Quinta-feira
Consultório de manhã, com casa cheia. Almoço meio corrido com o marido e, de tarde, posto de saúde, começando a tarde com a espetacular reunião de equipe das quintas-feiras. É uma roda de gente enorme em sua maioria cochilando enquanto um fala algo que, depois, ninguém sabe o que foi e precisa perguntar de novo. Não sei por quê, mas não gosto das quintas... Por causa da reunião, o atendimento sempre começa atrasado, é uma pilha de gente, o dia sempre acaba mais cansativo do que poderia ter sido.
Em casa, mais tarde, atualizei assuntos do Face, fiz o rascunho do e-mail para mandar para a primeira gráfica, pretendo mandar amanhã cedinho, antes de sair para o trabalho.
No consultório, peguei o comprovante de pagamento feito (pela secretária) para a Biblioteca Nacional. Segunda encaminho o ISBN, que é a "carteira de identidade" da editora.
E, como informação geral, o marido e eu estamos incubando algum vírus sorrateiro. O meu está me perturbando faz mais de semana e hoje resolveu que secreção grudada no fundo da garganta o dia todo era uma boa ideia pra fazer as pessoas tossirem nas horas mais inconvenientes. O marido teima (é claro) que não está doente, só reclama de desânimo sem motivo no final de tarde, enjoa por qualquer coisinha, está sempre com sono... Não, nem é o vírus, imagina. Vamos ver qual desiste primeiro: o marido, teimando que não tem nada, ou o micróbio, indo embora sem ser reconhecido como doença.
Ah, e FINALMENTE consegui escrever quatro linhas! Uma amostra grátis, mas, pelo menos, consegui escrever alguma coisa!
Por-do-Sol dando show no dia 8,
mas só agora baixei as fotos para o computador.
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