quinta-feira, 31 de maio de 2012

31.05.2012

Gente, que loucura. Jurava que tinha postado o dia 29 e, quando olhei hoje, estava como rascunho!!! Estou ficando tararaca - eufemismo regional pra maluca de tão esquecida/distraída!

Ontem, 30.05, não postei nada mesmo, devido a um problema básico de cérebro torrado. Estou tentando resolver como e aonde publicar meu livro, e estou descobrindo que isso é uma excelente maneira de incinerar neurônios! Juro, tem sites de editoras tão confusos que não sei nem se ELAS MESMAS (as editoras!) sabem se estão recebendo originais ou não! Gente doida!!!

Hoje, continuei na minha batalha virtual pra entender o que se passa no mercado editorial. 

É mais ou menos tipo, você vai procurar seu primeiro emprego, e tudo que perguntam é sobre experiência em empregos anteriores... Sei lá. Autor de primeiro livro tem que sequestrar algum editor e ameaçar de morte, eu acho! Sem isso, ninguém dá atenção!!

Hoje, sou só escritora. Amanhã, vou continuar com minhas fotos da viagem!

29.05.2012

Hoje foi meu último dia 100% de férias, com direito a ficar em casa o dia todo. Tinha diversas tarefas programadas, mas acabei diante do computador, envolvida com meu livro. Ajustei mais alguns detalhes de revisão, decidi como vai ser a capa e - a parte mais complicada - recebi indicação de três editoras que trabalham com fantasia. Vamos ver se essas ao menos respondem emails que os infelizes autores inéditos mandam. Já fui ignorada por diversas, que nem mesmo se dignam a responder quando a gente pergunta sobre envio de originais. Mas, bem, vamos ver se dou mais sorte com essas. Escrevendo assim, parece pouco... mas me ocupou o dia todo. 

Viagem a Portugal, cidade de Sintra.
As fotos que já postei mostram o Castelo dos Mouros, nossa primeira parada em Sintra. O castelo fica bastante alto em um dos muitos morros que circundam a cidade, e chega-se lá de ônibus. Essa mesma linha de ônibus pega os turistas no Castelo dos Mouros e leva ainda mais para cima, para o Palácio da Pena. Foi nossa segunda visita do dia e, gente, não tem como visitar muito mais num dia só. O Castelo dos Mouros é enorme, e se caminha um montão. O Palácio da Pena também é muito grande, e se caminha outro montão - e nós nem visitamos os jardins, só passamos por eles rumo ao palácio. O texto abaixo foi transcrito a partir da página da Câmara Municipal de Sintra:

"O Palácio da Pena constitui o mais completo e notável exemplar de arquitetura portuguesa do Romantismo. Edificado a cerca de 500 metros de altitude (pode crer: parece MUITO mais!!), remonta a 1839, quando o rei consorte D. Fernando II adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerônimo de Nossa Senhora da Pena e iniciou sua adaptação a palacete. Para dirigir as obras, chamou o Barão de Eschwege, que se inspirou nos palácios da Baviera para construir este notável edifício (nos palácios da Baviera e em todos os outros que viu na vida, eu acho! Nunca tinha imaginado tanta mistura de estilos!). Extremamente fantasiosa (pra dizer pouco), a arquitetura da Pena utiliza os "motivos" mouriscos, góticos e manuelinos (e mais uma penca de outros!), assim como o espírito Wagneriano dos castelos do centro da Europa."

Existem outras fotos mais, digamos, típicas desse Palácio, mas essa é a que, na minha opinião, melhor ilustra o que a gente encontra lá: dá a impressão que pegaram pedaços de diversos palácios diferentes, de diversos estilos diferentes, e juntaram tudo numa coisa só! É uma mistura incrível - e muito bonita!








Outra vista da colagem de estilos. Fantástico, não é?






Toda essa parte amarela eram os aposentos da rainha. À direita, na foto, onde tem aqueles diversos arcos brancos - ali passava a ronda dos guardas. Mal passam duas pessoas por vez no corredor externo. À esquerda da parte redonda fica o pátio da rainha. Os postes brancos que parecem armação para toldos são de ferro e são MESMO armação para o toldo da rainha! Sem o toldo, eles não conseguiam usar o sacadão por causa do calor. Esquisito pensar nisso no século XIX, mas, pelo jeito, D. Fernando era um visionário. Pode ter sido, sei lá, o primeiro toldo de Portugal!





















Abaixo, o pórtico de ligação entre dois pátios grandes que ficam no mesmo nível. O nível de acabamento e detalhes é incrível. A parte crespa, mais perto do pórtico, são representações de corais muito realistas. A estátua acima é um homem com pés de nadadeira, como um peixe, e está sobre uma concha estilizada. Se bem me lembro, tem alguma coisa a ver com o surgimento do Homem - é tanta coisa e tanta informação que não consigo lembrar de tudo. Pelo jeito, vou ter que pesquisar pra me lembrar do que vi no meu próprio passeio...

Amanhã, mais fotos! Tem coisas lindas nesse palácio!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

28.05.2012

Hoje vai ser curtinho. A insônia pegou com tudo na noite passada; eram três da madrugada e eu estava acordada por motivo absolutamente nenhum. Pude ficar em casa esta manhã (restinho de férias) e deu pra recuperar um pouco a noite mal dormida, embora eu tenha acordado cedo (relógio biológico é fogo. Ele podia ser tão pontual pra dormir como é pra acordar...). Tive consultório de tarde e, de noite, fiz minha palestra no Curso de Gestantes do hospital.

Viagem a Portugal, quarto dia, 10 de maio, parte II e concluindo o Castelo dos Mouros:
Detalhe de uma das passagens, com pedras encaixadas formando o arco. E de novo vale a pena reparar na espessura das paredes!

Outra visão geral das muralhas, com algumas pessoas junto pra dar alguma noção de tamanho. O que mais me surpreendeu foi constatar como, nas fotos, o verdadeiro tamanho dessa obra monumental de engenharia se perde. De certa maneira, não é justo... Gostaria de conseguir dar uma ideia melhor do assombro que a gente sente quando chega lá e vê tanta coisa construída com tanto capricho naquela altura toda.

Essa foto aí abaixo, com a muralha acompanhando cada curva do terreno, me fez lembrar demais de todos os filmes de capa e espada que já vi. Para o lado externo, à esquerda dos torreões, a descida é grande e abrupta. Não tem como subir por ali. O lado interno é só um pouco melhor. Olhando a forma como isso foi construído, é bem fácil imaginar uns poucos soldados capazes de defender a passagem, porque a luta teria que ser, praticamente, de um contra um.

Esse é o ponto mais alto de todo o castelo, cuidadosamente moldado sobre a rocha. É uma sequência de entradas, níveis e patamares bem estreitos.

Essa foto abaixo mostra como eles cortavam as pedras: faziam estes buracos com talhadeiras, encaixavam cunhas de madeira e molhavam. A madeira expandia e, após diversos dias e aprofundamentos, quebrava a rocha. Imagine só a trabalheira de cortar desse jeito TODAS essas pedras!












A última foto é das que sempre faço questão de tirar: flores. Essas campânulas são, até onde me lembro, um dos indicativos de que a primavera já chegou aqui!


domingo, 27 de maio de 2012

27.05.2012

Dois dias de internet tão sofrível que mal abria os emails e, no terceiro dia - tcharans!!! - sem internet nenhuma, nem telefone, nem nada. A operadora de telefonia informou que "havia detectado o problema e a solução estava sendo encaminhada", mas até agora não tenho a menor ideia de que raio de problema foi este! Enfim, hoje a tralha está funcionando de novo.

Domingo: hospital de manhã, ver os pacientinhos da CTI Neo; de tarde, fazer um pouco do nada tradicional dos domingos, bordar e, de noite, ir ao cinema com o marido, ver MIB 3. Eu gostei. Aliás, gosto muito dos dois primeiros e o terceiro mantém o estilo da série. Eles conseguiram se sair bem do enrosco que é viagem no tempo - os paradoxos envolvidos não comprometem o enredo, que funciona bem.

Planos pra semana que inicia amanhã, bem, aproveitar o restinho parcial de férias que me resta... Já voltei ao trabalho no consultório e hospital. Segunda que vem, reinicio no posto de saúde, e aí, fim de folga!

Viagem a Portugal - quarto dia, 10 de maio, parte I - e este dia vai ter diversas partes, porque era a parte da viagem que eu mais estava esperando! Passamos o dia 10 e o dia 11 em Sintra, uma cidade que fica a quarenta minutos de trem de Lisboa. É chamada de Cidade dos Palácios, e é linda!

A visita começou no Castelo dos Mouros, uma fortaleza construída no topo de um dos muitos montes do local. É muito antiga e, em escavações, descobriram que foi construída sobre as ruínas de outras edificações mais antigas ainda, do século V. É simplesmente impressionante ver tudo isso construído lá em cima!

As pedras foram retiradas do próprio local e ajustadas umas sobre as outras; em muitos pontos não há nenhum tipo de argamassa para juntá-las. Na parte superior, denteada, foi usado um tipo de argamassa que resiste há séculos, e ninguém sabe como era feita. Veja a espessura das paredes!

E o jeito que isso foi construído na beirada de precipícios. O mundo fica láááá embaixo!

Esta foto foi tirada de dentro das muralhas. Fiquei encantada com o modo como terreno e construção foram encaixados.

Vista dos caminhos em ziguezague que é necessário subir para chegar na parte alta da fortaleza. Precisa um bom fôlego, porque sobe, sobe, sobe...

E aqui, uma foto tirada quando a gente está lá em cima, na parte mais alta das muralhas. Olha só que vista!

Bom, amanhã eu continuo - se a internet continuar colaborando!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

23.05.2012

Depois de uma noite muuuito mal dormida, hoje foi um dia comprido e cheio de bocejos. Motivo da insônia: problemas pessoais que não saem da cabeça na hora de dormir, e, bem mais atrapalhante, toda a cachorrada da vizinhança estava inquieta! Eram uivos e latidos pra todo lado, numa sinfonia sem sossego... Estou exausta!

terça-feira, 22 de maio de 2012

22.05.2012

Sem grandes novidades hoje, e sem grande entusiasmo também. Me ocupei com o inglês, arrumei meu armário de copos que estava uma bagunça, e fim.

Tem dias em que a gente não está a fim de escrever. Hoje é um deles.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

21.05.2012

Estive sem internet ontem - quer dizer, ela até dava sinal de vida, mas era a vida de uma lesma reumática em dia de preguiça... Até para carregar os emails estava lento! Imagina, então, pra colocar fotos. 

Bom, seguinte, dia de hoje: de manhã fiquei em casa mas sem arrumações. A prioridade (estritamente pessoal, admito!) era terminar a tradução do segundo capítulo do livro. Consegui. Terminei! De tarde, tive consultório. Esta parte das férias já acabou. 

E agora, algumas dívidas:

1. Minha decoração "de outono" do banheiro, que consiste em arranjos em cima da bancada. É o tipo de detalhe que eu gosto. Estou pensando em fazer alguma coisa diferente pro inverno, mas ainda não sei o quê.

2. O bar espelhado que esteve vazio até bem pouco tempo atrás. Acho que, sei lá, estava com medo que as coisas quebrassem aí dentro, tanto que, agora, a família está oficialmente avisada que o bar está em uso. Coloquei bebidas tipo aperitivos e uísques com os respectivos copos. Agora preciso arrumar o outro armário, de onde saiu tudo isso.

3. Terceira dívida, a foto do bordado do anjo número 2. Está progredindo devagar, mas nem posso ter pressa nesse. O primeiro passo é termina a fita. Depois, vou para o rosto e os cabelos, que não vão trocar de cor. Em seguida, preciso determinar quais vão ser as outras cores... Toda a teoria fica meio estremecida na hora de passar para o bordado de verdade. Portanto, vamos por partes. Vou fazer primeiro o que tenho certeza. 
Obs: a cor do fundo é um verde que, na verdade, é mais intenso do que essa foto. Tirei a foto sem flash, mas, mesmo assim, a reprodução da cor não é fiel. Dá pra ver bem a fita. A maçaroquinha sem muito sentido acima, à esquerda, são as rosas do busto.

E agora Viagem a Portugal - terceiro dia, 9 de maio, parte III:

Do Cabo da Roca, fomos (sem sair do ônibus) para Cascais e Estoril, que devem ser cidades bem interessantes de se conhecer com menos pressa. Aqui, foto durante a viagem. Note as sempre presentes onze horas...

Este forte foi transformado em pousada. Deve ser um charme passar uns dias aqui! Fica em Cascais.

Aqui, o porto entre Cascais e Estoril. Lindo! Merecia muito mais do que uma passada rápida de ônibus.

Fotos tiradas do ônibus. E, mesmo assim, quanta coisa bonita!
















Encerrando esse dia, o que eles chamam de "praia" por lá, e que se resumem em umas nesguinhas de areia... Muito esquisito pensar nisso como praia, principalmente quando se mora num Estado que tem a praia do Cassino (Guiness Book:a maior praia em extensão do mundo, com 254km de comprimento, estendendo-se da cidade de Rio Grande até o Chuí). Bom, está aí a foto da "praia" portuguesa...












sábado, 19 de maio de 2012

19.05.2012

Gente, que cansaço! Parece que toda a correria da viagem está despencando em cima de mim agora... Hoje é sem maiores papos. De manhã, me ocupei das coisas da casa. De tarde, aula de inglês, e nunca tinha rendido tanto! Agora de noite, o inglês ainda, passando a limpo e revisando. Minha profe quer recuperar a aula da semana passada na próxima quarta-feira. Ainda bem que já tenho bastante coisa traduzida! Acho que, com no máximo quatro aulas, conseguimos terminar o segundo capítulo do livro. Até vou ver com ela quantas aulas foram pra terminar o primeiro capítulo - mas foi muuuito mais!

Assuntos de viagem também ficam pra amanhã. Vou deixar só uma foto de lambuja... Essa foi tirada de dentro do ônibus logo depois do Cabo da Roca, e ficou linda!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

18.05.2012

Hoje foi um dia sem maiores novidades, provavelmente devido a uma noite pessimamente dormida. Quando menos espero, a insônia ataca com tudo! Como eu não tinha a menor vontade de arrumar coisa alguma hoje, sentei na frente do computador e toquei minha tradução. Agora estou com bastante coisa adiantada.

Viagem a Portugal - terceiro dia, 9 de maio, parte II:
Depois de Queluz, fomos para a cidade de Sintra, que eu estava muito ansiosa pra conhecer. Como não querer conhecer um lugar que é chamado de cidade dos castelos?! E tem mesmo montes deles. Com o tour, claro que não se consegue ver quase nada (tour = passagem em alta velocidade por lugares que a gente só vai apreciar depois, nas fotos). Nosso grupo ficou meia hora no centro histórico, uma verdadeira piada em relação ao que Sintra tem pra mostrar. Nem me preocupei muito, porque já estava combinado que voltaríamos lá - sem tour algum pra atrapalhar.

De Sintra, nosso ônibus continuou rumo ao Cabo da Roca, ponto extremo do continente europeu no Oceano Atlântico. De acordo com Camões, no Cabo da Roca a terra se acaba e o mar começa. Bom, sem dúvida a colocação dele procede. Essa foto foi tirada bem na beiradinha de onde a terra se acaba...

A estrada é estreita e cheia de curvas, e toda a região fica dentro de uma reserva ecológica. Próximo ao Cabo da Roca só há campos floridos, morros e escarpas. A paisagem é absolutamente linda e, graças à primavera, muito colorida também.

O lugar mantém um ar desolado e inóspito apesar do turismo. No prédio do farol, que ainda funciona, não se pode entrar. A loja de lembranças é excelente.

Esse é o prédio do farol. Dizem que sua luz pode ser vista a 50km de distância, dentro do mar.

E flores, flores por todo lado. Nunca tinha visto tantas onze horas juntas e floridas num só lugar. Tem de todos os tamanhos e tipos, uma do ladinho da outra, numa festa de cores...

... e de comida para as abelhas. Nessa flor aí deu pra fotografar duas abelhas de uma vez só. Como são abelhas tamanho padrão, também servem pra dar uma ideia do tamanho enorme da flor. Nunca tinha visto onze horas desse tamanho.

Aqui, já estávamos saindo do Cabo da Roca. Apesar de ser tirada através da janela do ônibus, a foto ficou muito boa e a paisagem é linda.

Minha ideia era, hoje, terminar esse terceiro dia da viagem. A partir do Cabo da Roca, não saímos mais do ônibus, e tudo que vimos foi pelas janelas. Apesar disso, conseguimos algumas boas fotos que vale a pena ver. Mas estou realmente cansada, de modo que fica para amanhã.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

17.05.2012

Do ponto de vista organizacional, dia tranquilo. Dei instruções ao jardineiro sobre um canteiro que precisava de algumas mudanças e transplantes; passei uma das plantas dos meus vasos da sacada para o jardim; cacei por horas meu gato operado dentro de casa até descobrir o safado num canto cercado do pátio, tomando Sol. Até agora não sei como o peste saiu, porque ainda está todo bambo das pernas.

Do ponto de vista de estudo de inglês, ufa, que sufoco! Chego a estar com os braços doloridos. Explico: sei que, como todas as pessoas de bom senso, preciso aprender inglês. Até agora, nunca tinha encontrado motivação suficiente para levar em frente, apesar de vários inícios em vários cursos com vários métodos diferentes. Dessa vez, como já disse, estou fazendo aulas particulares com uma amiga que é formada em Letras e trabalha como tradutora em uma multinacional. No início de nossas aulas, meus temas de casa eram feitos no último minuto da última hora possível, demonstrando que a falta de motivação estava mais uma vez presente. Então, resolvi começar a aprender inglês totalmente do avesso. Escrevi um livro, como acho que já disse por aqui (aliás, como costuma acontecer com novos autores, o livro já foi recusado pela editora). Acontece que este livro é a menina dos meus olhos, e decidi que, em inglês, talvez ele tenha mais chances. Resultado: meu "tema de casa" é traduzir o livro para o inglês, e a aula é a revisão disso tudo. Meu inglês técnico até que não era ruim, mas eu não tinha nada de conversação nem de expressões coloquiais. Então, agora, estou aprendendo tudo numa pegada só: vocabulário, gramática, pronúncia, expressões... enfim, estou começando de onde todo mundo termina, que é a tradução. Como tenho aula no sábado, precisava tocar algumas páginas de tradução para termos assunto na aula. Passei a tarde toda nisso, com a ajuda sempre hilária do Google tradutor. É cada coisa que sai que só rindo! Mas ele me ajuda bastante no vocabulário. Sabendo de que jeito perguntar, a palavra correta até sai. Outro auxiliar precioso é o Babylon. Mesmo assim, quando chego na aula, é correção pra todo lado... Mas estou motivada e gostando. Dessa vez, eu aprendo!

Ah, sim, e fiz a transferência de copos e garrafas para meu bar até agora desocupado. Estou devendo um monte de fotos da casa. Vou incluir mais essa.

Agora, viagem a Portugal - terceiro dia, quarta-feira, 9 de maio, parte I: a manhã foi ocupada por uma exploração nas retrosarias das redondezas do hotel, sendo que as retrosarias haviam sido previamente localizadas através da internet. Esperava encontrar nelas artigos de bordado que não encontro no Brasil, mas as que visitei eram apenas pontos de venda de linhas de costura e lãs. Apenas em uma encontrei uma tela para bordar.
De tarde, tínhamos mais um tour contratado, este passando pelas cidades de Sintra, Cabo de Rocas, Cascais e Estoril. A parte I desse dia fica por conta do Palácio de Queluz, a meio caminho entre Lisboa e Sintra. A foto de ontem já deve ter dado alguma ideia do que é o palácio de verão da realeza portuguesa...

Visão geral da entrada

O forro de um dos primeiros salões

Essas colunas são na sala de música, e não são de mármore. São de madeira pintada para parecer mármore, porque o mármore de verdade atrapalharia a acústica da sala - que é mesmo fantástica. A guia falava sem microfone algum, e se ouvia na sala inteira.

A seguir, aposentos da princesa.
Salas, quadros, porcelanas, pinturas em paredes se sucedem por todo o palácio, cada uma mais rica em detalhes do que a outra. Há uma enorme atenção a cada detalhe, a cada cantinho, a cada decoração. Não há condições de mostrar tudo aqui (principalmente porque minha internet não é a maior das maravilhas e demora montes a carregar cada foto), mas a foto seguinte é de uma sala bem diferente das outras. Em vez de pinturas direto nas paredes, tem azulejos pintados em toda a volta.


Um quarto todo cor de rosa; se bem me lembro, de uma das aias da rainha.

E fotos gerais do luxo e da beleza do palácio:






O palácio de Queluz tem forma de um pavilhão em "U" e, no centro do pavilhão, estão os jardins inspirados nos jardins franceses da época: geométricos, sem flores, com muitas estátuas e fontes. É lindo!










Ok, amanhã continuo o relato da viagem!