terça-feira, 31 de março de 2015

31.03.2015

20, 21, etc... Até chegar a hoje, dia 31 de março, D 276

Esses dias que passaram foram alguns bons, muitos ruins (infelizmente), outros piores e pelo menos quatro realmente horríveis. Não perco nada esquecendo deles.

A médica havia receitado antidepressivos que eu, de teimosa, não iniciei. Apenas a troca da homeopatia me fez melhorar, mas senti que era uma melhora apenas parcial. No domingo, decidi que compraria os tais remédios, sabendo que, se iniciasse, teria que tomar no mínimo meio ano e depois retirar gradualmente. Mas ia começar. E daí, PLIM! Bateu a sineta. Graças que nasci com essa sineta. 

Sempre disse que florais funcionam comigo mais do que homeopatia. Ok, sei que nenhuma das duas coisas tem motivos pra funcionar, mas funcionam. Fazer o quê? Então, fiz o que digo para minhas pacientes não fazerem: me joguei na internet pesquisando florais contra depressão. E caiu, entre os primeiros links apontados, um estudo feito sob condições controladas da ação de florais antidepressivos e contra insônia em ratos. O estudo comprovou que funcionavam. E, melhor do que isso, me deu os nomes dos florais para as duas coisas que mais atrapalham minha vida: depressão e insônia.

Mandei fazer os dois ontem. Comecei a tomar no final da tarde. E, acreditem ou não, senti algo como uma mudança mais profunda no humor, uma calma que não é autocontrole. E dormi como há muito tempo não dormia...

De notícias extra: torci de novo o pé ontem (antes dos florais novos, quando estava com a cabeça nas nuvens), mas não foi grave. Está só dolorido. Esta manhã, prendi nas árvores diversas orquideazinhas que ficaram sem lar depois que podei alguns galhos que estavam no meio do caminho. As coitadas estavam há mais de uma semana esperando pra serem realocadas, e fiz isso em menos de meia hora. É nesses momentos que sinto que há um parafuso que precisa ser apertado pra minha vida entrar nos eixos.

Floral antidepressivo testado nos ratos
e aprovado por esta que vos fala:
GORSE
(acho que sou um rato)
É essa florzinha bonitinha e cheia de espinhos abaixo.

sexta-feira, 20 de março de 2015

18 e 19.03.2015

Só dois dias, dessa vez. Melhorou.

Dia 18, quarta, D 263: trabalhando feito doida nas coisas da editora.

Dia 19, quinta, D 264: aniversário do marido. Comprei no mercado público um monte de petiscos deliciosos para um "queijo e vinho" de janta. Veio cerveja de trigo para o filho que não bebe vinho e era o único que estava em casa. E claro que não teve só queijo. O vinho foi uma especialidade: até que enfim consegui encontrar aqui no Brasil vinho verde tinto, que conhecemos em Portugal. Foi um dia tranquilo e sem brigas. Incrível. Dias de aniversários sempre acabam com alguma encrenca embutida...

Meio fora de foco, foto da mesa de ontem.
Panetone é o vício do aniversariante. Achei esse perdido no super.
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terça-feira, 17 de março de 2015

14 a 17.03.2015

A ordem na bagunça poderia começar por postagens diárias, como eu tinha me proposto inicialmente...

14 e 15, sábado e domingo do findi - em Gramado. Era pra ser muito bom e, imagine só! Foi uma droga de novo. Dá a impressão que o marido guarda todas as brigas pra quando a gente sai. Como já conheço a fera, fui disposta a ignorar, mas, de novo, ele conseguiu vencer meus limites do se fazer de surda. Daí, quando perco a paciência, a culpa do passeio estragado é minha.  Sabe cutuca, cutuca, cutuca até que o outro explode, e então pergunta "tá explodindo por quê, se eu não fiz nada?"

Segunda: arrumei plantas e trabalhei nos escritos.

Dia 17, terça, hoje, D 262 - idem ontem. Talismãs está na segunda impressão A4. Meu propósito é cortar 10 palavras por página, o que reduz o total em cerca de 3000. E, para minha surpresa, estou descobrindo que tem o que cortar. O que não pode é ter pena... Junto com isso, 1. reescrevendo O Olho do Feiticeiro; 2. começando a revisar o livro da primeira autora da nova editora; 3. chegou mais um capítulo em inglês de Swan, também em processo de revisão; 4. briga com o Hotel Urbano sobre a falta de informações deles sobre os cupons que vendem; 5. agendando horário de autógrafos na Feira do Livro da Zona Sul, aqui em Porto Alegre.

Não é efeito de computador.
É efeito da Natureza.
Chama nuvem iridescente.



sexta-feira, 13 de março de 2015

07 a 13.03.2015

Uma postagem a cada dez dias de novo - isso está virando hábito.

Como resumo, não iniciei a medicação controlada e estou gradualmente melhor. Sim, sou uma grande teimosa quando se trata de começar a tomar uma medicação que precisa ser mantida por seis meses e depois diminuída gradualmente. Não é meu perfil. Prefiro me agarrar na terapia, nem que seja auto-terapia porque a terapeuta está de férias. Reinicio as sessões com ela na semana que vem.

Escritos: ainda de ressaca. Olhando Face e computador, mas interagindo pouco. Ontem, me puxei pelas orelhas e me mandei iniciar os ajustes no Olho do Feiticeiro. Vou acabar escrevendo o livro todo de novo, baseado em sua primeira versão. Eu me conheço.

Editora: organizei algumas respostas pendentes, finalizei o release. Segunda é o dia de mandar tudo isso. Me voluntariei para alguns eventos mas não recebi resposta. O povo meio que esqueceu de mim. Toca a abrir lugar com as unhas de novo, saco.

Hoje, sexta, D 258 - duas horas arrumando plantas, o que eu estava adiando há horas. Amanhã vamos para a serra. O marido quer tirar uma folga depois de sua semana demolidora. Estou com Talismãs e O Preço das Linhagens impressos para a revisão final. Em Talismãs, a proposta vai ser eliminar 5 palavras por página. Como são 332 páginas, isso reduzirá o texto em mais de 1500 palavras. Também é um bom exercício de crítica própria e resumo.

Amanhã não tem post. Meu iPad se recusa a colaborar.


sábado, 7 de março de 2015

01 a 06.03.2015

De dia primeiro, D 246, a dia 5, D 250 - sei lá. Esses dias sumiram. Nada a registrar. Devo ter cumprido as tarefas regulamentares de cada um.

D 6, sexta-feira, D 251 - 24 horas de homeopatias novas e me senti acordar. Orquídeas que estavam mal em vasos foram para árvores. Uma roseira estava morrendo e descobri que as formigas a estavam comendo por dentro. Levei os documentos da editora ao Bradesco para (enfim) abrir a conta corrente. Agendei o dentista. Agendei a revisão da máquina de lavar roupas. Agendei a revisão da impressora que está em greve desde antes de nossa viagem à Alemanha. E não foi difícil fazer nada disso...

Na quinta, a homeopata também receitou medicação controlada para depressão. Fiquei só olhando a receita, até agora. Nem comprei. Será que só olhar a receita faz melhorar? Ou é bronca por não querer tomar um remédio desses? Sei lá. Vamos ver como as coisas se organizam.