segunda-feira, 30 de junho de 2014

30.06.2014

Segunda-feira, D 4

Posto de saúde pela manhã, com chuva, frio e jogo da Copa na cidade à tarde. Da minha agenda de quinze, vieram sete. Teria dado tempo de bordar um monte nos intervalos, mas não me atrevi. A noite passada foi terrível. Estava sem sono e fui para a cama só às duas e meia, e fiquei acordada até as quatro e meia - acordada de verdade, olho estalado, conferindo o relógio de vez em quando. O pior é que, quando chega nesse horário, não dá pra tomar o remédio para dormir, ou durmo de pé na outra manhã. O sono que se perde de noite, se encontra de manhã - que grande verdade! Mas chega a ficar perigoso se tiver remédio na parada. Bordar nesse cansaço sempre dá erro e coisas que precisam ser refeitas, de modo que fiquei num joguinho sem objetivo no iPad. Desencontro com o marido na hora do almoço - estamos um bocado desencontrados desde os desentendimentos de aniversário. Aí começou a batalha pra achar um táxi ao meio-dia, mas consegui ir para casa. E, de tarde, fiquei pelo computador, matando tempo até chegar a hora de dormir. Não posso fazer sesta alguma, ou não durmo mesmo. E, para minha surpresa, depois de um certo horário consegui até escrever um pouco...!

Sobre a Copa, hoje foi o último jogo aqui em Porto Alegre. Graças! Tudo bem que é bonito e tal, mas dá um tumulto no trânsito que é um terror, com tudo em torno do estádio fechado muitas horas antes e outras tantas depois!

Bem, esse abaixo é o Gigante da Beira-Rio. Ao lado dele, menor e coberto, o Gigantinho. É o estádio do Internacional, vulgo Inter, para todos os gaúchos. E eu sou gremista, de modo que é quase uma traição colocar a foto do estádio do co-irmão e tradicional inimigo aqui! Mas que é uma bela foto, isso é.


domingo, 29 de junho de 2014

29.06.2014

Domingo - D 3

Ficou todo mundo aqui em casa - filha e família, mais filha postiça. Foi dia familiar! Na prática, não fiz nada...


sábado, 28 de junho de 2014

28.06.2014

Sábado - D 2
Bolo feito pela filha

O níver estava muito bom, mas, como sempre, fiquei sem a cereja do bolo para considerar o dia perfeito. Sempre acontece alguma encrenca.

Enfim, hoje de manhã consertei o bolso de um dos meus aventais, era um remendinho que estava esperando faz tempo. E consertei o macacão de apicultor do marido, que estava cheio de buracos (para a alegria das abelhas).

De tarde, jogo do Brasil e computador.

Presente de níver



De noite, uma janta para os amigos: a revisora Kaká, marido e filha; minha filha postiça Paty, amiga de infância dos meus filhos; e, claro, filha, marido e neto, que irão dormir aqui. O filho n. 2 está rumo ao interior do Estado, para as bodas de ouro dos sogros. Com o filho n. 3 (Alemanha), conversei ontem de noite, via Skype.



Ontem entreguei a manta para o neto, e lembrei de tirar as fotos. Ficou bem linda!


sexta-feira, 27 de junho de 2014

27.06.2014

Sexta-feira

Este é um post programado que deixei pronto ontem, porque hoje sei que não vou ter tempo. Afinal, é meu aniversário! :)

Recomeço hoje a contagem que tentei fazer no ano passado, mas me perdi na interrupção dos posts:

Sexta-feira
D 1 do meu ano particular que se inicia hoje, e que tenho o palpite que será muito bom!


quinta-feira, 26 de junho de 2014

26.06.2014

Quinta-feira

Cara, que sinistro!!! Acordei hoje de manhã como se tivesse passado a noite toda festejando, mal conseguia abrir os olhos e, cada vez que abria, eles queriam fechar de novo! Consegui finalmente sair da cama e até que fiquei mais ou menos acordada no resto do dia. Fui ao consultório de manhã, com a secretária dando discursos sobre uma paciente mega mal-educada de um colega. De tarde foi o posto de saúde. Agora meus pacientes tem hora marcada certinha como todos os outros, sem direito a atrasos. Tem mães reclamando. E eu fico com uns minutinhos entre o final de uma consulta e o horário da próxima livres. Hoje coloquei o cronômetro do celular marcando quantos minutos eu tinha de intervalo, e toca a bordar em cada cinco ou dez minutos de bobeira. Até que, no total, o bordado andou bastante.

Ah, e tentei tirar uma foto da manta que terminei esses dias, mas a luz está péssima agora de noite. Vai ter que ser amanhã, antes de entregar ao proprietário...


quarta-feira, 25 de junho de 2014

25.06.2014

Quarta-feira, dia de jogo da Copa em Porto Alegre mais uma vez. A cidade está infestada de argentinos e é ponto facultativo à tarde. Como tenho as manhãs de quarta livres, feriado pra mim.

Manhã atualizando Face e posts, fiz o post para esta noite no blog dos livros, sobre Malévola, que ainda está na minha cabeça. Ficou caprichadíssimo. Este é o link. Fiz o post para amanhã também, está pronto e programado.

De tarde, escrevi. Até que rendeu. E, de noite, realizada uma tarefa há muito adiada: prender botões nas camisas do marido... Eu detesto prender botões. Já eram três camisas no acumulado. Foram-se!

É Malévola aí de novo, numa foto muito mais bonita do que a outra.



terça-feira, 24 de junho de 2014

24.06.2014

Terça-feira

Dia "Receita Federal - Leão do Imposto de Renda"... Manhã conferindo os comprovantes devidamente xerocados e organizados, meio-dia pegando as últimas segundas vias de comprovantes de despesas médicas misteriosamente desaparecidos, e de tarde... Tcharans! Sentadinha, bem comportada, no caos que estava a Receita Federal esta tarde, até ser a minha vez no atendimento.

Agora, de noite, a sensação de dever cumprido: toda a papelada foi entregue e carimbada. Agora vai tudo para um fiscal e depois vão me dizer se minha declaração de 2011 - exercício 2010 está aprovada! Só quatro anos, imagine. Tinha comprovante que estava ilegível, depois de tanto tempo. A tinta simplesmente some!

Enfim, game over. Acabou. Uma coisa a menos pra preocupar!

Umas estrelinhas básicas!

23.06.2014

Segunda-feira

Noite - dormi apenas quatro horas, com a cabeça em modo turbo. Muito inconveniente, quando se trabalha de manhã...

Manhã - modo zumbi no posto de saúde. 

Tarde - iniciando com uma reparadora soneca, jogos da Copa depois

Noite - fomos ver Malévola e, UAU! Nunca mais vai dar pra ver Bela Adormecida do mesmo modo, o filme é fantástico!!!


domingo, 22 de junho de 2014

22.06.2014

Domingo tranquilo, de caprichar no feijão no almoço e olhar jogos da Copa na TV, torcendo por uns e azarando outros. Dia de terminar de bordar uma manta para o neto (foto amanhã, espero, porque hoje já está tarde), de dar uma tocada em outro blusão para o neto porque o inverno está muito frio. Dia também de dar uma geral nas orquídeas internas, que estavam muito mais cheias de fungos e cochonilhas do que eu esperava, e me deram tanto trabalho que até perdi a paciência. Terminei por uma questão de disciplina. 

Também retomei aquilo que se iniciou como conto do Dia dos Namorados e está alegremente se tornando um livro. Do diagramador, nem notícias. Da Biblioteca Nacional + ISBN da editora, igualmente. Houve qualquer problema por lá de novo, com certeza. Saco.


sábado, 21 de junho de 2014

20 e 21.06.2014

Dia 20, sexta-feira, o acontecimento foi o hangout - meu primeiro! - com os amigos do Eu Leio Brasil. Como minha internet, aqui em casa, é terrível, fui para a casa da filha de manhã para o hangout que era às quatro da tarde. O monitor do computador dava um reflexo tremendo nos meus óculos, e eles me pediram para tirar. Resultado... Parece que falei de olhos fechados o tempo todo! Coisa de míope com luz na cara! O link é este, se querem ver qual é minha cara dormindo. Pareço uma sonâmbula. Mas falo direitinho.

Dia 21, hoje: uma ida de surpresa para Gramado, na serra gaúcha. Foi uma viagem e um dia tranquilos. Comprei pantufas para mim e um par de meias para o neto! E agora eu vou dormir, boa noite.


quinta-feira, 19 de junho de 2014

19.06.2014

Quinta-feira, feriado, e eu fiz o que se faz nos feriados: um pouquinho de nada. Olhei futebol, comi pipoca, fiz croché, cuidei de plantas...

Hoje, deixo uma música aqui. Uma música que, sei lá por quê, sempre me faz chorar. Acho que ainda não cheguei na parte do sorrir... A letra está abaixo.

Tocando em frente - Almir Sater



Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei
Ou nada sei
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Conhecer as matas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz

18.06.2014

Quarta-feira com cara de, honestamente, nem sei o quê.

(O jogo da Copa hoje é aqui em Porto Alegre. Ponto facultativo de tarde de novo)

Passei quase todo o dia envolvida com a localização e organização das tais notas a serem levadas para a Receita Federal. Como isso é inédito em minha vida, foram mil ligações para a contadora, para saber o que fazer. E é uma pilha de coisas pra organizar e xerocar.

Ainda assim, deu tempo de organizar mais uma estrepolias da casa (não me perguntem; organizo e esqueço) e ler quase todo o livro de uma amiga, que quer uma frase para colocar na capa ou nas orelhas, não entendi bem. Excelente livro! Claro que, como ela abriu a possibilidade, eu tinha um monte de sugestões a dar... até no final, e ela gostou da minha sugestão. Vamos ver como rola o novo final agora!

Escrever, que é bom, nenhuma linha. Pra onde as palavras vão, quando somem?




terça-feira, 17 de junho de 2014

17.06.2014

Terça-feira com cara de feriado, porque, devido ao jogo do Brasil à tarde, o posto de saúde encerrou ao meio-dia. Como só trabalho de tarde, foi feriado pra mim.

De manhã, me bateu a zica. Fiz tudo quanto foi coisa esquisita. Devia ter anotado enquanto fazia, porque agora nem lembro direito. Foi um tal de arruma aqui, carrega pra lá, bota fora, queima livro que não presta, descarta bordado que não vai terminar, reuni uma pilha de linhas de bordado que estavam metidas em tudo quanto era canto e organizei nos devidos lugares, arrumei plantas, lavei guardanapos de croché do tempo da minha avó pra colocar em uso (que sentido tem ficarem guardados?), sei lá. Só sei que tirei dois sacões de lixo seletivo disso tudo. Ah, e  coloquei dois quadros na parede. Ficaram ótimos.

De tarde, peguei o bordado enquanto olhava o jogo. Continuei na função dos guardanapos antigos. Uns se autodestruiram pela idade, outros ficaram ok e, depois de lavados, esses guardanapos precisam ser esticados. Estiquei em cima de mesa mesmo, e agora ficam lá até secar. E procurei uns comprovantes que o Imposto de Renda resolveu que quer - de 2010... Tenho a sensação de que eles não têm mais nada pra fazer.

Minhas costas estão doendo, mas hoje elas bem que têm motivos.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

16.06.2014

Segunda-feira

Você tem sua trajetória mais ou menos esquematizada. Tipo, vou primeiro fazer isso, depois aquilo e então, quando isso estiver pronto, aquele outro. Não me refiro aqui a escrever, que é o que mais bagunço em minha vida, indo e voltando em escritos diversos. Estou falando de coisas práticas, palpáveis.

Daí, vem a vida e coloca uma pedrinha. E outra pedrinha. E mais outra pedrinha. E daí a pouco cai a ficha, não são pedrinhas no seu caminho, são indicativos de que é hora de mudar de caminho, repensar, trocar de planos...

Haja neurônio queimado pra se achar nessas horas.
Às vezes, penso que meu cérebro gostaria de desistir de mim.


domingo, 15 de junho de 2014

15.06.2014

Domingo

Ninguém gosta de iniciar um domingo com um velório, mas às vezes acontece... Tratou-se do sogro do meu sobrinho preferido, que é arqueólogo e está no interior de Goiás a trabalho. A família foi encarregada de dar um apoio à Patty. Não foi surpresa, ele estava doente há tempos, mas a verdade é que ninguém está pronto para esse momento.

A tarde foi de bordados e descanso; a noite, de faxina no blog, retirando parceiros sumidos, desaparecidos ou falcatruas. Foram umas boas horas de trabalho.

Agora, toca a escrever um pouquinho... Nem que seja só para relaxar.


sábado, 14 de junho de 2014

14.06.2014

Sábado

Até que algumas coisinhas foram organizadas, tipo as canecas da cozinha. Tenho um montão e, para as mudanças que pretendo fazer, preciso reduzir a quantidade de coisas, porque serão menos armários. As canecas foram o alvo de hoje. Ainda sobraram mais de vinte para o uso diário (usadas como canecas, copos, xícaras, potes de sobremesa e por aí vai), mas uma caixa grande delas foi para dentro do armário. Mais oito foram para minha faz-tudo. 

De tarde, com o início dos jogos da Copa, peguei o bordado da manta do neto para fazer companhia ao marido. No final de Itália e Inglaterra, ele foi trabalhar na centrífuga de mel e eu fui tirar uma "sonequinha" de três horas... Estou ferrada essa noite. Acho que nem remédio vai me meter no sono.

Ah, sim: uma boa organizada em assuntos de Face, porque estava com resenhas não anotadas em suas devidas listas e muita coisa para responder. 

Parece uma pintura.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

11, 12 e 13.06.2014

Dia 11, quarta-feira: manhã em casa, tarde no posto, me movendo devagar ainda com medo das costas. De noite, finalizei o conto e a filha fez a capa.

Dia 12, quinta-feira: trabalhei no conto n.1, o grandão, mas esse ainda vai mais longe. Olhei aquele fiasco de jogo do Brasil que venceu, mas não convenceu ninguém. E trabalhei na internet.

Dia 13, sexta-feira, hoje: manhã lá no neto, com o filho junto, porque ainda não me atrevo a levantar o "peso". O garotinho está sensacional! Nem tem sete meses ainda e senta bem firme. De tarde, em casa, fazendo companhia ao marido.

O conto está no Widbook. É só acessar este link e ler!

terça-feira, 10 de junho de 2014

08, 09 e 10.06.2014

Dia 8, domingo: dor nas costas, caminhando feito o Robocop, precisando da ajuda das mãos para levantar até de cadeira. Da cama, nem pensar. Precisei rolar para fora dela, porque não conseguia levantar.

Dia 9, segunda-feira: posto de saúde de manhã, abaixo de remédios. Foi só me mexer devagarinho e sobrevivi. Desmarquei o consultório de tarde e vim para casa, brincar de Robocop mais um pouquinho. Consegui marcar o quiropraxista para terça.

Dia 10, terça-feira: acordei de novo feito um besouro de patas para o ar, incapaz de levantar. O marido precisou me ajudar. De tarde, fui a uma capacitação de Manejo de AIDS em Pediatria, com a dra. Carmen, que é the best no assunto aqui no Rio Grande do Sul, provavelmente uma das melhores do Brasil todo. Infelizmente precisei sair mais cedo, porque a médica alopata aqui foge de traumatos e ortopedistas em caso de dor nas costas, eles só enchem a gente de exames e remédios. Tinha hora marcada com o dr. Missima, um clínico geral, acunpunturista e quiropraxista de mão cheia. Estava com a coluna lombo-sacra travada (isso eu já sabia, porque não conseguia me virar) e ele me estralou toda, do pescoço ao quadril. Saí andando e já estou bem melhor, a ponto de, na farra, escrever um conto de 1450 palavras em menos de duas horas. É para uma coletânea de Dia dos Namorados, amanhã deixo o link aqui. Tem algumas curiosas que fazem questão de ver antes da postagem oficial!

A vida é mais feliz sem dor!

domingo, 8 de junho de 2014

07.05.2014

Sábado, em retrospectiva

Como disse no post anterior, dia de viajar para Soledade, a 250 km de Porto Alegre, que é onde moro. Duas de minhas irmãs moram juntas lá: irmã n.2 e irmã n.3 (eu sou a n.1, a mais velha; há ainda a irmã n.4, que mora a mais de 500 km, no extremo sul do Rio Grande do Sul e do Brasil).

Pela manhã, o marido tinha diversos assuntos de serviço a supervisionar e deixar organizados. De minha parte, reenviei a documentação do ISBN para a Biblioteca Nacional, agora devidamente assinada (novo dã. Deixar de assinar é idiota). Saímos de Porto Alegre pelo meio-dia, almoçamos na estrada, a viagem foi tranquila. Trabalhei no blusão do neto durante a metade da viagem, mais ou menos.

(dentro deste parêntese está a estadia de uma tarde em Soledade, porque, quando não se tem coisas agradáveis para falar, é melhor não falar nada.)

Retornamos em outra viagem tranquila, mas chegamos literalmente doentes aqui. Minhas costas estavam travadas, com muita dor, e meu marido parecia a ponto de pegar o pior gripão do ano, e ele nunca fica doente. As energias de lá são, definitivamente, ruins. Muito ruins.

Então, vou deixar uma foto bonita:
a foto do lençol e fronha bordados para o neto.
Agora é só lavar e entregar.

06.06.2014

Sexta-feira

Legal, e eis que o Blogger comeu o post da sexta e eu só vi agora! Não sei aonde o post original foi parar. Não está nem como rascunho. E sexta me parece quase parte de outra encarnação, tão difícil está lembrar do que aconteceu!

Mas, bem, vejamos:

Manhã, na casa da filha, tomando conta do neto, com pé torcido e tudo. O filho n. 2 estava lá para ajudar e o neto também colaborou, nem tentou derrubar a casa. Nós três (o filho, o neto e eu) olhamos Universidade de Monstros pela décima vez, o pequeno gosta. É bem divertido. Melhor que Peppa ou Galinha Pintadinha...

De tarde, em casa, terminei o bordado no lençol e fronha do neto, com o Nemo. Comecei a fazer mais um blusão do tipo vovó-está-sem-prática, mas, como o primeiro que fiz está esquentando bem, vamos nessa.

O conto andou mais um pouco, mas houve papos demais no Face que atrapalharam o andamento. 1550 palavras até agora. 

A documentação do ISBN voltou, não estava assinada, dã. Vontade de bater de cabeça nas paredes. E o mala do diagramador, com o qual agora é meu marido que trata, ainda não mandou o original para eu revisar. Estava dando uma chance ao cara, mas agora é definitivo: não trabalho mais com esse irresponsável. E também não me irrito mais com ele. O marido que se irrite. Afinal, passei dias mandando mensagens até pelo celular e ele não respondeu. Bastou o marido mandar UM e-mail e ta-dááá, resposta! Comigo, ficou totalmente desmoralizado. Em definitivo.

E também tinha deixado avisado, no final do post, que não haveria post sábado, porque eu iria para Soledade, na casa das minhas irmãs e da minha mãe.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

05.06.2014

Quinta-feira

Consultório pela manhã, mas ao menos os pacientes não faltaram. Foi ótimo rever, com quase cinco anos e muito bem, uma menina que nasceu com 570 gramas. É só nessas horas que tenho saudades da Neonatologia.

Na metade da manhã, torci o pé. Está bem dolorido, mas não é outra ruptura de ligamento, ainda bem. Já estou tão perita nisso que não preciso nem de traumatologista para o diagnóstico, o próprio tipo da dor avisa. Não fui ao posto de tarde e mantive o pé para cima, descansando e se recuperando. Já está bem melhor, agora de noite.

E me convidaram para participar de uma coletânea de contos sobre o Dia dos Namorados. É bom escrever 1200 palavras numa sentada só, mas já estou com medo de esse conto virar outro livro...


quarta-feira, 4 de junho de 2014

04.06.2014

Quarta-feira

Tentando não pensar sobre a chatice da discussão sem sentido de ontem de noite.

Manhã: as roupas de inverno tinham saído dos seus esconderijos para serem usadas, as de verão não tinham sido guardadas, as prateleiras estavam um caos,  com tudo caindo por cima de tudo. Guardei as roupas de verão no esconderijo e civilizei as prateleiras. Ainda faltam os cabides. Como o esconderijo é no maleiro do quarto do segundo filho, aproveitei e tirei sacolas e caixas vazias de dentro do armário dele. Afinal, ele está morando com a namorada. Preciso começar a supervisionar aquele armário para não encher de mofo.

O site dos Correios informou que os documentos para o ISBN da editora chegaram à Biblioteca Nacional. Excelente, porque eu esqueci de fazer a cópia do comprovante de pagamento, uma vez que o original vai para eles. Se assaltassem o carteiro, eu ia ter que pagar de novo.

Tarde, posto de saúde. Normalmente saio bem disposta do serviço, é ótimo lidar com bebês e crianças, mas hoje cheguei cansada demais em casa. Depois de umas horas de fazer nada, desencantou... Agora estou no modo turbo, em horário de ir dormir. É. Amanhã vai ser uma festa... Está certo quem diz que, o sono que se perde de noite, se acha de dia. Eu sempre acho o meu nas horas mais impróprias.

E acho que a escrita desencantou. Graças!


terça-feira, 3 de junho de 2014

03.06.2014

Terça-feira, dia padrão em que fiquei em casa pela manhã, fazendo diversas pequenas arrumações, e fui ao posto de saúde à tarde, sem maiores intercorrências também.

E final de dia com a certeza de que uma das piores coisas que há é a sensação-certeza de falar e não ser entendido, de dizer uma coisa e a outra pessoa sempre ouvir pelo seu filtro, de a gente ouvir certinho as palavras ditas, que ofendem e magoam, e a outra pessoa garantir que não foi aquilo que disse - mas foi, sim. É a certeza de que é melhor ficar em silêncio com mágoas e preocupações do que pensar em dividi-las, porque elas nunca se dividem, apenas se multiplicam. 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

01 e 02.06.2014

Dia primeiro, domingo: o filho e a namorada dormiram aqui, o que levou a casa movimentada até a metade da tarde, quando eles foram embora. Colocamos a conversa em dia, fiz almoço, conversamos mais um pouco... Convivência familiar é algo muito importante para outros tipos de bagunça não se instalarem. Como a insônia anda pegando com tudo, resolvi tomar remédio para dormir à uma e meia da madrugada. Ele demorou a fazer efeito.

Dia 2, segunda-feira. E eis que, hoje, o tal do remédio FEZ efeito, e avisou que estou muito mais cansada do que imagino! Atendi os pacientes do posto direitinho, sem fazer besteiras, apesar do cansaço. Quase dormi no carro da colega que me deu carona do posto até o centro da cidade. Fui ao banco pagar pilhas de contas com uma lista na mão pra não esquecer nada. Depois da segunda consulta, jurava que era quinta-feira, não segunda, e estava me organizando de acordo. Na lotação para casa, não dormi. Apaguei mesmo. Em casa, coloquei a roupa para lavar dentro da máquina de secar. Estava na terceira peça quando atinei que estava na máquina errada.

Já respondi o que era mais urgente nos e-mails e no Face. Pretendo dormir cedo hoje, nem que seja à base de remédios. 

E o meu diagramador está se fazendo de louco e surdo mesmo. O trabalho final dele é excelente. A responsabilidade é uma droga. Não sei se vou continuar com ele. Isso é chato demais.






domingo, 1 de junho de 2014

31.05.2014

Sábado

Bem, ontem fiz montes de coisas, deixei mais uns montes programados para hoje, e é claro que não fiz. Passei a manhã toda pacificamente lendo, e de tarde veio a filha, genro e neto (claro que avó não faz mais nada) e, quando essa leva foi para casa, veio o outro filho com a namorada. Foi um excelente sábado, sem qualquer trabalho sério...

E que se respeite quem construiu esse negócio!