Segunda, dia 2, D 220
Feriado aqui em Porto Alegre: Nossa Senhora dos Navegantes. O marido trabalhou e eu fiquei em casa. Escrevi, revisei, organizei, escrevi. O dia rendeu... Mas, olhando em retrospectiva, a encrenca já estava se anunciando.
Terça, dia 3, D 221
Parte da manhã em casa; depois, fui para a sessão com a terapeuta. E daí desmontei. Simplesmente chorava sem parar. Não fui ao posto de tarde. Me rendo: preciso de licença do trabalho. Preciso parar de chorar por cada coisinha que a terapeuta pergunta, como se minha vida fosse uma grande catástrofe.
Nenhum comentário:
Postar um comentário