domingo, 2 de março de 2014

02.03.2014

Domingo. Filho do meio e namorada aqui; filha, marido e neto em Canguçu, com o pequeno de três meses metendo a boca no trombone e estranhando tudo como se fosse gente grande. Telefonaram para saber o que fazer, e não dava nem para conversar de tanto que o nenê gritava. Acho que não vão ficar lá até terça, desse jeito...

A manhã toda foi ocupada com vasos, plantas e adubação. Continua havendo uma quantidade imensa de coisas para fazer no jardim e nas plantas dos vasos, mas é uma quantidade imensa menos várias. Fiquei satisfeita ao ver que minhas orquídeas de dentro de casa, que na faxina anterior estavam cheias de fungos, dessa vez estavam sem nenhum sinal dessa praga - sinal de que a trabalheira com paninho, cotonete e álcool funcionou bem. O almoço foi churrasco e, bem perto da churrasqueira, tem uma árvore com uma enorme touceira de orquídea em mau estado. A árvore cresceu, a garagem foi construída e ela ficou com sombra demais. Enquanto o marido se ocupava no churrasco, eu me ocupava retirando a planta de lá e organizando as mudas, que crescem nos próprios ramos. Agora é tratar de achar um lugar mais ensolarado para ela. E vou dizer, essa moita de planta semimorta estava me incomodando montes. Foi o ponto alto do dia.

É uma orquídea como essa abaixo, um dendrobium nobile. E, nos áureos tempos, a planta era quase do tamanho dessa, também. 


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