Segunda-feira, D 88
De manhã em casa, escrevendo. Almoço na temakeria, delícia. Tarde no consultório. Chegaram os livros mandados pela gráfica para vermos a qualidade (trouxe para casa) e o desumidificador de ar (ainda no consultório). Depois do consultório, fui até o hospital, minha irmã precisava ir ao supermercado... Perturba. Definitivamente, perturba ver alguém no estado em que minha mãe está, vivendo em um mundo só dela onde lençóis são roupas a serem dobradas para tias que já morreram faz mais de dez anos.
As pessoas não deviam passar por isso.
Cheguei triste em casa, insisti em escrever... Havia um pedaço do texto que não me agradava. Escrevi. Reescrevi. Insisti. E então, de repente, o texto se escreveu. Partes do enredo se juntaram para uma justificativa perfeita, uma solução genial que parecia planejada desde o primeiro livro (este é o terceiro). Mas não foi planejada. Foi só... inspirada!
Fantástico. Essas partes sempre ficam PERFEITAS!

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