sexta-feira, 10 de outubro de 2014

6 a 10.10.2014

Conforme as previsões (e nem precisei de bola de cristal pra isso), a tecnologia venceu. Pelo iPad, não consigo acessar este blog; o sistema redireciona SEMPRE para o blog literário. Então, paciência...

Vamos aos dias faltantes.

Rosa da Praça da Liberdade
Segunda, D 102 - manhã no posto; de tarde, batendo pernas pelo centro da cidade em tarefas diversas; final de tarde, voo para Belo Horizonte (BH). Revisei Cisne em cada minuto possível, no aeroporto e no voo. Vamos combinar, o aeroporto de Confins chama Confins porque fica mesmo nos confins do mundo. Com o ônibus executivo, é quase uma hora até BH. O Ibis Liberdade (hotel) é bem legal, mas tomei banho frio. Deixei o banho como a última das últimas coisas, e o raio do chuveiro não esquentou. No dia seguinte, descobri que o danado tinha o controle de esquentar no lado que deveria ser da água fria. Dã.

Terça, D 103 - manhã, revisando Cisne.
almoço delícia
Almoço num buffet bem legal que 
encontrei perto do hotel. Foto dos chafarizes da Praça da Liberdade, show.
Obviamente, são chafarizes
 De tarde, o carro que deveria nos pegar para levar até Congonhas, a cidade vizinha onde é o evento, ficou nos esperando meia hora de um lado da esquina combinada enquanto nós estávamos na outra rua da esquina. Dã novamente. A Mallerey Cálgara, uma amiga escritora de BH, nos acompanhou. Deu pra colocar o papo em dia! Pegamos dois congestionamentos terríveis na BR, mas, no evento, deu tudo certo. Sobre o evento + fotos: link. Retornamos a BH após o evento, programei todos os horários de acordar, pegar ônibus e chegar ao aeroporto e tentei dormir. Uma insônia insana me atacou. Dormi menos de três horas durante a noite porque quatro e meia já era hora de acordar.

Quarta, D 104 - acordei exausta, levantei na hora, peguei o táxi na hora, peguei o ônibus na hora e cheguei a Confins no que pensei que era uma hora antes do meu voo. Apenas acontece que o voo era uma hora antes do horário que eu tinha metido na cabeça e precisei sair correndo feito doida pra pegar o voo. Peguei. Cheguei em Porto Alegre na metade da manhã, o marido me pegou no aeroporto, almoçamos juntos e fui para o posto de saúde, trabalhar. Em casa, de noite, despenquei como um saco na cama, mas não consegui dormir. O marido gripado roncou a noite toda. 

Quinta, D 105 - exausta de novo, que beleza... De manhã cedo no hospital, organizando as coisas com a irmã que está lá agora (não é a louca n. 4. Esta é a n. 3). Depois, consultório. Depois, almoço e folga de tarde, porque a chefe trocou meu horário de quinta de tarde pra quarta de manhã. Motivo: a tarde toda seria tomada por uma reunião burocrática nada a ver comigo. Me preferem atendendo. De tarde, cansada e sem ânimo de revisar lhufas, aproveitei pra passar para o computador todas as correções feitas na diagramação impressa. O marido não roncou de noite.

Sexta, D 106 - manhã em casa, trabalhando, e mais uma corrida no convênio da minha mãe, acertar valores de reembolso das despesas que teremos com ambulância. Ela vai pra Soledade amanhã. De tarde com o neto, me ocupando. E lá se foi mais uma semana...



2 comentários:

  1. Oii


    nossa muita correria neh?????


    bjinho
    www.enquanto-isso.com

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    1. Loucura pura! Agora estou de ressaca, um verdadeiro efeito rebote...
      Beijos!

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