terça-feira, 4 de março de 2014

04.03.2014

Terça-feira de Carnaval e eu bem feliz, porque todos os carnavalescos que ensaiavam ao longe e enchiam a madrugada de tuduns-tuduns foram fazer seus tuduns lá no outro lado da cidade. Agora posso dormir sem essa zoada de fundo. Não vi um desfile, uma fantasia, não sei de nada do Carnaval. Nos outros anos, até dava uma espiada nos desfiles do Rio de Janeiro, porque é algo fabuloso mesmo. Mas, a cada ano, é mais repetições e menos roupa, o que acaba cansando.

Hoje pela manhã, continuei a arrumação no quarto do filho que foi para a Alemanha. Agora só falta uma prateleira do armário onde estão os gibis antigos, a estante da coleção de cervejas (vazias, ele não é bobo) e as gavetas do armário. Até podia fazer tudo em um dia só, eu acho. Mas gosto assim. Dá a sensação de capricho, não de obrigação. 

O marido e eu fomos almoçar no outro lado da cidade, para experimentar um restaurante (que não aprovou) e depois passamos no apartamento da filha, para matar a saudade do neto. Parece que cresce todos os dias. Acho que estão dando fermento para esse menino.

Na volta para casa, mais um tanto de trabalho com o texto feito ontem. O primeiro dia pós-escrita sempre é o dia de reescrever quase tudo de novo, dando uma aprimorada geral depois de dormir sobre as ideias. Sim, é isso que considero "quase não mexer" em um texto: mudam palavras e expressões, mas não muda o roteiro e os argumentos, que sempre são a parte mais difícil. Tudo precisa encaixar perfeitamente bem tanto em sequência quanto em coerência dos personagens, senão o enredo desanda. Vou voltar ao texto agora. Está rendendo bem.

Líquens. Me apaixonei pela foto.


Nenhum comentário:

Postar um comentário