Sexta-feira, D 99, e sábado, D 100
Sexta pela manhã, usei o pouco tempo que tinha para atualizar o Face (sempre lembrando que, para mim, Face é profissional, por causa dos livros) e então fui para o centro. A programação era passar no consultório, comprar uma extensão para o desumidificador, comprar almoço para mim e para a filha na temakeria e ir para a casa dela. Ao chegar ao centro, uma joalheria exatamente à frente da porta do nosso prédio havia sido assaltada bem cedo, voou bala e matou uma pessoa que estava passando e não tinha nada a ver. A secretária perdeu as balas voando por questão de minutos... estava muito assustada, e com razão. Meu consultório é numa das principais ruas do centro da cidade. Isso não tem cabimento, não tem limites, não tem mais nada.
De tarde, a filha não tinha aula, trabalhamos nas capas dos livros. Cisne ficou quase pronta e O Olho do Feiticeiro ganhou ideias novas. Quando cheguei em casa, à noite, nem liguei o computador pela primeira vez em muito tempo.
Sábado foi um dia todo para a casa. Arrumei um arquivo há anos não mexido no quarto dos livros e coloquei muita velharia fora, tipo manual de videocassete... Isso dá uma ideia do tempo que aquilo não era arrumado? O desumidificador segue retirando cerca de quatro litros de água de lá a cada 24 horas. Depois, troquei armário de copos da sala para a garagem, para acomodar a nova mesa enorme (retirar copos, mudar armário, recolocar copos). Minha garagem fica a um lance de escadas da sala; então, tudo bem.
O marido chegou com uma mudança de aipins quando eu a recém tinha terminado as coisas da casa, no meio da tarde. Foram algumas horas descascando aipim, lavando, secando, separando em sacos para freezer. Filha, genro e neto chegaram quando ainda estávamos na função dos aipins, a noite foi ótima, sem tempo pra computador.
O Olho do Feiticeiro
Se não for isso, vai ser quase isso

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