Quinta-feira, D 7 - primeira semana do meu Ano Novo pessoal.
Tive consultório pela manhã, o marido me deixou bem cedo no centro da cidade. Apesar do peso dos livros que iriam para o Correio (cinco livros = seis quilos, quase sete), aproveitei o pedacinho de manhã para resolver outros assuntos.
O primeiro foi fazer a transferência de $$ para a Thais, minha assessora de internet. A transferência é sempre feita via Bradesco, com sua porta detectora de metais me obrigando a levar alguém junto para ficar com minha bolsa terrorista do lado de fora. Mas descobri (uhu!) que, se chegar lá bem cedo, na hora em que os funcionários estão chegando, a porta giratória está desativada e há uma porta normal aberta ao lado! Ou seja, sem detector de metais! O guarda não fica na porta de entrada dos caixas eletrônicos, e sim entre a área dos caixas e a do banco propriamente dito. Tradução, nesse horário posso entrar com todas as minhas tralhas, fazer a transferência no caixa eletrônico e sair sem ajudantes! A próxima parada foi a Caixa Federal para mais umas transferências, a farmácia para comprar sabonete líquido de boa qualidade e preço melhor ainda, e só então eram nove horas e as lojas do centro começavam a abrir! Coloquei os livros no Correio, fui para o consultório onde mais da metade dos pacientes não vieram por causa do tempo feio, mandei um motoboy buscar o tal atestado que preciso para o posto de saúde... Enfim, a manhã rendeu, mesmo com a ausência dos srs. pacientes.
Almoço com o marido (sem desencontros), posto de tarde. Ao chegar em casa, fiz lentilha, tanto para nossa janta quanto para levar para os filhos, amanhã.
Agora é hora de escrever e de ficar de olho nas goteiras, porque está um tal de troveja e relampeja lá fora avisando que vai cair o maior aguaceiro durante a noite, para piorar ainda mais nossa estrada de chão que já está virada numa pista de cross.
Bola, a cã matriarca covarde que dorme dentro de casa e não gosta de trovões, não sai de perto dos meus pés. Acho que ela espera que, se cair um raio, me acerte primeiro...
Não tem como não lembrar, quando se fala de céu caindo na cabeça! :D
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