Terça-feira, D 47
Entre trabalho e tentativas de escrever, fui visitar minha mãe no hospital. Está em uma sala de medicações bastante restrita, aguardando leito desde sábado (apesar de ter um excelente convênio). O horário de visitas é igualmente restrito; nestas horas, ser médica permite exceções. Mas não fiquei muito tempo. Ela estava dormindo e, de acordo com o sobrinho, ao acordar não reconhece ninguém. Falei com o neurologista encarregado, que não se atreve a fornecer prognósticos nem mesmo a médio prazo. É um dia depois do outro, para ver como ela reage.
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