Sábado, em retrospectiva
Como disse no post anterior, dia de viajar para Soledade, a 250 km de Porto Alegre, que é onde moro. Duas de minhas irmãs moram juntas lá: irmã n.2 e irmã n.3 (eu sou a n.1, a mais velha; há ainda a irmã n.4, que mora a mais de 500 km, no extremo sul do Rio Grande do Sul e do Brasil).
Pela manhã, o marido tinha diversos assuntos de serviço a supervisionar e deixar organizados. De minha parte, reenviei a documentação do ISBN para a Biblioteca Nacional, agora devidamente assinada (novo dã. Deixar de assinar é idiota). Saímos de Porto Alegre pelo meio-dia, almoçamos na estrada, a viagem foi tranquila. Trabalhei no blusão do neto durante a metade da viagem, mais ou menos.
(dentro deste parêntese está a estadia de uma tarde em Soledade, porque, quando não se tem coisas agradáveis para falar, é melhor não falar nada.)
Retornamos em outra viagem tranquila, mas chegamos literalmente doentes aqui. Minhas costas estavam travadas, com muita dor, e meu marido parecia a ponto de pegar o pior gripão do ano, e ele nunca fica doente. As energias de lá são, definitivamente, ruins. Muito ruins.
Então, vou deixar uma foto bonita:
a foto do lençol e fronha bordados para o neto.
Agora é só lavar e entregar.
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