quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

02, 03 e 04.01.2017

Dia 2, segunda-feira.
Acho lindo demais quando os dias do mês e os dias da semana combinam! Segunda é dia 2, terça é dia 3, quarta é dia 4...
Bom, nessa segunda, dia 2, iniciaram as férias no consultório, que na verdade se traduzem como férias da secretária do consultório. Como os pacientes costumam desaparecer também nessa época, não vale a pena contratar substituta. Então, toca lá férias coletivas. Assim, a manhã foi no posto de saúde, e a tarde foi em casa. Fiz uma arrumação geral rápida e me joguei em Swan, a versão em inglês de Cisne. Claro que a doida aqui não fala inglês, mas se mete a revisar a revisão feita por uma revisora formada em tradução. E, como o livro é enorme, claro que meu inglês, mesmo perneta, descobre erros. Definitivamente, o gado cresce com o olho do dono... E o livro sai correto com o olho da escritora, mesmo em uma língua que domino parcialmente. Vantagens de se escrever de forma simples. A versão também fica simples - quase sempre.
Outra notícia do dia: faxineira combinada para sexta-feira. Uhu! Tomara que me entenda bem com ela.

Dia 3, terça-feira
De manhã em casa, trabalhando no inglês. De tarde, posto de saúde. De noite, fomos ver Rogue One. Sou fã de Star Wars desde sempre. Vi o primeiro filme logo depois da estreia no cinema, como deve ser. E sou perita na história também.
Não fui com muita expectativa para o filme, que é um tapa-buraco. Se tivesse número, seria 3.5. Foi bem feito, a história é legal... Mas me pareceu muito mais um filme de guerra do que um legítimo Star Wars. Provavelmente colocaram um semi-jedi lá no meio só pra não perder completamente o ambiente. Tudo bem, sei que Star Wars é uma Guerra, mas... tem qualquer coisa de Star Wars nas guerras de Star Wars. O filme é bom, mas não é do tipo de se ver de novo. Diferente de Toy Story, por exemplo, que já vi vezes sem conta! Não foi ver Rogue One? Vá. É legal. Mas... Bom, pelo menos não apareceram midiclorianas por lá. O kyber, material de que é feito o coração dos sabres-de-luz jedis, ficou interessante e no contexto.

Dia 4, quarta-feira
Manhã, posto de saúde. De tarde em casa, e ainda bem! Estava previsto temporal, mas veio um TEMPORAL! Na metade da tarde, ficou noite de repente. Fechei toda a parte superior da casa e a chuva começou, com um ventão louco. Voou coisa pra todo lado, algumas telhas se soltaram e foram se espatifar no meio do pátio, a vidraça da janela do meu escritório virou farelos de vidro. Ainda bem que eu não estava perto. Foi tenso.



terça-feira, 3 de janeiro de 2017

01.01.2016

Este texto faz parte de Cisne, o primeiro livro da série. Foi escrito num daqueles momentos em que nem pensei, só escrevi. E adoro. Todo dia primeiro, faz parte de minhas leituras obrigatórias.

– Felip, os primeiros minutos de um ano determinam como ele vai ser, até o fim!
– Mas de novo, mãe?! Até quando vai repetir a mesma coisa em cada Ano Bom?!
– Até você, um dia, se convencer!
– Isso não é nada científico!
– Nem tudo que acontece é científico, rapazinho.
– Mas claro que não. Os desígnios de Ano Bom são determinados pelo Sol, pela Lua, pelas estrelas e constelações! E pelos duendes, claro, quando eles têm uma folga.
– Não. Eles são determinados pelas pessoas, por todas as pessoas deste mundo que discordam sobre tantas coisas, mas concordam sobre esta: neste exato dia, entre os trezentos e sessenta e cinco dias do ano, se começa a contar um novo ano. No mundo todo, a mesma data. E, na mesma noite, todas as pessoas pensam no que querem para si e para os outros no ano que está iniciando. É como uma onda de pensamentos, convicções e desejos correndo por todo este mundo. E isso tem força. Muito mais força do que sua Champ-Bleux pode explicar.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

29, 30, 31.12.2016

Dia 29 - começando o faxinão geral.
Dia 30 - continuando o faxinão geral, e gostando de faxinar. Muuuuita coisa na síndrome do desapega. Um sacão enorme de lixo seletivo.
Dia 31 - o que sobrou, sobrou. Uns detalhes aqui, outros ali. O marido e eu decidimos ficar em casa mesmo, porque os filhos debandaram um pra cada lado e nenhum de nós estava a fim de Ano Novo na casa de familiares. Foi uma virada de ano esquisita, diferente, mas boa.

E estou entre os que se alegraram pela chegada de 2017, sim.
Mas me alegrei muito mais com a despedida desse 2016
 que não vai deixar saudades!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

25, 26... 28.12.2016

Não sei como é com as outras pessoas, mas, para mim, final de ano é uma época tensa. Tudo parece estranho, corrido, atropelado. Nem é tempo de colocar ordem na bagunça; é tempo de lutar para a bagunça não aumentar e tomar conta de tudo. É como se todas as coisas pela metade, todas as desorganizações - em resumo, toda a bagunça - resolvesse sair do seu canto quieto e se atravessar no meio do caminho, me fazendo tropeçar a todo minuto.

Claro que existe o tropeço metafórico, mas também é época de tropeços reais. Estou com o joelho esfolado como se tivesse me esborrachado de uma bicicleta no asfalto. Mas não foi isso, não. Foi a ponta do chinelo enganchando na ponta de um degrau quando eu voltava da prosaica tarefa de estender a roupa. Chinelo velho, degrau há anos no mesmo lugar... E, de repente, eis-me espatifada no chão. Além do joelho, que sofreu o maior impacto, sobraram ralados diversos em mãos e pernas e mais uma dor tirana nos ombros. Ah, sim, pra fazer companhia ao joelho ralado e duro, dois dentes resolveram doer também. Ao menos o remédio pra dor servia para a turma toda...

Estou me esforçando para colocar as coisas da editora em dia, mas não estou conseguindo. Estou me esforçando para escrever, não consigo também. As tarefas da casa atrapalham tudo, continuo sem faxineira. Carrie Fisher morreu aos 60 anos, como pode? E eis 2016 se despedindo...

E, pra completar, surge o inevitável balanço do ano, e este ano não foi fácil. Foi o tipo do ano em que vou evitar, até quando puder, essa coisa perigosa do "parar e pensar". Melhor NÃO pensar. Já passou. Já aprendi o que precisava aprender, espero. Se desse pra esquecer o motivo do aprendizado, seria ótimo...

Pra encerrar, hoje fiz mais um ritual para prosperidade em 2017. Que venha a prosperidade! Estou precisando!

E precisando me convencer dessa
verdade aí abaixo, também.


sábado, 24 de dezembro de 2016

24.12.2016


Daí eu decreto: como a correria está demais, nada de arrumação de Natal neste ano!
Daí vem o outro decreto: casa de vó PRECISA estar arrumada pra Natal!
Deu pra mim. Aos 49 minutos do segundo tempo, decoração de Natal pronta!

Sim, entre todas as demais atribuições, passei os últimos dias arrumando minha sala. Aí está a foto!

Feliz Natal!


terça-feira, 20 de dezembro de 2016

20.12.2016

Segunda que devia ser sexta

Manhã, posto de saúde. Tarde, centro da cidade com apenas um paciente marcado no consultório. Zerei minha lista de tarefas no centro, que incluía presentes de Natal (muito simplificados este ano), comida para peixes de aquário, brindes... É bom conseguir cumprir a lista toda! E, no fim, foram dois pacientes em vez de um, que progresso! Aumento de 100%, rsrs!

Meu planejamento era fazer muuuita coisa de noite, porque tem montanhas de coisas atrasadas (só pra variar). Acabei sentando com o bordado de casa caiada e olhando um filme velho na TV com o marido. Ou seja, tudo prorrogado mais vinte e quatro horas... Mas, bem, o bordado andou!

Só porque adoro gatos!



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

13, 14... de dezembro de 2016

Dia 13, terça-feira - correrias, calor, acabou o dia, ufa.
Dia 14, quarta-feira - idem anterior.
Dia 15, quinta-feira - hm. Parece ter acontecido em outra dimensão. Sei lá. Não lembro da quinta-feira.
Dia 16, sexta-feira - dia de folga no posto e consultório, costuma ser dia de muito trabalho em casa. Desse dia, lembro, porque me rebelei e, em vez de trabalhar, peguei um livro pra ler e terminei. To-di-nho. Muuuuito bom! A história continuou grudada no meu cérebro até domingo.

Este foi o livro.
Recomendadíssimo!
Mas é um volume 2. Comece pelo volume 1!

Dia 17, sábado - salão pra arrumar o cabelo, Mayã para maquiagem, e toca a viajar pra Soledade, para a formatura de segundo grau da sobrinha. Filha, genro e neto foram juntos, e o pequeno é um sossego no carro. Dorme quase o tempo todo. Sobre a formatura em si, por que todo esse povo dos discursos, diretores, professores homenageados, paraninfos, professor amigo da turma e tals, não se convencem que ninguém da plateia sabe do que diabos eles estão falando?! Seria muito mais legal dizerem tudo o que dizem em particular para os formandos, numa festinha só deles. E não cansar as famílias, o que inclui fartura de avós de cabelos brancos e bebês impacientes, com discursos que não terminam nunca! Um dos professores fez um vídeo, começando na QUINTA SÉRIE! Dá pra acreditar? E o vídeo tinha uns vinte minutos, ao menos! Aff, tem gente que nasceu sem noção!
O jantar estava ótimo e a turma jovem ficou pra festa. Os mais de quarenta se mandaram para as respectivas camas., assim como os menos de quarenta com crianças pequenas. Meu colar e minha pulseira se tornaram trens sobre a mesa para o neto brincar. Nos divertimos bastante enquanto aquele povo falava e falava e falava e falava e falava...
Dia 18, domingo - almoço - churrasco - na casa da irmã. Estava muito bom! Saímos de Soledade na metade da tarde, a viagem de volta foi tranquila, mas pareceu bem mais longa do que a ida.

Em resumo, hoje, segunda, devia ser sexta. Pra ter direito a um novo final de semana a partir de amanhã.