Dia 9, quarta-feira, D 13
Manhã em casa, escrevendo e tocando esse livro que precisa ficar pronto. De tarde no posto, bordando nos intervalos das consultas porque o neto também merece suas coisas bem bonitinhas. A ideia, de noite, era me afundar no texto, mas acabou se tornando falta luz, desliga o computador, usa o celular de lanterna. Volta a luz, liga o computador, apaga o celular. Falta luz, desliga o computador, usa o celular de lanterna. Volta a luz, liga o computador, apaga o celular. Falta luz, desliga o computador, usa o celular de lanterna. Volta a luz, liga o computador, apaga o celular. Foi umas dez vezes disso. Quebrou toda a concentração e não deu pra fazer nada de útil, além de considerar o celular como a melhor lanterna já inventada. E claro que, com esse vai e vem de computador e internet, nem lembrei do post aqui.
Dia 10, quinta-feira, D 14
O texto rendeu de manhã. De tarde, tinha reunião no posto de saúde, depois festa de São João (tradução, a maior comilança) e atendimento depois. Fui para lá atender uma agenda de apenas nove; desses nove, vieram só seis. Depois reclamam que não tem fichas para as consultas!
Agora estou no computador, escrevendo. Da hora em que cheguei até agora, foram 2.000 palavras. Vou acabar esse livro de qualquer jeito, e vai ser logo!
E vamos que vamos!

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