrevi aqui.

Não é que eu seja fanática por futebol; não sou. Não é que eu estivesse achando que o Brasil vencia essa Copa; não estava. Se vencesse, eu estaria entre a turma que diria que o resultado havia sido comprado, porque nosso time, apesar de ter bons jogadores, não era um time, era um aglomerado de bons jogadores. Time é outra coisa. Nem sei como chegamos tão longe. Pensei que íamos ficar pelo Chile, já.

Mas aquilo, ontem, foi... estupefaciente. De ficar olhando de boca aberta, sem saber como jogadores tão bons, mesmo que apenas individualmente, podiam de repente parecer um time de várzea jogando contra o campeão estadual. 

Enfim...

... Acabei de esquecendo de escrever aqui. E não estou com pena do Brasil, não. Com o time que tinha, ganhou o resultado que mereceu. Imagino a agonia dos Pelés, Ronaldos (não gosto de nenhum dos dois, mas sabem jogar bola) e de tantos mais por aí, olhando e desejando estar lá dentro, pra mostrar como se chuta uma bola.

Brasileiro é criativo, precisamos admitir.
E eu tenho dois pastores alemães no pátio.
Meu risco de uma gargalhada canina é muito maior!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

07.07.2014

Segunda-feira, D 11

... E a sensação de folga do final de semana estava tão grande que esqueci de dizer que passei o sábado de manhã todinho arrumando minhas plantas da sacada e detonando minhas unhas...!

Hoje de manhã teve posto de saúde, faltaram alguns pacientes, o bordado progrediu. De tarde, os pacientes não faltaram no consultório, mas o horário entre posto e consultório ficou tão apertado que não almocei, só comi um iogurte. Aí, no final do trabalho, fui "almoçar" às seis da tarde na temakeria. Estou tão cansada que achei que a comida não estava tão boa quanto costuma ser. E dormi feito um tijolo na lotação, de volta pra casa. Comprei um esmalte verde para fins de artesanato, pasta de dentes especial porque os dentes estão doendo e me matando com qualquer friozinho, e tinha mais umas coisas na minha lista que esqueci. 

Os tontos da Biblioteca Nacional ainda não responderam ao e-mail que mandei pedindo para mandarem a documentação para mim, no e-mail certo. Espero que não achem mais novidades.

E não escrevi hoje. Vou é dormir. Boa noite!

Vídeo sinistro que postei hoje no blog do livro. 
É tão estranho que se justifica!

domingo, 6 de julho de 2014

05 e 06.06.2014

Sábado, D 9, e domingo, D 10

Dois dias de ficar em casa, olhar TV, escrever, acertar coisas... O único inconveniente foram visitas no sábado de tarde, infelizmente bem na hora de um aniversário que deveríamos ir. Mas visitas de tios de longe não dá pra mandar embora.

Estou um tanto cansada, mas foi um final de semana que rendeu, principalmente nos escritos e bordados.

E agora, voltando aos escritos.

Umas rosas pra colorir.
Quisera eu ter parecidas com essas aqui em casa...

sexta-feira, 4 de julho de 2014

04.07.2014

Sexta-feira com cara de sábado, D 8

O temporal de ontem de noite foi algo. Em uma noite, choveu quase o que deveria ter chovido no mês inteiro. A cidade virou o caos com alagamentos, transbordamentos de arroios e, claro, backout de sinaleiras (semáforos, para quem não conhece gauchês) que patrocinaram engarrafamentos pela cidade toda. Com a chuva, o marido não teve trabalho, porque as obras em andamento são externas. Então, foi comigo passar a manhã com o neto. Levamos duas vezes o tempo normal para chegar lá, e só chegamos porque saímos do congestionamento de diversas sinaleiras e fizemos uma volta enorme, mas sem tranqueiras. Aproveitando que o marido tinha ido junto pra se ocupar do pequeno, dei uma geral no apê da filha, que estava virado na confusão que viram os apartamentos de mães novas sem faxineira. Não fiz faxina, é claro, mas varri tudo e organizei bagunças diversas. Almoçamos lá - a lentilha que levei para a filha fez parte do cardápio, o filho levou o pote dele para comer em casa - e claro que apareceram goteiras nos serviços do marido. Tivemos que dar uma parada lá na volta. 

Chegamos em casa só às três da tarde, com paradas diversas dele e uma parada minha, no supermercado, para comprar desumidificadores. A água escorre das paredes, e isso não é nada bom quando se tem caixas e caixas de livros fechadas num quarto. Está nos planos comprar um desumidificador dos grandes, elétricos. Preciso me informar de preços e características.

ISBN da editora: a Biblioteca Nacional finalmente respondeu. Tem a data de ontem, para minha surpresa, porque juro que olhei o e-mail da editora ontem, mas não tinha nada da BN lá. Enfim, dizem que tudo ficou pronto no dia 20 de junho e foi mandado para o e-mail cadastrado, que aliás é um que nunca vi na vida. Para responder a eles, só na segunda... Vendo pelo lado positivo, deu tudo certo com o cadastro. E logo vou ter o número nas mãos.

A escrita segue bem. \o/  Que continue assim!

Tem imagens que são lindas.
E pronto.


quinta-feira, 3 de julho de 2014

03.07.2014

Quinta-feira, D 7 - primeira semana do meu Ano Novo pessoal.

Tive consultório pela manhã, o marido me deixou bem cedo no centro da cidade. Apesar do peso dos livros que iriam para o Correio (cinco livros = seis quilos, quase sete), aproveitei o pedacinho de manhã para resolver outros assuntos. 
O primeiro foi fazer a transferência de $$ para a Thais, minha assessora de internet. A transferência é sempre feita via Bradesco, com sua porta detectora de metais me obrigando a levar alguém junto para ficar com minha bolsa terrorista do lado de fora. Mas descobri (uhu!) que, se chegar lá bem cedo, na hora em que os funcionários estão chegando, a porta giratória está desativada e há uma porta normal aberta ao lado! Ou seja, sem detector de metais! O guarda não fica na porta de entrada dos caixas eletrônicos, e sim entre a área dos caixas e a do banco propriamente dito. Tradução, nesse horário posso entrar com todas as minhas tralhas, fazer a transferência no caixa eletrônico e sair sem ajudantes! A próxima parada foi a Caixa Federal para mais umas transferências, a farmácia para comprar sabonete líquido de boa qualidade e preço melhor ainda, e só então eram nove horas e as lojas do centro começavam a abrir! Coloquei os livros no Correio, fui para o consultório onde mais da metade dos pacientes não vieram por causa do tempo feio, mandei um motoboy buscar o tal atestado que preciso para o posto de saúde... Enfim, a manhã rendeu, mesmo com a ausência dos srs. pacientes.

Almoço com o marido (sem desencontros), posto de tarde. Ao chegar em casa, fiz lentilha, tanto para nossa janta quanto para levar para os filhos, amanhã.

Agora é hora de escrever e de ficar de olho nas goteiras, porque está um tal de troveja e relampeja lá fora avisando que vai cair o maior aguaceiro durante a noite, para piorar ainda mais nossa estrada de chão que já está virada numa pista de cross.

Bola, a cã matriarca covarde que dorme dentro de casa e não gosta de trovões, não sai de perto dos meus pés. Acho que ela espera que, se cair um raio, me acerte primeiro...

Não tem como não lembrar, quando se fala de céu caindo na cabeça! :D


quarta-feira, 2 de julho de 2014

02.07.2014

Quarta-feira, D 6

Manhã em casa, respondendo a mil coisas no computador. A sensação que tenho é que não respondo alguma coisa um dia, e juntam mensagens de uma semana. A Biblioteca Nacional respondeu, querendo saber o remetente da correspondência sumida (fácil) e o registro da editora. Aí começa o problema, porque era exatamente o registro da editora que eu estava pedindo com a documentação. Respondi a eles. Vamos ver o que dizer amanhã. Ao menos eu espero receber notícias, e boas, amanhã. E segui escrevendo. Vou resolver que o caso dos orçamentos mandados pelas gráficas amanhã de noite.

Tarde no posto de saúde, é claro, sem chefas estressadas porque ela estava numa reunião. Deu tempo de fazer um pouco de crochê de acabamento no blusão do neto.

Noite em casa, e toca a responder mais mil coisas na internet, empacotar livros para irem para o Correio amanhã, e, para minha satisfação, escrever. Parece que a trava se foi!

O post de hoje, no blog dos livros, 
foi um dos marcados como Maravilhas do Mar.
Se quiser ver, esse é o link.
E, se quiser acreditar, essa coisa aí abaixo é do reino animal
(não me arrisco a chamar exatamente de "bicho") 
e foi o tema do post.




terça-feira, 1 de julho de 2014

01.07.2014

Terça-feira, D 5

Madrugada: não foram muitas horas de sono, mas foi um sono bom. Acordei me sentindo bastante descansada.

Manhã em casa. As revistas do sobrinho foram todas encaixotadas (finalmente); haviam sobrado algumas no quarto do filho. Os livros que são para doação em escolas foram encaixotados também, agora só falta fazer contato com a escola. Mandei diversos e-mails para gráficas, para a Biblioteca Nacional porque meu ISBN ainda não chegou, para a diagramadora, porque meu ex-diagramador provou pela décima vez que não é de confiança e que adia tudo. As gráficas já responderam, a diagramadora também. Tudo ok. Falta só a Biblioteca Nacional.

De tarde, no posto, os pacientes vieram todos. A parte interessante ficou por conta da chefe, que estava fechando o ponto de junho e me chamou especificamente para me passar um sermão pelos atestados que não entreguei, dos dias em que não fui trabalhar. Pior que tenho certeza de que entreguei. Agora vou ter que providenciar segunda via. O pitoresco foi a parte do sermão por eu ter "ficado devendo" uma hora por dia, em dois dias diferentes. Aconteceu em duas segundas-feiras, quando meu horário é das oito às treze horas. Nesses dois dias criminosos, eu saí uma hora mais cedo, ou seja, ao meio-dia. Detalhe: tinha jogo da Copa nessas segundas, e o posto fechou ao meio-dia... Divertido isso de a chefe lembrar do "detalhe" quando fechou o ponto de todo mundo, inclusive o dela, mas de esquecer quando era o meu ponto! Na verdade, ela ficou brigando sozinha, e eu lá, olhando e achando muito louco...

De noite, em casa, fiquei feliz ao ver que a escrita está fluindo com naturalidade, como sempre acontece. Também conversei com a Thais, minha assessora em assuntos de internet, sobre o site da editora. As coisas estão progredindo!


Umas flores bonitas para hoje.
Queria ganhar um buquê assim, algum dia: 
só flores bem apertadas umas nas outras,
com cara de colhidas no jardim.