Dia 8, domingo: dor nas costas, caminhando feito o Robocop, precisando da ajuda das mãos para levantar até de cadeira. Da cama, nem pensar. Precisei rolar para fora dela, porque não conseguia levantar.
Dia 9, segunda-feira: posto de saúde de manhã, abaixo de remédios. Foi só me mexer devagarinho e sobrevivi. Desmarquei o consultório de tarde e vim para casa, brincar de Robocop mais um pouquinho. Consegui marcar o quiropraxista para terça.
Dia 10, terça-feira: acordei de novo feito um besouro de patas para o ar, incapaz de levantar. O marido precisou me ajudar. De tarde, fui a uma capacitação de Manejo de AIDS em Pediatria, com a dra. Carmen, que é the best no assunto aqui no Rio Grande do Sul, provavelmente uma das melhores do Brasil todo. Infelizmente precisei sair mais cedo, porque a médica alopata aqui foge de traumatos e ortopedistas em caso de dor nas costas, eles só enchem a gente de exames e remédios. Tinha hora marcada com o dr. Missima, um clínico geral, acunpunturista e quiropraxista de mão cheia. Estava com a coluna lombo-sacra travada (isso eu já sabia, porque não conseguia me virar) e ele me estralou toda, do pescoço ao quadril. Saí andando e já estou bem melhor, a ponto de, na farra, escrever um conto de 1450 palavras em menos de duas horas. É para uma coletânea de Dia dos Namorados, amanhã deixo o link aqui. Tem algumas curiosas que fazem questão de ver antes da postagem oficial!
A vida é mais feliz sem dor!

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