Quinta-feira.
Manhã, quando estou escrevendo aqui: precisei dormir no quarto de um dos filhos, que está vago, de tanto que o marido roncava. Não se pode nem tocar nele enquanto dorme, porque depois não consegue dormir de novo e a culpa é sempre minha, que o acordei. Além disso, sigo chateada por causa do que sobrou do tal do bolo que, pra completar, foi esquecido por seu proprietário dentro do carro, quando voltamos pra casa. A partir de hoje, vou só fazer bolos e esquecer do capricho. Vou guardar a parte capricho para quem vê e reconhece. Mandei uma mensagem ao marido explicando que estava chateada. Ele disse apenas para eu ter um bom dia. Terei. Na medida do possível.
Tarde: computador, resolvendo o que for possível dos meus livros encalhados em São Paulo e fazendo a programação da página para sexta, sábado, domingo e segunda. Arrumei um vaso de orquídeas que estava na sacada e transferi para o caramanchão, numa folga do chuvisqueiro. E joguei para a compostagem uma planta morta que estava lá no caramanchão, e seu vaso (meio quebrado) foi para o lixo. São aquelas coisas que não sei por que não fiz há tempos!
Noite: arrumar a mala, mais uma vez carregando os livros para o evento. Quanto será que demora para eu ir para um evento e encontrar os livros lá, me esperando? A mala vai ficar um chumbo mais uma vez.
Pensativo...

Nenhum comentário:
Postar um comentário