D29 pós aniversário. Como faço aniversário dia 27.06, hoje não deveria ser o D30? Mistérios... Fica D29 mesmo.
A manhã começou com uma hipermega dor de cabeça, provavelmente cortesia do vinho misturado com chocolate. Valentemente, esperei pra ver se passava. Vamos à lista de atividades de hoje.
1. Ligar o celular e descobrir consulta marcada com a homeopata no começo da tarde; como o celular ficou desligado ontem o dia todo, não vi a agenda.
2. Mercado público, pra comprar algumas especialidades: 500g de queijo fatiado, 700g de presunto fatiado, 500g de cogumelos, 1kg de ovos de codorna em conserva, 1 pacote de 500g de capeletti. Somando tudo: 3,2kg logo na primeira hora.
3. Trocas três das cinco camisas do marido, que não ficaram bem. Será que esta gente não consegue fazer as camisas pelo mesmo gabarito nem dentro da mesma marca?! Trouxe uma de tamanho diferente pra ele experimentar, o resto é vale. Ele gostou. De repente, na segunda busco as outras.
4. Consultório, já com duas sacolas, a bolsa, a bolsa do bordado e o casaco.
5. Tomar remédio porque a valentia não adiantou. A dor não foi embora.
6. Atender as crianças e ir almoçar. O plano original para a tarde eram dois bancos, mas, com o surgimento da consulta, ficou em um banco só. Voltei para o consultório depois do almoço, bordei um pouco pra ver se a cabeça acalmava (acalmou um pouco) e ir para a consulta. Tudo bem na consulta. Seguimos com as homeopatias.
7. Voltei ao consultório, deixei minha bolsa (que deve ter uma granada embutida, imagino, porque JAMAIS passa na porta dos bancos) e peguei só os documentos de que precisava para sacar o fundo de garantia. Hoje faz exatamente um mês que o hospital me despediu, e há uns vinte dias o dinheiro devia estar disponível... mas haja coragem pra encarar a Caixa Federal! A menina que liberava as senhas conferiu todos os meus documentos, um por um. Só faltou perguntar meu tipo sanguíneo. Recebi a senha e fui mandada para o quarto andar, onde seria atendida nos guichês de 40 a 46. Só o 44 e o 45 estavam funcionando. A energúmena do 44 não sabia NADA e perguntava tudo para a do 45. Nenhum dos dois guichês se resolvia. Depois de UMA HORA E DEZ, a energúmena do 44 tinha atendido UM cliente e dado furo para outro. A do 45 tinha atendido dois. E o povo empilhando nas cadeiras, porque só chegava gente, não saía ninguém. Daí, um outro que estava fazendo nada por lá resolveu abrir o guichê 43. Atendeu um, atendeu outro, e então foi minha vez. E ele ainda queria fazer piadinhas e deixar o ambiente mais leve! Minha cabeça estava estalando de novo e nem dei conversa porque, se começasse a reclamar, ia acabar exagerando. Depois de muitos tiquetiques num computador jurássico com um programa mais antigo ainda (sabe as letrinhas da tela antes do Windows iniciar? Pois mais antigas que isto, e não é maneira de dizer. É sério!!), saí daquele setor para ir até os caixas, para o dinheiro ser passado pra minha conta. Saí do banco às quatro e vinte, sendo que a coisa devia encerrar às quatro. Considerando o monte de gente que tinha depois de mim, espero que aquele bando de incompetentes folgados tenham saído de lá depois das sete. Eles merecem. Sentiu porque eu estava adiando?! Mas agora está resolvido.
8. E encerrando, eu e mais todas as minhas sacolas fomos passear no shopping com a Martha, a amiga carioca que está passando a semana aqui. Jantamos, conversamos, falamos montes do livro, passeamos nas lojas preferidas... Ela é outra que se juntou ao grupo de gente ansiosa pelo contato telefônico da segunda-feira, com o editor! Aliás, o assunto livro está bem restrito. Está só entre marido, filhos, minha professora-revisora e a Martha. Como ninguém da família lê isto aqui, mãe, irmãs e demais parentes nem desconfiam do que está rolando. Vou deixar assim. Não quero meio mundo fazendo perguntas até tudo estar resolvido.
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