Hoje sosseguei um pouco - acho que toda a atividade de ontem ainda era reflexo da viagem. Bordei de manhã cedo, coloquei uma casinha de passarinhos no seu lugar, na área da frente, e passei mais ou menos uma hora com minhas plantas. No resto do dia... leitura e sossego! Foi um bom dia de férias.
Viagem a Portugal - segundo dia, terça-feira, 8 de maio: acordamos tarde e descobrimos o shopping abaixo da Praça de Touros. De tarde, fizemos um tour por Lisboa que era parte do nosso pacote. O grupo pequeno era pequeno, só oito pessoas, e quatro falavam francês. O guia dava uma explicação rapidinha em português e inglês, e depois se esbaldava no francês. Como entendo mais ou menos metade do francês fácil, logo ficou bem evidente que ele estava sendo interessante só para a metade do grupo. Na nossa primeira parada, no Museu de Carruagens, largamos o guia de mão e nos concentramos nas fotos, que ficaram muito boas. É claro que nos perdemos do velho chato e tomamos um carão do tipo "quase deixei vocês aí, tem que ficar junto com o grupo!". Com um grupo de oito, queria ver ele explicar que tinha perdido dois e não tinha percebido... Ou vai ver que nem sabia contar além de sete. Velho chato mesmo! Foto abaixo, uma do Museu de Carruagens.
Parada seguinte, Mosteiro dos Jerônimos, no bairro de Belém. É um prédio imenso do qual vimos apenas uma pequena parte - e mesmo assim foi impressionante.
A parada seguinte foi na Torre de Belém, um forte construído no rio Tejo na época da pirataria.
Pretendíamos voltar aqui outro dia, porque o prédio é muito interessante, mas, no fim, não deu tempo. Uma pena! Logo em seguida, no mesmo parque, fica o Monumento aos Descobrimentos, que é esse abaixo.
O passeio encerrou no bairro de Alfama, o mais antigo de Lisboa, onde também pretendíamos voltar - é um dos lugares mais tradicionais pra se jantar ouvindo fado. Mas também não deu tempo. É um bairro interessante, com as casas espremidas umas contra as outras, sem um centímetro vago para nada (mais ou menos como um avião classe econômica...). As ruas são estreitas e, nas mais largas, mal cabe um carro por vez. A maioria das ruas são só para pedestres, e tem algumas que nem são ruas, são escadarias. Tiramos poucas fotos, exatamente porque pretendíamos voltar. Esses festões entre as casas parece que funcionam como uma espécie de "trilha", guiando as pessoas desde as ruelas da periferia do bairro até o centro, onde, à noite, iria acontecer uma festa especial.
Nosso tour encerrou aí, e ficamos no centro histórico mais uma vez, passeando e achando o que ver. A praça abaixo é, se estou bem lembrada, a Praça do Rossio.
E esta, a estação do metrô. Que tal uma estação de metrô assim?!
Amanhã eu continuo contando da viagem! Mas, em casa, não vai dar pra arrumar muita coisa. Tenho médico de manhã, e vou na minha mãe de tarde. O dia vai ser curto!
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