sexta-feira, 30 de maio de 2014

30.05.2014

Sexta-feira

Bem, não dá para dizer que dei outro susto na bagunça, mas pelo menos resolvi uma porção de pendências!

De manhã, a tarefa foi com o neto, enquanto a filha ia para a faculdade. O miúdo (seis meses) anda fascinado por cordinhas, e levei para ele três pares de cadarço de tênis bem coloridos. Ele adorou! Era ele puxando os cordões por um lado, e a gatinha dele pelo outro... Sim, ele tem seis meses e uma gata filhotona ainda. Ele puxa a gatinha pelo rabo, orelhas, pele, aonde pegar, e ela só reclama quando ele passa dos limites, não abre uma unha. E, quando ele chora na cama, ela é a primeira a chegar correndo. Serão grandes amigos, sem dúvida. 
O filho n.2 foi lá ajudar também, e acabou encarregado do almoço. Quando o neto dormiu, consertei um casaquinho de nylon que comprei semana passada para ele. Coloquei para lavar e, na primeira lavada, duas costuras abriram. Também terminei o blusão de crochê, só faltava o arremate do pescoço, mas precisava do modelo para ter certeza que a cabeça passaria. Deu tudo certo e o neto já tem seu primeiro blusão feito pela vovó.

Almoçamos juntos, com o filho avisando que vem para casa amanhã e que quer jantar sopa de feijão, e a filha dizendo que almoço é melhor para ela, por causa do pequeno. Então, terei filhos nas duas refeições.

Da filha para o centro, passei em uma floricultura e comprei uma bandeja de mudas de flores de inverno, meus vasos estão um horror. 15 mudas numa bandeja, enfiadas numa sacola que eu precisava cuidar o tempo todo. Com minha sacola de mudas a tiracolo, fui para o Mercado Público providenciar apetrechos de feijão caprichado: o próprio feijão bem novinho, linguiça cortada a faca, linguiça mista, linguiça fina, paio, costela defumada, bacon. Mais duas sacolas. Banca seguinte, a macrobiótica na qual compro as frutas secas para nosso "picadinho" que substitui a granola: castanha de caju, castanha do Pará, noz pecan, noz chilena, amêndoa, avelã, passa preta e branca, cranberry, damasco, semente de girassol descascada. Mais duas sacolas. Voltei de lotação para casa, o marido deu carona no pedaço que normalmente faço de táxi.

E, em casa, arrumei um dos meus vasos mais bagunçados (os da sacada, aqueles encantados que não consigo NUNCA terminar de arrumar, puxa!!!), prendi umas orquídeas órfãs em galhos de árvore e retirei uma pilha de lesmas de caracol. Vim para dentro e iniciei os trabalhos na cozinha. Mudar os móveis de lugar vai exigir a retirada de um deles, o que significa abrir espaço. Muita coisa foi provisoriamente para o armário da garagem. Preciso primeiro girar meus móveis improvisados de cozinha para visualizar o que realmente quero, e só então mandar fazer a cozinha definitiva. Se não consigo imaginar sem mudar tudo? Não. Sem chances! Teoria é uma coisa, prática é outra. E mandar fazer móveis sob medida para a cozinha significa não trocar nada de lugar nunca mais!

Pequeno. E lindo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário