quarta-feira, 26 de setembro de 2018

26.09.2018

Quarta-feira

Para compensar a maravilhosa noite de sono de anteontem, ontem dormi três horas. Na média, está bom: treze horas em duas noites dá seis horas e meia por noite.

De manhã fui para o posto com o carregamento de livros de Medicina que irão para o hospital de Alvorada. De tarde, em casa, tratei de fazer pequenas coisas, porque a cabeça que pouco dormiu obviamente não está ajudando. Respondi e-mails, varri a casa, coloquei roupa para lavar e coisas do tipo. No final de tarde, fiz um pão com farinha de amêndoas. Ficou bem gostoso.

Arrumação: nem fui para a prateleira das tralhas de obra. Fui para uma terceira prateleira, que deverá receber os itens das tralhas que não podem mesmo ir para o porão. Agora tenho coisas de duas prateleiras sobre tudo o que é superfície horizontal disponível, e ainda há mais para sair de cantos não mexidos há anos. Paciência. São três prateleiras que precisarão ser arrumadas ao mesmo tempo. Não há como não fazer bagunça no caminho.

A prateleira em que mexi hoje estava úmida, 
com cheiro de mofo.
Lá, encontrei uma caixa.
Dentro da caixa, cadernos do tempo em que eu escrevia à mão.
Em letra redondinha e caprichada,
textos que pensei que tinha perdido.



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