domingo, 27 de maio de 2012

27.05.2012

Dois dias de internet tão sofrível que mal abria os emails e, no terceiro dia - tcharans!!! - sem internet nenhuma, nem telefone, nem nada. A operadora de telefonia informou que "havia detectado o problema e a solução estava sendo encaminhada", mas até agora não tenho a menor ideia de que raio de problema foi este! Enfim, hoje a tralha está funcionando de novo.

Domingo: hospital de manhã, ver os pacientinhos da CTI Neo; de tarde, fazer um pouco do nada tradicional dos domingos, bordar e, de noite, ir ao cinema com o marido, ver MIB 3. Eu gostei. Aliás, gosto muito dos dois primeiros e o terceiro mantém o estilo da série. Eles conseguiram se sair bem do enrosco que é viagem no tempo - os paradoxos envolvidos não comprometem o enredo, que funciona bem.

Planos pra semana que inicia amanhã, bem, aproveitar o restinho parcial de férias que me resta... Já voltei ao trabalho no consultório e hospital. Segunda que vem, reinicio no posto de saúde, e aí, fim de folga!

Viagem a Portugal - quarto dia, 10 de maio, parte I - e este dia vai ter diversas partes, porque era a parte da viagem que eu mais estava esperando! Passamos o dia 10 e o dia 11 em Sintra, uma cidade que fica a quarenta minutos de trem de Lisboa. É chamada de Cidade dos Palácios, e é linda!

A visita começou no Castelo dos Mouros, uma fortaleza construída no topo de um dos muitos montes do local. É muito antiga e, em escavações, descobriram que foi construída sobre as ruínas de outras edificações mais antigas ainda, do século V. É simplesmente impressionante ver tudo isso construído lá em cima!

As pedras foram retiradas do próprio local e ajustadas umas sobre as outras; em muitos pontos não há nenhum tipo de argamassa para juntá-las. Na parte superior, denteada, foi usado um tipo de argamassa que resiste há séculos, e ninguém sabe como era feita. Veja a espessura das paredes!

E o jeito que isso foi construído na beirada de precipícios. O mundo fica láááá embaixo!

Esta foto foi tirada de dentro das muralhas. Fiquei encantada com o modo como terreno e construção foram encaixados.

Vista dos caminhos em ziguezague que é necessário subir para chegar na parte alta da fortaleza. Precisa um bom fôlego, porque sobe, sobe, sobe...

E aqui, uma foto tirada quando a gente está lá em cima, na parte mais alta das muralhas. Olha só que vista!

Bom, amanhã eu continuo - se a internet continuar colaborando!

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