quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

02 e 03.02.2015

Segunda, dia 2, D 220

Feriado aqui em Porto Alegre: Nossa Senhora dos Navegantes. O marido trabalhou e eu fiquei em casa. Escrevi, revisei, organizei, escrevi. O dia rendeu... Mas, olhando em retrospectiva, a encrenca já estava se anunciando.

Terça, dia 3, D 221

Parte da manhã em casa; depois, fui para a sessão com a terapeuta. E daí desmontei. Simplesmente chorava sem parar. Não fui ao posto de tarde. Me rendo: preciso de licença do trabalho. Preciso parar de chorar por cada coisinha que a terapeuta pergunta, como se minha vida fosse uma grande catástrofe.


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