sábado, 4 de fevereiro de 2017

01 e 02.02.2017

Dia primeiro, quarta-feira

Pé ainda inchado, coçando e doendo. Parece pensar que o mundo gira em torno dele. Trabalhar com o pé deste jeito, sem condições, porque caminho um monte. Mas também não dá pra ficar três dias seguidos sem bater o ponto por motivo de doença sem ir para a biometria - o que significaria consulta agendada com o médico de lá só para a metade da semana que vem, provavelmente. Então, falei com a chefe e combinei que iria, mas sem atender agenda. Passei a manhã colocando a burocracia em dia no computador, e sobrou burocracia para o próximo pé inchado.
De tarde, em casa, me ocupei com o livro da Mallerey e com o meu conto que, finalmente, está progredindo.

Dia 2, quinta-feira
Feriado de Navegantes aqui em Porto Alegre. O pé vai ter tempo de curar. E, pra vida não ficar muito monótona, estou pegando uma gripe com uma fenomenal dor de garganta. O marido está fora, trabalhando, e eu estou em casa, trabalhando também. E azar dos vírus. Eles que se virem no meio das minhas tarefas!

Só porque é bonita.




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