sábado, 2 de março de 2019

02.03.2019

Sábado de Carnaval - o que só faz diferença para mim pelo feriado.

Acordei mais descansada, mas, se tento lembrar o que fiz pela manhã, aparece só um branco. Tenho que fazer as contas e repescar recordações.

O Valdemar esteve aqui num meio dia extra, para terminar de retirar a planta podada. Por aí, dá para perceber o tamanhão que ela estava. Tudo parece a fim de virar floresta amazônica, exceto a glicínia da área da frente, que está definitivamente morrendo. Uma planta de mais de dez anos secando sem motivo aparente. Não, nem é macumba que ela está segurando, imagina...

Troquei as plantas de dentro de casa, no rodízio que havia imaginado. Na escada, entraram as avencas em degraus alternados. Coloquei também algumas pedras, ficou bem bonito. Na mesa de centro, uma suculenta em um prato de vidro quadrado com pedras. Também ficou bem legal. A casa, no geral, está com uma cara mais leve com todas essas plantas. Vale a pena caprichar.

Terminei de revisar o livro da Lilian, quer dizer, revisão n. 1. Ainda teremos a 2 pelo menos. Mas ao menos o grosso saiu do caminho.

O Guto e a Aline estiveram aqui para almoçar. Adorei. Aliás, pedi ao filho para trazer 4 quilos de carne moída de frango e mais 4 de gado. Isso significa cozinhar um bocado e deixar tudo pronto, em porções, para ser usado nas próximas semanas. A carne de frango já está quase toda pronta. Amanhã tem mais trabalho nisso.


01.03.2019


Sexta-feira

Estou escrevendo no sábado de noite. O cansaço chega a um ponto em que ontem à tarde despenquei dormindo durante duas a três horas. Pensei que não conseguiria dormir à noite, mas, para minha surpresa, apaguei depois de três latinhas de cerveja (duas latinhas e um latão). Não sei nem a que horas dormi.

Felizmente, deixei anotado como rascunho as coisas do dia.

1. O Valdemar começou a mexer no caramanchão, retirando o chapéu-chinês que tinha tomado conta de tudo. Vai ser uma senhora limpa.

2. Arrumei o fogão a lenha e o armário de copos. Tirei pó, rearrumei os enfeites... É estranho como fica com uma cara mais limpa quando a gente é que limpa.

3. Achei mais vasos de barro para envernizar. Já lavei alguns, estão secando.

4. Quase terminei de revisar o livro da Lilian. Ao menos, a primeira revisão, que é a mais pesada.

Esse é o chapéu-chinês.
Vai continuar lá, mas sob controle.
Resultado de imagem para chapeu chines planta


sexta-feira, 1 de março de 2019

28.02.2019

Quinta-feira

A cabeça está cansada. Eu estou cansada.

Não tive consultório de manhã, o único paciente desmarcou. Fiquei em casa zanzando, e não me pergunte o que fiz. Não lembro, simples assim. Arrumando coisinhas diversas, suponho. Se eu lembrar, anoto mais adiante.

De tarde, posto. Antes da reunião, deu tempo de responder alguma coisa daquela caixa de e-mails da editora, que tem coisas sem fim no estoque e me incomoda, mesmo sabendo que posso simplesmente ignorar.

Na volta pra casa, arrumei um vaso grande, fiz uma floreira com um monte de mudas de moranguinhos que estavam fugindo do vaso original, varri, podei... Enfim, me ocupei mais d hora com as plantas.

Dentro de casa, fiz uma faxina caprichada num armarinho de míseras quatro gavetas. Uma gaveta acabou vazia. Um saco de seletivo se foi, e tem mais um saco de etecéteras para o posto: papeizinhos, canetas, lapiseiras.

A imagem de pintura com diamantes está quase pronta.

Não consegui escrever nem revisar uma linha. A encrenca com o ISBN do livro novo da Jess está no terceiro vai-e-volta por conta de míseros detalhes na folha de rosto.

De noite, fiz um escalda-pés com cebola, alho e sal grosso de acordo com as instruções da Isa e rodei o japamala.

Tomei remédio para dormir. Preciso afundar no sono para tirar esse cansaço de mim.





Esse cara foi a bola da vez. Estava tão tapado de mato que não se via a terra.

Ficaram só os pés originais de moranguinho. Substituí uma parte da terra. E plantei seis sementes de abobrinhas e algumas rúculas na parte vazia. Os vasinhos de planta e pauzinhos são para evitar que as gatas deitem em cima ou, pior, usem de banheiro.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

23 a 27.02.2019

Dias 23 e 24 - sábado e domingo ganharam a grande distinção de serem, realmente, sábado e domingo. Dei tempo a mim mesma para ler, olhar televisão, arrumar algumas coisinhas pela casa porque estava muito cansada, aquele cansaço tipo "vou pegar uma gripe". Estava - e continuo - sem ânimo para escrever, encarar a caixa de e-mails da editora, acompanhar cursos online, tudo. Tenho o PDF de diagramação de Despertar para revisar, e o texto da Lilian. Só olho para a cara deles. Sem bom humor.

Dia 25 - segunda, reiniciou a rotina da semana, com posto de manhã e consultório de tarde. A novidade foi uma visita ao Guto após o consultório, para ver o apartamento novo da Aline e dele. Vai ficar bem lindinho. Se não atrolharem de coisas até o teto. Esse povo precisa trabalhar o desapega.

Dia 26 - terça de manhã em casa, modo zumbi-cansado. De tarde, posto, o zumbi-cansado se transferiu para o posto de saúde, sem causar desastres. De volta para casa, bem... não fiz nada de relevante de que possa me lembrar.

Dia 27 - quarta de manhã, posto. Quarta de tarde, aniversário da Ana na casa da Vera. Na chegada em casa, fiz algo útil: transplantei suculentas e outras plantas num total de 11 vasos pequenos. Ficaram bem bonitos. 5 foram em vasos de barro devidamente impermeabilizados com verniz marítimo. Fiz isso em algum dos dias aí acima.
A cabeça estava ruim, remoendo assuntos indesejados. Tentei nocautear na Netflix, Umbrella Academy, mas achei um saco. Ou eles são muito canastrões, ou eu sou muito exigente, ou estava num dia péssimo. Achei pura perda de tempo. Tomei remédio para dormir numa tentativa de descansar melhor.

Ah.
E li dois livros. Um da Mila Vander, O Canalha do 610, que gostei, mas gostei mais do Safado do 105. E A Livraria 24 horas de Mr. Penumbra, que simplesmente adorei.
E o bordado de diamantes também está progredindo. A hora de fazer é durante os noticiários.


Essas são lá de casa.
Estão florindo legal, mas dando poucas frutas.


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

20, 21 e 22.02.2019

Dia 20, quarta-feira
De manhã, posto. De tarde, conhecer a desenhista que deve se encarregar das capas dos meus próximos livros. E, beleza, ela é daqui de Porto Alegre. Mas, como o mundo consegue ser ainda menor, descobri que a menina foi colega do meu filho do meio no segundo grau. Ela é ótima, creio que vamos nos acertar muito bem.

Arrumação, editora, meus livros: tudo suspenso ao chegar e descobrir que minhas duas vira-latas entraram dentro de casa. Não sei se esqueci a porta da garagem entreaberta ou se elas forçaram; o fato é que abriram. E se esbaldaram. Comeram minhas vitaminas, meu creme para pés, a comida dos gatos e os pratos dos gatos também. Viraram o lixo, subiram em todas as camas, reviraram o que conseguiram. Encontrei bicho de pelúcia no gramado da frente. E xixis e cocôs variados.

Desisti e chutei o balde. Nem o ritual do dia eu fiz. Consegui colocar boa parte das coisas em ordem.


Dia 21, quinta-feira
Consultório de manhã, oculista e mil coisas no centro de tarde. Voltei carregada de sacolas e ainda dei uma passadinha no super para pegar coisas para os rituais que faltam: pães e rosas vermelhas. Respondi a uma pilha de e-mails e fiz os dois rituais que faltavam para completar o círculo. Essa parte está pronta. E lavei e escovei 5 vasos de barro, aprontando para passar impermeabilizante.


Dia 22, sexta-feira
A insônia atacou legal. Dormi quatro horas durante a noite. Passei o dia meio que no modo automático. Li, me ocupei com o computador. Nada relevante a relatar.

Só porque é legal mesmo.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

19.02.2019

Terça-feira

Como folguei ontem, hoje foi dia de compensar horário no posto, onde entrei às oito da manhã e só saí quando fechou, às cinco da tarde. O dia estava quente e estou extremamente cansada. Não sei se são os rituais que puxam muita energia, ou se vou pegar um resfriado mesmo. Também estou numas distrações típicas de muito cansaço ou vírus, como procurar os óculos que estavam na minha mão, veja só.

Arrumação: supermercado. Sim, isso é arrumação, porque vieram muitas compras e nada ficou fora do lugar.

Editora: a Lilian devolveu a primeira metade do livro, comecei a revisar as alterações. O cansaço foi tanto que nem consegui terminar. E não costumo deixar coisas assim pela metade.

Meus livros: aproveitei as brechas entre pacientes para ler os últimos capítulos escritos. Tantos dias sem escrever me deixam meio perdida. E, como sempre, encontrei coisas que escrevi, encaixam perfeitamente, mas eu não lembrava.

Extra: ritual 11, de proteção, que vai render um bom guardião de sal e pimentas para a porta da frente.

Planos de arrumações: muitos. Calor: alto. Cansaço: enorme. Resultado: tá, espera mais uns dias...

Só pra enfeitar mesmo.
Resultado de imagem para flores

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

18.02.2109

Segunda-feira

De novo, mais de dois meses de ausência, o que sempre significa vida atribulada.

Arrumação: malas e coisas que vieram de Cuiabá, onde passei o final de semana com filha, genro e netos. Tudo foi lavado e guardado, sem adiamentos.

Editora: uma pilha enorme de e-mails para ler e responder, porque estavam desde quinta sem ser vistos.

Plantas: também arrumadas de volta a seus lugares. Sobreviveram sem grandes traumas à minha ausência.

Extras: ritual 10, atrasado, do Círculo de Limpeza e Proteção. Cheguei a sair tonta do ritual. O atraso foi por conta primeiro da presença do neto e depois pela viagem.

Chapada dos Guimarães. Linda!