quarta-feira, 14 de março de 2012

14.03.2012

Outro dia de acordar bem cedo! Saímos do hotel às sete e meia da manhã rumo à praia do Cumbuco, uma das mais badaladas da região. Mas o pessoal já tinha avisado que a praia tem mais fama do que motivos de fama, o que nosso motorista-guia confirmou. Fomos lá só tirar fotos pra poder dizer "sim, fomos, e não tem nada de especial". Dizem que os passeios de buggy são bem bons, mas não estavam na programação do dia.

Dali, fomos para a praia da Lagoinha para um passeio de quadriciclo (uma espécie de moto com quatro rodas) que o marido manejou muito bem. Conosco, no quadriciclo, ainda foi o guia. Tem gente que opta por fazer o passeio sem o guia, mas não é uma boa ideia. Primeiro, porque ele orienta muito bem sobre os riscos e os pontos a serem evitados, como cruzar água, onde o quadriciclo passa e onde não, enfim, o passeio fica bem mais tranquilo com guia junto. Segundo, porque tem lugares que só os guias conhecem, e a gente passaria batido nos acessos!

Passamos por quarenta quilômetros de praia em grande partedesabitada . Em outros pontos, "cidades" se espremem entre o mar e a estrada, com casas fantásticas de gente muito bem de grana, que prefere desaparecer nas férias. Aqui, sem dúvida, eles conseguem. O final dessa etapa do passeio é uma cidade chamada Mundaú, onde fica a foz do rio do mesmo nome. Gente, a paisagem é fantástica. Coisa de filme!! Como pode ver, tem um povo aí tirando fotos do rio. A água é muito clara, bem azul. nunca tinha visto rio dessa cor!

E essa outra foto foi tirada das dunas que aparecem ao fundo da primeira foto. Está vendo aquela pontinha esticada de terra? De lá tiramos a foto anterior. Aquela criançada lá em baixo desce a duna correndo ou rolando e mergulha na água feito peixe, e olhe que a água não é absolutamente rasa aí! Eu não sou tão peixe embora adore água, e nem pensei em tentar a façanha.

Empoleirados num dos pontos mais altos das dunas, essa é a visão que se tem. Quem vem sem guia não sabe chegar aqui, e perde tudo isso!

O passeio completo teve mais de quatro horas, seguindo pela praia e pelas dunas. Choveu, fez Sol, nos sapecamos um pouco apesar do protetor solar, e almoçamos na metade da tarde, na praia de Lagoinha. Visão do almoço: essa aí, sendo que a ponta de areia com os coqueiros é considerada o cartão postal da cidade. Uma beleza, hein!


Retornamos à Fortaleza e, apesar de jurarmos que não estávamos com fome, nosso motorista nos levou até o Centro das Tapioqueiras, e acabamos jantando tapiocas, porque simplesmente não dá pra resistir! A tapioqueira amiga do nosso motorista me explicou como se faz uma tapioca, e estou levando todos os ingredientes pra tentar em casa. Tomara que funcione!

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